Neste artigo
- O que é o calendário vacinal infantil?
- Por que seguir o calendário vacinal infantil?
- Quais vacinas estão no calendário vacinal infantil 2026?
- O que mudou no calendário vacinal infantil em 2026?
- Bebê toma vacina da covid no calendário infantil?
- A vacina da gripe é todo ano?
- Qual a diferença entre o calendário do SUS e o da SBP e da SBIm?
- Como acompanhar o calendário vacinal brasileiro?
- Quais são os mitos e verdades sobre vacinas?
- O que fazer se a vacina da criança atrasou?
- Quais reações são normais e quais são sinais de alarme?
- Como ajudar a criança no dia da vacina?
- Perguntas frequentes sobre o calendário vacinal infantil
- Referências
Resposta rápida
O calendário vacinal infantil é a lista oficial de vacinas do SUS por idade, válida do nascimento até 9 anos, 11 meses e 29 dias (Ministério da Saúde 2026). A maior parte das doses fica entre o nascimento e os 15 meses. Dose atrasada não recomeça do zero. Reação grave depois da vacina: ligue para o SAMU 192.
1O que é o calendário vacinal infantil?
É a programação oficial que diz quais vacinas a criança deve tomar e em que idade. No Brasil, a referência é o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde. Em 2026, ele vale para crianças de 0 a 9 anos, 11 meses e 29 dias[1].
O calendário não é só uma lista de injeções. Ele marca o momento certo de proteger a criança contra doenças como poliomielite, coqueluche, sarampo, meningites, hepatites, gripe e febre amarela. Também organiza os reforços que mantêm essa proteção enquanto ela cresce.
Cada vacina tem idade, número de doses e intervalo próprios. Por isso, o que está anotado na Caderneta da Criança vale mais do que a memória da família.
O Ministério da Saúde atualizou a versão de 2026 em 30 de janeiro de 2026[1]. Ela mudou ao longo do ano, com a chegada da vacina pneumocócica 20-valente[2] e do segundo reforço contra a pólio[3].
2Por que seguir o calendário vacinal infantil?
Porque a vacina protege a criança antes do contato com a doença, na idade em que ela corre mais risco. Bebês pequenos ainda estão amadurecendo as defesas e podem ficar muito doentes com infecções que a vacina evita.
O Ministério da Saúde vê o período da gestação até o 2º ano de vida como uma "janela de oportunidades" para a saúde. Ele lembra que tomar as vacinas na data certa e respeitar os intervalos entre as doses ajuda o corpo a responder melhor[1].
A proteção também é coletiva. Quanto mais crianças vacinadas, menos o vírus ou a bactéria circula. Assim ficam mais protegidos os recém-nascidos e quem não pode tomar certas vacinas. Isso pesa em creches, escolas e casas com bebês.
Vale lembrar: a criança pode estar em dia com uma vacina e atrasada com outra. Só a conferência completa da caderneta mostra o que falta.
3Quais vacinas estão no calendário vacinal infantil 2026?
O calendário do SUS inclui BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite inativada (VIP), rotavírus, pneumocócica, meningocócicas C e ACWY, gripe, covid-19, febre amarela, tríplice viral, varicela, hepatite A, DTP, dT e HPV[1]. A tabela abaixo resume as idades.
| Idade | Vacinas |
|---|---|
| Ao nascer[1] | BCG (dose única) e hepatite B |
| 2 meses[1][2] | Pentavalente, VIP, rotavírus e pneumocócica 20-valente |
| 3 meses[1] | Meningocócica C |
| 4 meses[1][2] | Pentavalente, VIP, rotavírus e pneumocócica (10-valente durante a transição) |
| 5 meses[1] | Meningocócica C |
| 6 meses[1] | Pentavalente, VIP, covid-19 (1ª dose) e gripe (a partir desta idade) |
| 7 meses[1] | Covid-19 (2ª dose) |
| 9 meses[1] | Febre amarela e covid-19 (3ª dose, quando a vacina usada é a da Pfizer) |
| 12 meses[1][2] | Tríplice viral, reforço da pneumocócica 20-valente e reforço com a meningocócica ACWY |
| 15 meses[1] | DTP (1º reforço), VIP (1º reforço), tríplice viral (2ª dose), varicela e hepatite A |
| 4 anos[1][3] | DTP (2º reforço), VIP (2º reforço), febre amarela (reforço) e varicela (2ª dose) |
| A partir de 7 anos[1] | dT para reforços ou para completar esquemas |
| 9 a 14 anos[1] | HPV (dose única) |
Vacinas ao nascer
A BCG protege contra as formas graves da tuberculose, como a miliar e a meníngea. É uma dose única, aplicada na pele (via intradérmica), de preferência ainda na maternidade[1]. Ela fica para depois em bebês com menos de 2 kg[1] e em algumas outras situações que a equipe avalia.
A vacina contra hepatite B é dada ao nascer[1]. A SBP e a SBIm recomendam que essa primeira dose seja aplicada, de preferência, nas primeiras 12 horas de vida[4][5]. Se a mãe tem hepatite B (HBsAg positivo), o bebê recebe a vacina e também a imunoglobulina logo após o parto[1]. Confira o registro antes da alta: não dá para supor que a vacina foi feita só porque o bebê foi atendido ao nascer.
Vacinas de 2 a 6 meses
É a fase com mais doses. A pentavalente protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B, com doses aos 2, 4 e 6 meses[1]. O intervalo recomendado entre elas é de 60 dias, com mínimo de 30 dias[1].
A VIP, vacina injetável (inativada) contra a poliomielite, também é dada aos 2, 4 e 6 meses[1]. A vacina contra rotavírus é em gotas pela boca, aos 2 e 4 meses, e tem limite de idade. A 1ª dose só pode ser feita até 11 meses e 29 dias, e a 2ª até 23 meses e 29 dias[1].
A pneumocócica protege contra pneumonia, meningite, otite e outras infecções causadas pelo pneumococo. Desde junho de 2026, o SUS usa a vacina 20-valente. Durante a transição, a 1ª dose (2 meses) é com a 20-valente, a 2ª (4 meses) com a 10-valente e o reforço (12 meses) com a 20-valente[2]. A meningocócica C é aplicada aos 3 e 5 meses[1].
A partir dos 6 meses entram a vacina da gripe e a da covid-19[1] (veja os detalhes mais abaixo).
Vacinas de 9 meses a 1 ano
Aos 9 meses, a criança toma a primeira dose da febre amarela, vacina indicada para todo o país[1]. Aos 12 meses vêm a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), o reforço da pneumocócica e o reforço contra meningite, que agora é feito com a meningocócica ACWY[1].
Em crianças menores de 2 anos, a vacina da febre amarela e a tríplice viral não devem ser aplicadas no mesmo dia. O ideal é um intervalo de 30 dias entre elas[1]. A equipe da sala de vacina organiza essa agenda.
Vacinas de 15 meses a 4 anos
Aos 15 meses, a criança recebe o 1º reforço da DTP e da VIP, a 2ª dose da tríplice viral, a 1ª dose da varicela (catapora) e a dose única de hepatite A[1].
Aos 4 anos vêm o 2º reforço da DTP, a 2ª dose da varicela e o reforço da febre amarela[1]. Desde 3 de agosto de 2026, essa idade também inclui o 2º reforço da VIP contra a poliomielite[3].
Vacinas de 5 a 9 anos
Depois dos 4 anos, a conferência continua. A partir dos 7 anos, os reforços contra difteria e tétano são feitos com a vacina dT a cada 10 anos. Esse prazo cai para 5 anos se houver risco de tétano, como em ferimentos[1].
A vacina contra o HPV é indicada a partir dos 9 anos. No SUS, é uma dose única, até 14 anos, 11 meses e 29 dias[1]. Ela protege meninas e meninos contra o vírus ligado a verrugas genitais e a vários tipos de câncer.
4O que mudou no calendário vacinal infantil em 2026?
As principais novidades são a pneumocócica 20-valente, desde junho de 2026[2], e o 2º reforço da vacina contra a pólio aos 4 anos, desde 3 de agosto de 2026[3]. Se a caderneta do seu filho é de anos anteriores, algumas datas mudaram.
- Pneumocócica 20-valente: protege contra mais tipos de pneumococo. Durante a transição, o esquema mistura a 20-valente e a 10-valente. Quando acabar o estoque da 10-valente, as doses dos 2, 4 e 12 meses serão todas com a 20-valente[2][4].
- Pólio só com vacina injetável: o calendário de 2026 usa apenas a VIP, com 3 doses e 2 reforços (15 meses e 4 anos)[1][3]. A antiga "gotinha" não aparece mais no calendário infantil.
- Reforço contra meningite: aos 12 meses, o reforço é feito com a meningocócica ACWY, que protege contra quatro tipos de meningococo[1].
- Tríplice viral e varicela separadas: a tríplice viral é dada aos 12 e 15 meses, e a varicela aos 15 meses e 4 anos[1]. A tetraviral só entra se faltar a vacina de varicela isolada[1].
5Bebê toma vacina da covid no calendário infantil?
Sim. A vacina da covid-19 faz parte do calendário infantil do SUS para crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias[1]. Com a vacina da Pfizer são 3 doses, aos 6, 7 e 9 meses. Se ela faltar, usa-se a da Moderna, em 2 doses, aos 6 e 7 meses[1].
Crianças com a imunidade baixa (imunocomprometidas) recebem 3 doses, aos 6, 7 e 9 meses, qualquer que seja a vacina[1]. Depois do esquema inicial, as crianças com doenças crônicas ou imunidade baixa recebem 1 dose por ano[1].
Na prática, leve a caderneta e pergunte na unidade qual vacina está disponível e quantas doses seu filho precisa. Não decida o intervalo nem se precisa de dose com base em mensagens de redes sociais.
6A vacina da gripe é todo ano?
Sim. Para crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, a vacina da gripe faz parte da rotina do SUS[1]. Quem toma pela primeira vez recebe 2 doses com 30 dias de intervalo. Quem já foi vacinado em outra temporada toma 1 dose[1].
Para crianças indígenas ou com doenças crônicas, essa recomendação vai até 8 anos, 11 meses e 29 dias[1]. O Ministério orienta vacinar o mais cedo possível na campanha, para a criança estar protegida durante a temporada de gripe[1]. A SBP recomenda a vacina para todas as crianças e adolescentes a partir dos 6 meses[4].
7Qual a diferença entre o calendário do SUS e o da SBP e da SBIm?
O calendário do Ministério da Saúde é o que está disponível de graça nos postos. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) publicam calendários próprios, com algumas vacinas ou esquemas a mais. Muitas dessas vacinas só existem na rede particular[4][5].
Alguns exemplos do calendário SBP 2026/2027[4]:
- Pneumocócica: para quem começa a vacinar até os 6 meses, a SBP recomenda, sempre que possível, a 20-valente ou a 15-valente em 4 doses: 2, 4 e 6 meses, mais um reforço entre 12 e 15 meses[4]. A SBIm também prefere essas vacinas[5].
- Meningocócica B: está nas recomendações da SBP e da SBIm, mas não é oferecida na rotina do SUS[4][5].
- Dengue: a SBP indica a vacina a partir dos 4 anos[4]. No SUS, ela é oferecida dos 10 aos 14 anos[5].
- HPV: a SBP recomenda 2 doses a partir dos 9 anos[4]. O SUS usa dose única[1].
- Vírus sincicial respiratório (VSR): a SBP recomenda o anticorpo monoclonal em dose única no primeiro ano de vida. No SUS, o nirsevimabe é indicado para prematuros com menos de 6 meses e para crianças com algumas doenças, até antes dos 24 meses[4].
Converse com o pediatra para entender o que faz parte do calendário público e o que é uma recomendação a mais. Seguir o calendário do SUS já garante a proteção básica da criança.
8Como acompanhar o calendário vacinal brasileiro?
O jeito mais seguro é levar a Caderneta da Criança a toda consulta e vacinação, conferir cada registro e ver o que falta. Faltar a uma ida ao posto pode fazer a criança perder várias vacinas de uma vez, porque muitas são dadas na mesma idade[1].
Na caderneta ficam o nome da vacina, a data, o lote e a unidade. Uma foto legível ajuda, mas não substitui o documento original nem a conferência feita pelo serviço.
Confira a caderneta antes de consultas, viagens e matrícula escolar, sem esperar a escola apontar o que falta. A unidade pode aceitar doses feitas em outra cidade ou serviço, desde que haja um registro confiável.
Anote suas dúvidas: qual dose falta, qual reforço vem depois e se seu filho tem alguma condição de saúde importante. Alergias graves, imunidade baixa, uso de remédios que diminuem a imunidade e prematuridade podem exigir uma orientação específica.
9Quais são os mitos e verdades sobre vacinas?
As vacinas do calendário são seguras, e a segurança delas é acompanhada de perto. O que acontece depois da aplicação deve ser avaliado, mas não é motivo para abandonar a vacinação por conta própria.
Mito: se a criança parece saudável, não precisa vacinar. Verdade: a vacina serve justamente para proteger antes do contato com a doença.
Mito: uma dose atrasada faz perder todo o esquema. Verdade: as doses registradas continuam valendo, e a equipe completa o que falta. Só algumas vacinas, como a do rotavírus, têm idade-limite[1].
Mito: febre baixa ou dor no local obrigam a suspender as próximas doses. Verdade: reações leves e passageiras são esperadas. Conte ao profissional, que avalia cada caso.
Mito: vacinas combinadas sobrecarregam o organismo. Verdade: elas protegem contra várias doenças em uma só aplicação. A SBIm recomenda, sempre que possível, preferir vacinas combinadas e aplicar várias vacinas na mesma visita[5].
10O que fazer se a vacina da criança atrasou?
Leve a Caderneta da Criança à unidade de saúde ou ao pediatra o quanto antes. O Ministério da Saúde orienta que a criança que não vacinou no tempo certo procure a unidade mais próxima para colocar as vacinas em dia[1].
O esquema não recomeça do zero. A equipe confere o que foi feito, calcula os intervalos e completa as doses que faltam. Não tente compensar o atraso por conta própria.
A pressa é maior com a vacina do rotavírus: se a 1ª dose não for feita até 11 meses e 29 dias, a criança perde a chance de tomar essa vacina[1]. O SUS oferece a VIP atrasada para menores de 5 anos[4]. A pneumocócica atrasada pode ser feita até 4 anos, 11 meses e 29 dias[2].
Atrasos acontecem por doença, mudança de cidade, falta de vacina ou dificuldade de acesso. O motivo não muda a necessidade de recuperar a proteção, e várias vacinas podem ser colocadas em dia na mesma visita. Se a criança está internada, tem doença crônica ou imunidade baixa, ou se teve reação grave a uma dose anterior, o pediatra deve participar dessa revisão.
11Quais reações são normais e quais são sinais de alarme?
Dor, vermelhidão no local, irritação e febre baixa são reações comuns e passageiras. Dificuldade para respirar, inchaço no rosto ou na garganta, convulsão ou criança muito mole exigem atendimento imediato: ligue para o SAMU 192.
Para febre e desconforto comuns, ofereça líquidos, deixe a criança com roupas leves e fale com o pediatra antes de dar qualquer remédio. Em caso de reação, informe o nome da vacina, o horário em que foi aplicada e os sintomas.
| Sinal | O que fazer |
|---|---|
| Dificuldade para respirar, chiado ou voz rouca | Ligue para o SAMU 192 imediatamente |
| Inchaço de lábios, língua, rosto ou garganta | Ligue para o SAMU 192 imediatamente |
| Manchas vermelhas pelo corpo, com coceira e mal-estar, logo após a vacina | Vá ao pronto-socorro na hora; se piorar, SAMU 192 |
| Convulsão | Deite a criança de lado e ligue para o SAMU 192 |
| Criança muito mole, pálida, difícil de acordar ou desmaio | Ligue para o SAMU 192 |
| Choro que não para por horas, sem conseguir acalmar | Procure atendimento médico no mesmo dia |
| Febre alta ou que não melhora | Fale com o pediatra ou procure a unidade de saúde |
| Inchaço ou vermelhidão no local que aumenta muito, fica quente ou tem pus | Leve a criança à unidade de saúde ou ao pediatra |
12Como ajudar a criança no dia da vacina?
Explique o que vai acontecer com palavras simples, sem ameaças e sem prometer que não vai doer. Fique perto, acolha o medo e combine uma atividade tranquila para depois.
Para não esquecer as datas, aproveite as consultas de rotina, a matrícula escolar e as campanhas para conferir a caderneta. No lembrete, anote o nome da vacina e a data, e não só "dia de vacinar".
Se ficou com dúvida ou recebeu uma orientação diferente, volte ao pediatra ou à sala de vacina com a caderneta. Perguntar é sempre melhor do que deixar de vacinar.
13Perguntas frequentes sobre o calendário vacinal infantil
Quais vacinas o bebê toma ao nascer?
O bebê recebe a BCG, em dose única, e a primeira dose da vacina contra hepatite B, de preferência ainda na maternidade[1]. A SBP recomenda que a hepatite B seja feita, de preferência, nas primeiras 12 horas de vida[4]. Confira os registros na caderneta antes da alta.
O que mudou no calendário de vacinação em 2026?
Desde junho de 2026, o SUS usa a vacina pneumocócica 20-valente aos 2 e aos 12 meses, com a 10-valente aos 4 meses durante a transição[2]. Desde 3 de agosto de 2026, a criança toma um 2º reforço da vacina contra a pólio (VIP) aos 4 anos[3].
Bebê toma vacina da covid no SUS?
Sim. A vacina da covid-19 é aplicada a partir dos 6 meses: 3 doses (6, 7 e 9 meses) com a vacina da Pfizer, ou 2 doses (6 e 7 meses) com a da Moderna[1]. A unidade informa qual vacina está disponível.
Perdi a data da vacina. Tem que começar tudo de novo?
Não. As doses registradas continuam valendo, e a equipe completa o que falta[1]. Procure logo a unidade, porque algumas vacinas têm idade-limite, como a do rotavírus, cuja 1ª dose só pode ser feita até 11 meses e 29 dias[1].
A vacina da gripe é todo ano?
Sim. No SUS, crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias tomam a vacina da gripe na campanha de cada ano[1]. Na primeira vez são 2 doses com 30 dias de intervalo; depois, 1 dose por temporada[1].
Vale a pena tomar vacinas na rede particular?
A SBP e a SBIm recomendam algumas vacinas e esquemas a mais, como a meningocócica B e 4 doses da pneumocócica 20-valente ou 15-valente[4][5]. Converse com o pediatra; o calendário do SUS já garante a proteção básica da criança.
Texto preparado com apoio de IA e conferido automaticamente nas fontes abaixo em 15 de outubro de 2026; revisão médica: pendente. Como fazemos
Referências
- Calendário Nacional de Vacinação ano 2026 – Ciclo de vida: Criança (0 a 9 anos, 11 meses e 29 dias de idade) · Ministério da Saúde – Departamento do Programa Nacional de Imunizações, 2026 gov.br ↗
- Guia técnico para introdução da vacina pneumocócica 20-valente (conjugada) no Programa Nacional de Imunizações · Ministério da Saúde, 2026 gov.br ↗
- Ministério da Saúde inclui segunda dose de reforço contra poliomielite no Calendário Nacional de Vacinação · Ministério da Saúde, 2026 gov.br ↗
- Calendário de Vacinação da SBP – Atualização 2026/2027 (Documento Científico nº 56, Departamento Científico de Imunizações) · Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), 2026 sbp.com.br ↗
- Calendário de vacinação SBIm criança – Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações 2026/2027 · Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), 2026 sbim.org.br ↗
Este conteúdo informa e não substitui a consulta. Em caso de dúvida sobre a saúde da criança, procure o pediatra ou um serviço de saúde. Em emergência, ligue 192 (SAMU).
