Adolescente, 13 anos, apresenta queda de rendimento nas notas e falta de vontade de ir às aulas em decorrência de bullying por um agressor específico. A família propõe a expulsão do agressor. A abordagem Indicada para essa situação de violência na escola é:
Explicação
Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.
Ler a transcrição
- Primeiro, a idade é importante: uma adolescente de 13 anos. Isso nos diz que estamos lidando com uma fase de desenvolvimento em que as relações sociais e a autoimagem são cruciais.
- Os sintomas são bem claros: queda no rendimento escolar e falta de vontade de ir à escola. Isso já acende um alerta para algo que está afetando o bem-estar e o desempenho dela.
- A causa é explicitada: bullying por um agressor específico. Isso é o diagnóstico e nos direciona para a natureza do problema, que é uma violência interpessoal.
- A família, em busca de solução, propõe a expulsão do agressor. É uma reação compreensível, mas precisamos pensar se é a abordagem mais completa e eficaz.
- A questão nos pede a abordagem indicada. Ou seja, qual a melhor forma de intervir diante de um caso de bullying.
- Juntando a idade, os sintomas de sofrimento e a causa, fica claro que estamos diante de um caso de bullying que está impactando seriamente a vida da adolescente.
- A proposta da família de expulsão, embora compreensível, pode não ser a solução completa, pois o bullying exige uma intervenção mais abrangente que proteja a vítima e trabalhe com todos os envolvidos.
- A alternativa A sugere que a família resolva a questão de forma independente. No entanto, a escola tem uma responsabilidade fundamental na proteção dos alunos e não pode transferir isso integralmente à família.
- A alternativa B propõe que a escola puna exemplarmente com o afastamento do aluno agressor. A expulsão isolada, sem intervenção educativa e de proteção, não resolve o problema e pode até piorar a situação.
- A alternativa D minimiza o bullying, chamando-o de brincadeira de mau gosto. Isso é perigoso, pois minimizar o sofrimento da vítima perpetua a violência e impede que o problema seja tratado de forma séria.
- A alternativa C é a correta, pois defende que família e escola atuem em conjunto, esgotando todas as formas de diálogo e inclusão, sem expulsar o agressor. A atuação conjunta é essencial para proteger a vítima e promover a responsabilização e a convivência.
- Uma adolescente de 13 anos, com queda de rendimento e falta de vontade de ir à escola por bullying, exige sempre uma abordagem conjunta entre família e escola, focada na proteção da vítima e na responsabilização educativa do agressor.
- Nos vemos na próxima questão.
Dúvidas respondidas
Perguntas de quem estudou esta questão, respondidas com a fonte ao lado.
Fontes 1
- Bullying e cyberbullyingSBP, 2024 · conferida em 22/09/2026
Comentários atualizados em . Redação própria a partir da questão, das anotações presentes no PDF e das referências indicadas. Não é comentário oficial da banca.