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Pediatrando

Lucas, recém-nascido, 37 semanas de idade gestacional, parto cesáreo, sem indicação obstétrica. Apgar de 6 e 8 no primeiro e quinto minutos. Após os procedimentos de reanimação, com 10 minutos de vida, apresenta desconforto respiratório com batimento de asa nasal, tiragem intercostal e retração diafragmática. A saturação de oxigênio pré-ductal é de 90% com FC de 120 bpm e FR de 72 irpm. Qual a conduta mais adequada?

Fragmento do enunciado seguinte removido da alternativa E; preservado na questão 477.

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Resposta: C

  1. A) Iniciar oferta de oxigênio por via inalatória, via cateter.

    Oxigênio isolado pode não corrigir trabalho respiratório importante com respiração espontânea.

  2. B) Administrar surfactante exógeno o mais precocemente possível.

    Surfactante depende de evidência de deficiência, não é automático no termo precoce.

  3. C) Indicar suporte respiratório com pressão contínua nas vias aéreas (CPAP).

    CPAP pode ser considerado no desconforto com respiração espontânea, com monitorização de resposta.

  4. D) Colher hemograma e iniciar antibioticoterapia.

    Antibiótico depende de avaliação de risco infeccioso, sem resolver imediatamente a mecânica respiratória.

  5. E) Realizar VPP com balão e máscara com oxigênio a 40%.

    VPP é indicada para apneia, respiração ineficaz ou bradicardia; não é primeira escolha em toda taquipneia.

Resumo para lembrar

CPAP pode apoiar recém-nascido com respiração espontânea e desconforto. Trinta e sete semanas corresponde a termo precoce, não a prematuridade tardia.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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