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Pediatrando
Em revisão

Mais de um medicamento listado pode provocar reação extrapiramidal; a exposição precisa ser confirmada. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Menina, 2 anos de idade, tem diarreia e vômitos há 1 dia. Foi avaliada e medicada no serviço de urgência. Foi orientada dieta e hidratação com água e líquidos variados. Há 1 hora está estranha, chorando o tempo todo, mal olha os brinquedos e ficou em posição com o corpo curvado para trás. Ficou com a mãe todo o tempo, grande parte do tempo, no seu colo. Ao exame apresenta hipertonia, espasmos musculares, posição de opistótono, mímica facial pobre e parkinsonismo. A hipótese diagnóstica é de intoxicação, possivelmente pela medicação recebida no atendimento realizado horas antes. A medicação mais provável, de acordo com o quadro descrito:

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Resposta: D

  1. A) dimenidrato.

    Anti-histamínicos podem intoxicar, mas o padrão extrapiramidal favorece bloqueio dopaminérgico.

  2. B) clorpromazina.

    Clorpromazina também pode causar distonia; sem exposição confirmada, a exclusividade do gabarito é limitada.

  3. C) ondansetrona.

    Ondansetrona não é causa habitual de reação extrapiramidal por bloqueio dopaminérgico.

  4. D) metoclopramida.

    Metoclopramida pode causar distonia aguda com espasmos e opistótono.

  5. E) loperamida.

    Loperamida produz outra toxicidade; não é a explicação habitual para este quadro extrapiramidal.

Resumo para lembrar

Opistótono e espasmos após antiemético sugerem distonia medicamentosa. Metoclopramida é uma causa possível; a exposição e outros bloqueadores dopaminérgicos devem ser investigados.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.