Pontos-chave
- Diarreia aguda: ≥ 3 evacuações amolecidas ou líquidas em 24 h, com duração de até 14 dias. De 7 a 14 dias, prolongada; acima de 14, persistente; acima de 30, crônica.1
- Classificação do MS (2023): dois ou mais sinais = com desidratação (plano B); dois ou mais, com ao menos um marcado com asterisco (letargia, incapaz de beber, pulso fraco ou ausente) = desidratação grave (plano C).2
- Plano B: SRO 50–100 mL/kg (média 75) em 4–6 h, na unidade; ondansetrona em dose única se vômitos persistentes.2
- Plano C: SF 0,9% ou Ringer lactato 30 mL/kg (em 1 h no < 1 ano; em 30 min a partir de 1 ano) e depois 70 mL/kg (em 5 h ou em 2 h 30). Zinco para < 5 anos: 10 mg/dia até 6 meses, 20 mg/dia acima, por 10 a 14 dias.1,2
Neste artigo
- Definição e etiologia
- Avaliação da hidratação: o fluxograma do MS (2023)
- Plano A: prevenir a desidratação em casa
- Plano B: reidratação oral na unidade de saúde
- Plano C: desidratação grave
- Criança com desnutrição grave
- Zinco, antibióticos e outros medicamentos
- Quando internar ou encaminhar
- Pegadinhas de prova
- Perguntas frequentes
- Referências
1Definição e etiologia
A OMS e o Ministério da Saúde definem diarreia aguda como três ou mais evacuações menos consistentes ou líquidas por dia, com evolução autolimitada de até 14 dias, podendo haver náusea, vômitos, febre, dor abdominal e, às vezes, muco e sangue (disenteria). No lactente em aleitamento exclusivo, fezes semilíquidas após as mamadas, com bom ganho de peso, não são diarreia.1
O rotavírus é a principal causa global e o agente mais frequente de diarreia grave no menor de 5 anos. Com a vacinação, cresceu a participação do norovírus, principal agente de surtos por água e alimentos (30% das infecções são assintomáticas). No Brasil, entre 2006 e 2018, a hospitalização por diarreia no menor de 5 anos caiu 52,5% com a vacina contra o rotavírus.1
| Agente | Pista clínica (Quadro 1 da SBP) |
|---|---|
| ETEC | Diarreia do viajante e do lactente; aquosa, abundante, sem sangue (secretora) |
| EHEC | Colite hemorrágica, sangue sem leucócitos nas fezes; toxina Shiga; risco de SHU |
| Shigella | Febre alta, dor abdominal intensa, disenteria; toxina Shiga e invasão; SHU |
| Campylobacter | Aquosa ou disenteria; aves domésticas como fonte |
| Yersinia | Ileíte e linfadenite mesentérica, pode simular apendicite |
| Vibrio cholerae | Início abrupto, fezes em "água de arroz", desidratação e choque |
Resumo do Quadro 1 do Guia Prático de Atualização da SBP.1
Exames não são indicados nos quadros leves. Nos moderados de difícil manejo e nos graves, ionograma, gasometria e exame de fezes ajudam, colhidos de preferência após a expansão, porque a hemoconcentração confunde a leitura.1
2Avaliação da hidratação: o fluxograma do MS (2023)
Em fevereiro de 2023, o Ministério da Saúde revisou o fluxograma: valorizou os sinais de desidratação, incluiu o pulso no plano B, a perda de peso, o tempo de diarreia, mudou os volumes do plano C por faixa etária e incluiu antiemético e novos antibióticos. A avaliação segue quatro etapas: observe, explore, decida e trate.1
| Etapa | A (sem desidratação) | B (com desidratação) | C (desidratação grave) |
|---|---|---|---|
| Estado geral | Ativo, alerta | Irritado, intranquilo | Comatoso, hipotônico, letárgico ou inconsciente* |
| Olhos | Sem alteração | Fundos | Fundos |
| Sede | Sem sede | Sedento, bebe rápido e avidamente | Não é capaz de beber* |
| Lágrimas | Presentes | Ausentes | Ausentes |
| Boca e língua | Úmidas | Secas ou levemente secas | Muito secas |
| Sinal da prega abdominal | Desaparece imediatamente | Desaparece lentamente | Muito lentamente (> 2 s) |
| Pulso | Cheio | Cheio | Fraco ou ausente* |
| Perda de peso | Sem perda | Até 10% | Acima de 10% |
| Decida | Sem sinais de desidratação | ≥ 2 sinais: com desidratação | ≥ 2 sinais, ao menos um com *: grave |
Cartaz "Manejo do paciente com diarreia" (MS, 2023). A perda de peso é necessária no paciente internado que evolui com diarreia e vômitos. Na dúvida entre duas classificações, trata-se o pior cenário.2
As fontes divergem: Enchimento capilar e padrão respiratório
O quadro do MS não usa o tempo de enchimento capilar. O UpToDate aponta como melhores sinais isolados de hipovolemia a perda de peso, as mucosas secas, o enchimento capilar prolongado, a perda do turgor e a respiração profunda e rápida, além de taquicardia, hipotensão e fontanela deprimida.3 O pulso cheio no plano B é uma das mudanças de 2023.1
3Plano A: prevenir a desidratação em casa
- Mais líquido que o habitual: líquidos caseiros (água, chá, suco, água de coco, sopas) ou SRO após cada evacuação e vômito, em pequenas quantidades. Sem refrigerantes; de preferência, sem adoçar chá ou suco.2
- Alimentação habitual mantida. Em aleitamento materno exclusivo, o único líquido além do leite é o SRO.2
- Retorno imediato se não melhorar em 2 dias ou com piora da diarreia, vômitos repetidos, sangue nas fezes, diminuição da diurese, muita sede ou recusa alimentar.2
- Orientar o reconhecimento da desidratação, o preparo do SRO e a higiene (mãos, água, alimentos).2
- Zinco 1 vez ao dia por 10 a 14 dias: 10 mg/dia até 6 meses; 20 mg/dia de mais de 6 meses a menores de 5 anos.1,2
4Plano B: reidratação oral na unidade de saúde
O plano B é feito no estabelecimento de saúde, e o paciente fica até a reidratação completa. Como orientação inicial, 50 a 100 mL/kg de SRO (média de 75 mL/kg) em 4 a 6 horas; o volume real depende da sede, e o SRO é oferecido continuamente até desaparecerem os sinais de desidratação, quando se volta ao plano A.2
- Continua desidratado, com pouca tolerância à via oral: sonda nasogástrica (gastróclise).1,2
- Evoluiu para desidratação grave ou alteração do sensório: plano C, com hidratação venosa imediata.1
- Sem melhora após 6 horas: encaminhar ao hospital de referência. A SBP considera prudente encaminhar já após 3 a 4 horas sem melhora.1
- Aleitamento mantido se tolerado; a alimentação habitual é reiniciada após a fase de reidratação.1
| Idade (peso) | Ondansetrona VO, dose única |
|---|---|
| 6 meses a 2 anos | 2 mg (0,2–0,4 mg/kg) |
| > 2 a 10 anos (até 30 kg) | 4 mg |
| > 10 anos (> 30 kg) e adultos | 8 mg |
Indicada no plano B se houver vômitos persistentes. Alerta da Anvisa: não usar em gestantes; a SBP pede cautela em lactentes. A metoclopramida é proibida para menores de 18 anos.1,2
As fontes divergem: Ondansetrona: dose, idade e indicação
O UpToDate sugere ondansetrona oral em dose única de 0,15 mg/kg (máximo de 8 mg) a partir de 6 meses, apenas na desidratação leve a moderada com vômitos que atrapalham a TRO, e é contra o uso de rotina na criança sem desidratação.3 O Lexidrug aceita a partir de 3 meses: < 15 kg, 0,2 mg/kg; 15–30 kg, 4 mg; > 30 kg, 8 mg, podendo repetir se vomitar em 15 minutos.4 O MS começa aos 6 meses, com doses fixas por faixa.2
As fontes divergem: Tempo da TRO e osmolaridade do SRO
O UpToDate usa os mesmos 50–100 mL/kg, mas em 3 a 4 horas, com ondansetrona 15 minutos antes de recomeçar a TRO em quem vomita.5 Em 2023, a SBP lembrava que a OMS recomenda desde 2005 o SRO de osmolaridade reduzida (sódio de 75 mmol/L), associado a menos vômitos e diarreia mais curta, e que o MS ainda não havia feito a troca da solução de 90 mmol/L.1
5Plano C: desidratação grave
Desidratação grave tem perda de peso acima de 10% e pede reidratação venosa em duas fases, iniciada na própria unidade enquanto se providencia a transferência. Perfusão lentificada e taquicardia importante indicam choque hipovolêmico; acidose metabólica e outros distúrbios hidroeletrolíticos podem acompanhar.1
| Fase de expansão (SF 0,9% ou Ringer lactato) | 1ª etapa | 2ª etapa |
|---|---|---|
| Menores de 1 ano | 30 mL/kg em 1 h | 70 mL/kg em 5 h |
| A partir de 1 ano | 30 mL/kg em 30 min | 70 mL/kg em 2 h 30 min |
| Recém-nascidos e < 5 anos com cardiopatia grave | Começar com 10 mL/kg | Ajustar pela clínica |
Cartaz do Ministério da Saúde (2023).2
| Manutenção e reposição (24 h) | Prescrição |
|---|---|
| Manutenção: SG 5% + SF 0,9% (4:1) | Até 10 kg: 100 mL/kg · 10–20 kg: 1.000 mL + 50 mL/kg acima de 10 kg · > 20 kg: 1.500 mL + 20 mL/kg acima de 20 kg (máx. 2.000 mL) |
| Reposição: SG 5% + SF 0,9% (1:1) | Iniciar com 50 mL/kg/dia e reavaliar pelas perdas |
| KCl 10% | 2 mL para cada 100 mL da solução de manutenção |
- Reavaliar em 2 horas: persistindo o choque, repetir a expansão; senão, manutenção e balanço hídrico.1
- SRO por via oral assim que o paciente puder beber, em geral 2 a 3 horas após o início da via venosa, ao mesmo tempo.2
- Suspender a via venosa só quando o SRO mantiver a hidratação; observar por ao menos 6 horas.2
As fontes divergem: Volume da primeira etapa a partir de 1 ano
O cartaz do MS traz 30 mL/kg em 30 minutos para quem tem 1 ano ou mais.2 O Quadro 6 do Guia Prático da SBP, que cita o mesmo cartaz como fonte, imprime 10 mL/kg em 30 minutos nessa faixa; o texto acima segue o documento original do MS.1 O UpToDate, fora do esquema da OMS, faz bolus rápido de 20 mL/kg de cristaloide isotônico na desidratação grave e passa à TRO assim que o paciente estabiliza.5
6Criança com desnutrição grave
Na desnutrição grave, com ou sem edema, os sinais de desidratação se confundem com os da desnutrição; vale olhar atividade, pulso, frequência cardíaca e perfusão das extremidades. A OMS recomenda solução com sódio 45 mmol/L, potássio 40 mmol/L e glicose 125 mmol/L. Como ela não está disponível no Brasil, a SBP orienta diluir o sachê de SRO em 2 litros de água e acrescentar KCl e glicose até 40 mEq de potássio e 30 g de glicose por litro.1
Se for preciso usar a via venosa, não superestimar a desidratação: 10 mL/kg de SF 0,9% com reavaliação a cada hora, para evitar sobrecarga. Tratar deficiências associadas, como vitamina A e zinco.1 Desnutrido grave desidratado inicia a reidratação na hora e é encaminhado levando envelopes de SRO para continuar no caminho.2
7Zinco, antibióticos e outros medicamentos
| Situação | Conduta pelo MS (2023) |
|---|---|
| Zinco, < 5 anos | Até 6 meses: 10 mg/dia · > 6 meses a < 5 anos: 20 mg/dia; 1×/dia por 10 a 14 dias |
| Disenteria, até 30 kg (≥ 3 meses, sem imunodeficiência) | Azitromicina 10 mg/kg/dia no 1º dia e 5 mg/kg/dia por mais 4 dias; alternativa: ceftriaxona 50 mg/kg IM 1×/dia por 3 a 5 dias |
| Disenteria, < 3 meses ou imunodeficiência | Ceftriaxona 50–100 mg/kg EV 1×/dia (fora do hospital, 1ª dose IM e referenciar) |
| Disenteria, > 30 kg (> 10 anos) | Ciprofloxacino 500 mg 12/12 h por 3 dias; alternativa: ceftriaxona 50–100 mg/kg IM por 3 a 5 dias |
| Amebíase (falha na shigelose ou trofozoítos com hemácias) | Metronidazol 50 mg/kg/dia, 3×/dia, por 10 dias |
| Giardíase (diarreia ≥ 14 dias, cistos ou trofozoítos) | Metronidazol 15 mg/kg/dia, 3×/dia, por 5 dias |
Antibiótico só na diarreia com sangue e comprometimento do estado geral (ou febre alta persistente, dor, tenesmo) e na cólera grave. Reavaliar em 2 dias; sangue persistente após 48 h em criança até 10 anos: internar. Antidiarreicos não devem ser usados.2
Zinco: o Lexidrug traz o mesmo esquema, em zinco elementar (10 mg/dia abaixo de 6 meses; 20 mg/dia acima, por 10 a 14 dias), iniciado junto com o SRO, e cita doses de 5 a 10 mg/dia como não inferiores e com menos vômitos.6
As fontes divergem: Zinco em país de renda alta
O MS e a SBP indicam zinco para todo menor de 5 anos com diarreia.1,2 O UpToDate sugere não usar zinco na gastroenterite viral em países de renda alta, onde a deficiência é rara e não houve benefício (grau 2B);3 o Lexidrug classifica a indicação como diarreia no desnutrido.6
Racecadotrila (antissecretor): a SBP a considera adjuvante possível, como a ESPGHAN e a diretriz ibero-latino-americana, na dose de 1,5 mg/kg 3×/dia, contraindicada abaixo de 3 meses; o MS não menciona antissecretores. Probióticos: pela ESPGHAN 2023, *S. boulardii* CNCM I-745 (250–750 mg/dia), *L. rhamnosus* GG (≥ 10¹⁰ UFC/dia) e *L. reuteri* DSM 17938 (10⁸ a 4 × 10⁸ UFC/dia), por 5 a 7 dias, reduzem a diarreia em cerca de 1 dia.1
As fontes divergem: Racecadotrila e probióticos
O UpToDate sugere não usar antidiarreicos, incluindo os antissecretores, e considera incerto o benefício da racecadotrila; desestimula probióticos de modo geral, decidindo caso a caso, e lembra que a ESPGHAN não recomenda probióticos de rotina, apenas ordena as cepas para quem decidir usar.3 A SBP apresenta as duas opções como coadjuvantes e aponta que ainda falta a ampla oferta de zinco e probióticos na rede pública.1
8Quando internar ou encaminhar
- Plano C: transferência o quanto antes, com a expansão já iniciada na unidade.2
- Plano B sem melhora em 6 horas (na prática, 3 a 4 horas).1
- Diarreia > 14 dias em menor de 6 meses ou com desidratação (reidratar antes de encaminhar).2
- Disenteria com sangue persistente após 48 horas de antibiótico, em criança até 10 anos.2
- Pelo UpToDate, também: choque, desidratação moderada com recusa da via oral, vômitos incoercíveis ou biliosos, falha da TRO, alteração neurológica e falta de condições de cuidado em casa.3
Falha da reidratação ou piora apesar dela obriga a pensar em diagnósticos que imitam a gastroenterite: obstrução intestinal (intussuscepção, apendicite, má rotação), cetoacidose diabética e colite por *C. difficile*. Febre de 39 °C ou mais pede busca de outro foco (pneumonia, otite, amigdalite, ITU).2,3
9Pegadinhas de prova
- Pulso cheio está nas colunas A e B; pulso fraco ou ausente é sinal com asterisco e leva ao plano C.2
- Classificação: dois sinais bastam para o plano B; para o C, dois sinais com ao menos um asterisco. Na dúvida, o pior cenário.2
- Plano B é na unidade; 75 mL/kg é só a média inicial, quem manda é a sede.2
- Ondansetrona é dose única e só no plano B com vômitos persistentes; metoclopramida é proibida para menores de 18 anos.1,2
- No plano C, a 1ª etapa é 30 mL/kg nas duas faixas; o que muda é o tempo (1 h no menor de 1 ano, 30 min a partir de 1 ano).2
Perguntas frequentes
Quais são os planos A, B e C da diarreia?
Pelo Ministério da Saúde (2023): plano A, sem desidratação, é prevenir a desidratação em casa com líquidos, SRO após cada evacuação, alimentação mantida e zinco; plano B, com desidratação, é SRO 50 a 100 mL/kg em 4 a 6 horas na unidade; plano C, desidratação grave, é expansão venosa com SF 0,9% ou Ringer lactato e depois manutenção e reposição.
Qual a dose de zinco na diarreia aguda?
Pelo MS e pela SBP, 10 mg/dia até 6 meses e 20 mg/dia de mais de 6 meses a menores de 5 anos, 1 vez ao dia, por 10 a 14 dias (zinco elementar, no Lexidrug).
Qual a dose de ondansetrona na criança com diarreia?
Pelo MS, dose única oral no plano B com vômitos persistentes: 2 mg de 6 meses a 2 anos (0,2 a 0,4 mg/kg), 4 mg de 2 a 10 anos (até 30 kg) e 8 mg acima de 10 anos ou 30 kg. O UpToDate usa 0,15 mg/kg, máximo de 8 mg.
Qual o volume da expansão no plano C?
SF 0,9% ou Ringer lactato: no menor de 1 ano, 30 mL/kg em 1 hora e 70 mL/kg em 5 horas; a partir de 1 ano, 30 mL/kg em 30 minutos e 70 mL/kg em 2 horas e 30 minutos. Recém-nascido e menor de 5 anos com cardiopatia grave começam com 10 mL/kg.
Quando usar antibiótico na diarreia aguda?
Só na diarreia com sangue e comprometimento do estado geral e na cólera grave. Até 30 kg, azitromicina por 5 dias (alternativa: ceftriaxona IM); acima de 30 kg, ciprofloxacino por 3 dias.
Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.
Referências
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 74: Diarreia Aguda Infecciosa. Departamento Científico de Gastroenterologia, 6 de junho de 2023. sbp.com.br ↗
- Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Manejo do paciente com diarreia: avaliação do estado de hidratação do paciente (cartaz). Brasília, 2023. gov.br ↗
- Acute viral gastroenteritis in children in resource-abundant countries: Management and prevention. UpToDate, tópico atualizado em 6 de agosto de 2026. uptodate.com ↗
- Lexidrug. Ondansetron: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Oral rehydration therapy. UpToDate, tópico atualizado em 6 de agosto de 2025. uptodate.com ↗
- Lexidrug. Zinc sulfate: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
Questões comentadas sobre o tema
Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.