Pontos-chave
- Caso suspeito: febre + exantema maculopapular morbiliforme cefalocaudal + tosse, coriza ou conjuntivite, independentemente de idade e vacinação; ou febre e exantema com viagem ou contato com viajante nos últimos 30 dias.1
- Notificação imediata, em até 24 horas, coleta de sangue, swab naso/orofaríngeo e urina no primeiro atendimento, isolamento até 4 dias após o início do exantema.2,3
- Tratamento de suporte e vitamina A em duas doses (dia da suspeita e dia seguinte): 50.000 UI (< 6 meses), 100.000 UI (6–11 meses), 200.000 UI (12–59 meses).4
- Contatos: bloqueio vacinal em até 72 horas (dose zero de 6 a 11 meses); imunoglobulina em até 6 dias para quem não pode ser vacinado.2,5,6
Neste artigo
- Cenário epidemiológico em 2026
- Definição de caso suspeito e notificação
- Quadro clínico, linha do tempo e complicações
- Diagnóstico laboratorial
- Conduta: suporte, vitamina A e isolamento
- Quando internar
- Contatos e profilaxia pós-exposição
- Vacinação de rotina: MS e SBP
- Pegadinhas de prova
- Como o tema cai na prova
- Perguntas frequentes
- Referências
1Cenário epidemiológico em 2026
O Brasil foi recertificado pela OPAS como livre da circulação endêmica do sarampo em novembro de 2024. Em 2025 foram 38 casos confirmados, 25 deles num surto no Tocantins; em 2026, até a SE 38, 42 casos, 36 no estado de São Paulo.7
Nas Américas, até a SE 26 de 2026, a OPAS/OMS contabilizava 43.858 casos confirmados, com maior concentração na Guatemala e no México. A Portaria GM/MS nº 11.211, de 13 de maio de 2026, manteve o sarampo como doença de notificação imediata.8
2Definição de caso suspeito e notificação
A NT Conjunta nº 344/2025 substituiu a definição do Guia de Vigilância (6ª ed. revisada, 2024) e acrescentou dois critérios. É caso suspeito todo indivíduo com:1
- a) febre e exantema maculopapular morbiliforme de direção cefalocaudal, com tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite, independentemente da idade e da situação vacinal; ou1
- b) febre e exantema com história de viagem para local com circulação do vírus nos últimos 30 dias, ou contato, no mesmo período, com quem viajou; ou1
- c) febre e exantema maculopapular com IgM reagente para sarampo.1
O profissional que suspeita deve notificar em até 24 horas a vigilância municipal; a vigilância investiga em até 48 horas. O laboratório público ou privado com resultado reagente ou detectável também notifica em 24 horas e encaminha a amostra ao Lacen. A NT 344 não recomenda sorologia em assintomáticos.1,2
3Quadro clínico, linha do tempo e complicações
Pródromo com febre alta (> 38,5 °C), tosse seca, coriza, conjuntivite não purulenta e fotofobia; manchas de Koplik (pontos brancos na mucosa jugal, na altura do terceiro molar) antecedem o exantema. Do 2º ao 4º dia do pródromo surge o exantema maculopapular morbiliforme cefalocaudal; na remissão, ele escurece e pode haver descamação furfurácea.3
| Período | Pela NT 345/2025 do MS |
|---|---|
| Incubação | 7 a 21 dias, da exposição ao exantema |
| Exposição provável | 7 a 21 dias antes do início do exantema |
| Transmissibilidade | 6 dias antes até 4 dias depois do início do exantema (-6d +4d) |
| Monitoramento de contatos | Até 30 dias após a última exposição |
| Vírus no ambiente | Até 2 horas no ar ou em superfícies após a saída do caso |
Linha do tempo da NT Conjunta nº 345/2025, que substitui a do Guia de Vigilância.2
Complicações: otite média, diarreia, pneumonia e laringotraqueobronquite são as comuns; encefalite (1 a 4 por 1.000 casos) e panencefalite esclerosante subaguda (4 a 11 por 100.000, em média 7 a 10 anos depois) são raras. São mais frequentes em menores de 5 anos, desnutridos, deficientes de vitamina A, gestantes e imunocomprometidos. Febre por mais de 3 dias após o exantema é sinal de alerta para complicação.3
As fontes divergem: Incubação e transmissibilidade
O MS usa incubação de 7 a 21 dias e transmissibilidade de 6 dias antes a 4 dias depois do exantema.2 O UpToDate descreve incubação de 6 a 21 dias (mediana de 13) e contágio de 5 dias antes a 4 dias depois.9 O texto da SBP para famílias fala em 4 a 6 dias antes, com pico de 48 horas antes a 48 horas depois do exantema.10
4Diagnóstico laboratorial
O diagnóstico laboratorial é o padrão-ouro e a coleta deve ser feita no primeiro atendimento de todo caso suspeito. Sorologia (IgM e IgG) no Lacen; RT-PCR em swab combinado naso/orofaríngeo e urina para detecção e genotipagem.2,11
| Amostra | Prazo |
|---|---|
| Sangue (S1), IgM e IgG | Do 1º ao 30º dia do exantema |
| Segunda amostra (S2) | 15 a 25 dias após a S1, para soroconversão |
| Swab naso/orofaríngeo (3 swabs, 1 tubo) | Preferencialmente do 1º ao 7º dia; no máximo até o 14º |
| Urina (10 a 50 mL, jato médio) | Preferencialmente do 1º ao 7º dia; no máximo até o 10º |
Prazos da NT Conjunta nº 345/2025, que substitui os do Guia de Vigilância.2,3
- IgM precoce: pode ser falso-negativa em até 25% quando colhida antes do 5º dia de exantema; o pico ocorre em 1 a 3 semanas.3
- Vacina recente: IgM ou soroconversão não confirmam caso se a vacina foi dada de 8 dias a 8 semanas antes da coleta, sem transmissão na comunidade nem viagem; o sequenciamento diferencia vírus selvagem e vacinal.3
- Em surto, resultado positivo de qualquer laboratório, inclusive privado, vale como critério laboratorial até o fim da investigação.2
- Diagnóstico diferencial: rubéola, exantema súbito, dengue, eritema infeccioso, chikungunya, zika, enteroviroses e riquetsiose. Amostras negativas para arboviroses entram na busca ativa laboratorial.2,3
5Conduta: suporte, vitamina A e isolamento
Não há tratamento antiviral específico. Hidratação, suporte nutricional e controle da febre; antibiótico é contraindicado, exceto em infecção bacteriana secundária (otite, pneumonia). Muitas crianças levam 4 a 8 semanas para recuperar o estado nutricional.3,4
| Idade | Palmitato de retinol (VO) | Posologia |
|---|---|---|
| < 6 meses | 50.000 UI | 2 doses: no dia da suspeita e no dia seguinte |
| 6 a 11 meses e 29 dias | 100.000 UI | 2 doses: no dia da suspeita e no dia seguinte |
| 12 a 59 meses | 200.000 UI | 2 doses: no dia da suspeita e no dia seguinte |
Quadro 2 da NT Conjunta nº 02/2025 do MS, adaptado da OMS (2020), para todo caso suspeito em menor de 5 anos, independentemente de doses prévias e da vacinação. Com sinais de deficiência (xeroftalmia, manchas de Bitot, úlcera de córnea), terceira dose 4 a 6 semanas depois.4
- Cápsulas do PNSVA: as de 100.000 e 200.000 UI foram liberadas em caráter excepcional para o sarampo e não devem ser fracionadas para o menor de 6 meses; para ele, solução oral manipulada de 150.000 UI/mL.4
- Isolamento domiciliar: afastar de escola, creche, trabalho e aglomerações até 4 dias após o início do exantema.3
- No serviço de saúde: máscara cirúrgica no paciente, sala separada e precaução para aerossóis; a sala não deve ser usada por 2 horas após a saída do caso.3,9
- Internado: precaução para aerossóis até 4 dias após o exantema; no imunocomprometido, durante toda a doença, pela eliminação prolongada do vírus.3
As fontes divergem: Vitamina A: para quem
O MS indica vitamina A a toda criança menor de 5 anos com suspeita de sarampo, alinhado à OMS.4 O Guia de Vigilância de 2024 e a página do MS trazem a última faixa como "maiores de 12 meses", sem limite superior.3,11 O UpToDate sugere vitamina A no sarampo grave, no congênito e em locais com poucos recursos, e cita especialistas que a dão a todos.9
6Quando internar
O isolamento hospitalar sem indicação clínica de internação não é recomendado. A internação pode ser necessária nas complicações (infecções respiratórias, otites, doença diarreica e quadros neurológicos), principalmente em desnutridos e imunocomprometidos. O MS considera grave o caso que exige internação por 24 horas ou mais, deixa sequela ou traz risco de morte.3
7Contatos e profilaxia pós-exposição
Contato próximo é quem esteve, por qualquer tempo, em sala fechada com o caso durante a transmissibilidade, ou nela entrou até 2 horas depois; quem teve contato físico; o profissional que o atendeu; e o contato domiciliar ou de creche e alojamento. Todos são monitorados por até 30 dias.2
O bloqueio vacinal é seletivo (confere a caderneta) e deve ser feito em até 72 horas da identificação do caso; depois disso, a ação passa a se chamar intensificação. Na vizinhança, varredura casa a casa num raio de cerca de 5 quarteirões.2
| Contato | Conduta |
|---|---|
| < 6 meses | Vacina contraindicada. Imunoglobulina humana em até 6 dias da exposição |
| 6 a 11 meses e 29 dias | Dose zero (D0) da tríplice viral; não vale para o calendário: D1 aos 12 meses (intervalo mínimo de 30 dias) e D2 aos 15 meses |
| 12 meses a 4 anos, não vacinado | D1 da tríplice viral e D2 com tetraviral ou tríplice viral + varicela, com intervalo mínimo de 30 dias |
| 15 meses a 4 anos, só com D1 | D2 (tetraviral ou tríplice viral + varicela), intervalo mínimo de 30 dias |
| 5 a 29 anos | Completar 2 doses de tríplice viral |
| Gestante suscetível ou imunodeprimido grave | Vacina contraindicada. Imunoglobulina humana em até 6 dias da exposição |
Vacinação pelo Quadro 1 da NT Conjunta nº 345/2025 e pela NT nº 21/2026; imunoglobulina pelo protocolo do Programa Municipal de Imunizações de São Paulo (2026).2,5,6
- Dose zero por fabricante: de 6 a 8 meses e 29 dias, tríplice viral Bio-Manguinhos ou MSD; de 9 a 11 meses e 29 dias, Serum Institute of India, contraindicada na alergia à proteína do leite de vaca. Imunossupressão grave contraindica todas.5
- Imunoglobulina (São Paulo): 150 mg/kg IV. No contato diário (casa, creche, escola), conta-se a exposição a partir de 4 dias antes do exantema do caso, o que deixa só 2 dias após o exantema para aplicá-la a tempo. Quem recebe IGIV de rotina (100 a 400 mg/kg) nas 3 semanas anteriores dispensa.6
- Depois da imunoglobulina: intervalo de 6 meses para vacina de vírus vivo.6 O MS fala em adiar de 3 a 11 meses, conforme o hemoderivado e a dose.12
- Caso suspeito não é vacinado: espera-se a investigação, a coleta e a resolução dos sintomas.12
As fontes divergem: Imunoglobulina: dose e via
O protocolo municipal de São Paulo usa imunoglobulina humana IV 150 mg/kg em até 6 dias.6 O UpToDate segue o esquema americano: imunoglobulina IM 0,5 mL/kg (máx. 15 mL) em até 6 dias de 0 a 5 meses, e de 4 a 6 dias no lactente de 6 a 11 meses que perdeu a janela da vacina; IGIV 400 mg/kg na gestante e no imunodeprimido grave.13 O Guia de Vigilância e as notas técnicas federais consultadas não fixam dose.3
8Vacinação de rotina: MS e SBP
Pelo Calendário Nacional, tríplice viral aos 12 meses e segunda dose aos 15 meses, com a varicela; a tetraviral substitui a varicela quando esta falta. Esquema completo: 2 doses de 1 a 29 anos; 1 dose de 30 a 59 anos. A vacina é contraindicada na gestação e abaixo dos 6 meses.12,14
A SBP recomenda, aos 12 meses, tríplice viral e varicela em injeções separadas ou a tetraviral (que causa mais febre na primeira dose) e, aos 15 meses, a segunda dose preferencialmente com a tetraviral, com intervalo mínimo de 3 meses. Em surto ou exposição domiciliar, admite tríplice viral de 6 a 12 meses, sem validade para o esquema; evitar a aplicação simultânea com febre amarela abaixo de 2 anos (intervalo ideal de 30 dias).15
Duas doses têm eficácia de 97% a 99%; eventos graves, como encefalite, ocorrem em cerca de 1 por milhão de doses. A SBP endossa a dose zero do MS como medida tática de intensificação e de bloqueio.16
As fontes divergem: Segunda dose: tetraviral ou tríplice + varicela
O Calendário Nacional vigente dá a segunda dose da tríplice viral aos 15 meses junto com a varicela monovalente e reserva a tetraviral para a falta da varicela.14 A SBP prefere a tetraviral nessa dose, com intervalo mínimo de 3 meses da dose anterior,15 e textos da própria SBP de 2025 ainda descrevem a tetraviral aos 15 meses como rotina do PNI.10
9Pegadinhas de prova
- Koplik precede o exantema (cerca de 48 h) e é considerado patognomônico; o exantema começa na face e atrás das orelhas e desce.3,9
- Febre que persiste além do 3º dia de exantema sugere complicação, e a pneumonia é a principal causa de morte.3,11
- Notifica-se a suspeita, sem esperar a confirmação: 24 horas para notificar, 48 horas para investigar, 72 horas para o bloqueio, 6 dias para a imunoglobulina, 30 dias de monitoramento.2,6
- Dose zero não conta: D1 aos 12 meses e D2 aos 15 continuam obrigatórias.5,16
- Vitamina A é para o caso suspeito, em duas doses, não para o contato.4
- Antibiótico só com infecção bacteriana secundária; não há indicação profilática no protocolo do MS.3
- Tríplice viral é vírus vivo: contraindicada na gestante, no imunodeprimido grave, abaixo dos 6 meses e no caso suspeito.5,12
10Como o tema cai na prova
Perguntas frequentes
Qual a definição de caso suspeito de sarampo do Ministério da Saúde?
Pela NT Conjunta nº 344/2025: febre e exantema maculopapular morbiliforme cefalocaudal com tosse, coriza ou conjuntivite, em qualquer idade e situação vacinal; ou febre e exantema com viagem a local com circulação viral ou contato com viajante nos últimos 30 dias; ou febre e exantema com IgM reagente.
Qual a dose de vitamina A no sarampo?
Duas doses por via oral, no dia da suspeita e no dia seguinte: 50.000 UI abaixo de 6 meses, 100.000 UI de 6 a 11 meses e 200.000 UI de 12 a 59 meses, pela NT Conjunta nº 02/2025 do MS. Com sinais de deficiência de vitamina A, uma terceira dose 4 a 6 semanas depois.
Em quanto tempo notificar um caso suspeito de sarampo?
Em até 24 horas, à vigilância epidemiológica municipal, por qualquer profissional ou serviço, público ou privado. A vigilância investiga em até 48 horas e faz o bloqueio vacinal dos contatos em até 72 horas.
O que é a dose zero da vacina contra o sarampo?
Uma dose extra de tríplice viral aplicada de 6 a 11 meses e 29 dias em bloqueio vacinal, varredura ao redor de caso suspeito ou confirmado, áreas de risco e viagens para locais com surto. Não substitui as doses de 12 e 15 meses.
Quando indicar imunoglobulina na exposição ao sarampo?
Para contatos suscetíveis que não podem ser vacinados (menores de 6 meses, gestantes sem imunidade e imunodeprimidos graves), em até 6 dias da exposição. O protocolo de São Paulo usa 150 mg/kg IV; o UpToDate, IM 0,5 mL/kg no lactente e IGIV 400 mg/kg na gestante e no imunodeprimido grave.
Por quanto tempo isolar a criança com sarampo?
Até 4 dias após o início do exantema, em casa ou, se internada, com precaução para aerossóis. No imunocomprometido, a precaução vale por toda a doença, porque a eliminação do vírus é prolongada.
Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.
Referências
- Ministério da Saúde. Nota Técnica Conjunta nº 344/2025-CGVDI/DPNI/SVSA/MS: atualização da definição de caso suspeito de sarampo e rubéola, que substitui itens do Guia de Vigilância em Saúde. 1º de outubro de 2025. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Nota Técnica Conjunta nº 345/2025-CGVDI/DPNI/SVSA/MS: conduta frente a caso suspeito ou confirmado de sarampo, vacinação, rastreamento e monitoramento de contatos. 1º de outubro de 2025. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde, volume 1, 6ª edição revisada, capítulo Sarampo. Brasília, 2024. bvsms.saude.gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Nota Técnica Conjunta nº 02/2025-SCTIE/SAPS/SVSA/MS: uso do palmitato de retinol (vitamina A) em crianças menores de 5 anos com suspeita de sarampo. Assinada em janeiro de 2026, publicada em 6 de fevereiro de 2026. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 21/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS: dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses em bloqueio vacinal e varredura. 9 de abril de 2026. gov.br ↗
- Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde, Programa Municipal de Imunizações. Uso de imunoglobulina humana na profilaxia pós-exposição ao sarampo. Versão 3, julho de 2026. prefeitura.sp.gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Sarampo: situação epidemiológica (dados de 2026 até a semana epidemiológica 38). Consultado em 4 de outubro de 2026. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Nota Técnica Conjunta nº 234/2026-CGVDI/DPNI/SVSA/MS: alerta para identificação de casos suspeitos de sarampo diante do cenário nacional e internacional. 8 de setembro de 2026. gov.br ↗
- Gans H, Maldonado YA. Measles: Clinical manifestations, diagnosis, treatment, and prevention. UpToDate, tópico atualizado em 30 de setembro de 2026. uptodate.com ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Pediatria para Famílias: Sarampo, informações para pais e cuidadores. Departamento Científico de Infectologia, setembro de 2025. sbp.com.br ↗
- Ministério da Saúde. Sarampo: sintomas, transmissão, complicações, diagnóstico e tratamento (Saúde de A a Z). Consultado em 4 de outubro de 2026. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Sarampo: perguntas frequentes. Publicado em 6 de fevereiro de 2026. gov.br ↗
- Boom JA. Measles, mumps, and rubella immunization in infants, children, and adolescents. UpToDate, tópico atualizado em 11 de agosto de 2026. uptodate.com ↗
- Ministério da Saúde. Calendário Nacional de Vacinação: criança. Consultado em 4 de outubro de 2026. gov.br ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 56: Calendário de Vacinação da SBP, atualização 2026/2027. Departamento Científico de Imunizações, 28 de julho de 2026. sbp.com.br ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 03: Sarampo: cenário atual, reintrodução e a "Dose Zero" na prática pediátrica brasileira. Departamento Científico de Imunizações, 18 de agosto de 2025. sbp.com.br ↗
Questões comentadas sobre o tema
Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.