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Pediatrando

Algumas infecções maternas ocorridas durante a gestação, uso de algumas medicações e até algumas doenças maternas crônicas frequentemente se associam a cardiopatias congênitas dos bebês. Sobre essa temática, o melhor que se pode se relacionar é

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Resposta: A

  1. A) a rubéola, se ocorrer no 1º trimestre da gestação, pode resultar em estenose pulmonar e persistência do canal arterial (PCA) no recém-nascido.

    Rubéola gestacional pode causar PCA e estenose de artérias pulmonares.

  2. B) ingesta excessiva de álcool pode acarretar a síndrome alcoólica fetal, porém esta não tem associação com a presença de cardiopatias.

    Exposição alcoólica fetal pode associar malformações cardíacas.

  3. C) o diabete materno diminui o risco de transposição das grandes artérias, CIV, PCA e de cardiomiopatia hipertrófica.

    Diabetes materno aumenta, não diminui, risco de cardiopatias e hipertrofia miocárdica.

  4. D) anfetaminas, anticonvulsivantes (p.ex., fenitoínas), progesterona e estrogênios são pouco teratogênicos.

    Risco teratogênico depende da substância, dose e período; não cabe essa minimização generalizada.

Resumo para lembrar

Rubéola congênita pode causar cardiopatia, catarata e perda auditiva. Risco e manifestações dependem do período da infecção gestacional.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.