Hiponatremia com sintomas neurológicos graves pode exigir salina hipertônica; restrição isolada não serve para toda apresentação. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.
Escolar, sexo masculino, 9 anos de idade, está internado em enfermaria por pneumonia lobar direita, em uso de ceftriaxone endovenoso. No 3º dia de internação, já está afebril há 24 horas, mas evolui com letargia, cefaleia e vômitos. Ao exame clínico, paciente em regular estado geral, corado, sem sinais de desidratação, mucosas úmidas e pulsos cheios. Sonolento, escala de coma de Glasgow: 14; PA: 90/55 mmHg; FC: 110 bpm; FR 22 irpm; SpO2: 96% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com discretos estertores em ápice direito, sem sinais de desconforto respiratório. Inicialmente, é repetida radiografia de tórax, que demonstra resolução parcial da pneumonia. São colhidos exames laboratoriais com Hb: 10,2 g/dL; Ht: 32%; leucócitos: 12.540; plaquetas: 320.000; proteína C reativa: 42 mg/L (anterior de 124 mg/ L). Sódio: 121 mEq/L; potássio: 4,4 mEq/L; ureia: 32 mg/L; creatinina: 0,52 mg/L. Gasometria venosa com pH: 7,41; pCO2: 41 mmHg; bicarbonato: 21 mEq/L. Glicemia: 88 mg/dL. Sódio urinário: 42 mEq/L (elevado). Qual é a conduta hospitalar mais adequada neste momento?
Dúvidas respondidas
Perguntas de quem estudou esta questão, respondidas com a fonte ao lado.
Fontes 1
- HyponatraemiaRoyal Children's Hospital, versão online · conferida em 22/09/2026
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