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Pediatrando

Menina de 15 anos, chega ao atendimento após crise convulsiva tônico clônica inédita, que durou cerca de 10 minutos e cedeu após receber 10mg de diazepam venoso. Familiares negam febre ou sintomas respiratórios. Não houve traumatismo craniano. Apresenta Glasgow 13, mantendo sonolência e referindo cefaleia nos momentos em que acorda. Pupilas simétricas, reflexo pupilar diminuido à luz. Ao exame: FC: 98 bpm, FR: 18 ipm. PA: 160x105 mmHg, SatO2: 95% em ar ambiente. Ausculta cardíaca sem sopros, pulsos cheios em membros superiores e inferiores. Ausculta pulmonar sem alterações. Abdome sem massas. Teste rápido descarta gestação. Qual medicamento deve ser prescrito?

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Resposta: D

  1. A) Captopril.

    Captopril oral não oferece titulação adequada para emergência hipertensiva neurológica.

  2. B) Levetiracetam.

    Anticonvulsivante pode controlar crise, mas não corrige a hipertensão causal.

  3. C) Manitol.

    Manitol depende de indicação de hipertensão intracraniana, não de pressão arterial elevada isolada.

  4. D) Nitroprussiato.

    Vasodilatador intravenoso titulável pode ser usado sob monitorização; reduzir pressão de forma controlada.

Resumo para lembrar

Hipertensão grave com manifestação neurológica caracteriza possível emergência hipertensiva. A redução pressórica deve ser controlada e monitorizada para evitar hipoperfusão.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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