Suspeita de coqueluche requer precaução por gotículas, e não apenas contato. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.
Lactente de 3 meses, peso de 4600g, está apresentando tosse há 11 dias, com episódios persistentes, chegando a apresentar vômito após alguns deles. Mãe nega febre no período. Procurou atendimento médico na primeira semana, sendo realizado painel viral negativo para coronavirus, influenza e sincicial respiratório. Está em uso de solução fisiológica para lavagem nasal, sem melhora do quadro. Volta hoje ao pronto atendimento devido a persistência da tosse e dificuldade para dormir. Antecedentes: mãe adolescente, não realizou pré-natal, teste rápido de HIV e VDRL maternos negativos no dia do parto; pesou 2650 g ao nascer; recebeu as vacinas de BCG e Hepatite B até o momento. Nega tossidores crônicos no domicílio. Apresenta saturação de oxigênio de 95% em ar ambiente, com queda durante episódios de tosse. Foi optado por internar a criança. Qual a recomendação, quanto ao tipo de precaução, para o leito desta internação?
Dúvidas respondidas
Perguntas de quem estudou esta questão, respondidas com a fonte ao lado.
Fontes 1
- Coqueluche — vigilância, transmissão e tratamentoMinistério da Saúde, versão online · conferida em 22/09/2026
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