- A) Por 30 segundos e avaliar frequência cardíaca.
A FC é o melhor indicador de que a ventilação está sendo efetiva e costuma subir nos primeiros 15 a 30 segundos, mas sozinha não decide: para suspender a VPP o RN precisa ter FC ≥100 bpm e respiração espontânea regular, e a SpO2 diz se a oferta de O2 precisa mudar.
- B) Por 30 segundos e avaliar respiração, frequência cardíaca.
Falta a oximetria. Desde o início da VPP o sensor fica no pulso ou na mão direita, e a SpO2 pré-ductal guia a necessidade de O2 suplementar pelas metas por minuto de vida (65 a 70% aos 2 minutos, 80 a 85% aos 5 e 85 a 95% aos 10), o que entra na reavaliação aos 30 segundos.
- C) Por 30 segundos e avaliar respiração, frequência cardíaca e saturação de oxigênio.
Pelo Programa de Reanimação Neonatal da SBP, mantido nas diretrizes de 2026, a VPP com máscara é reavaliada após 30 segundos pela FC, pela respiração e pela SpO2 pré-ductal. FC ≥100 bpm com respiração regular permite suspender; FC <100 bpm ou apneia indica revisar ajuste da máscara, vias aéreas e pressão antes de avançar.
- D) Por 60 segundos e avaliar respiração, frequência cardíaca e saturação de oxigênio.
Sessenta segundos é o minuto de ouro, prazo para iniciar a VPP a partir do nascimento; a reavaliação durante a ventilação é feita a cada 30 segundos. Vale lembrar que, desde 2026, a SBP recomenda cerca de 15 s de estímulo tátil no dorso antes de clampear o cordão do RN sem boa vitalidade.
Resumo para lembrar
No RN ≥34 semanas em apneia após os passos iniciais, a VPP começa em ar ambiente, com 30 a 60 ventilações por minuto. A cada 30 segundos avaliam-se FC (melhor sinal de eficácia), respiração e SpO2 pré-ductal: com FC ≥100 bpm e respiração regular, suspende-se a VPP; se não, corrige-se a técnica. O O2 suplementar é titulado pela SpO2 alvo (80 a 85% aos 5 minutos).