Pontos-chave
- BVA: menor de 2 anos com pródromo de vias aéreas superiores seguido de taquipneia, retrações, estertores e/ou sibilos. Diagnóstico clínico; radiografia e exames não são rotina.1
- Tratamento de suporte: higiene nasal com SF 0,9%, hidratação (sonda gástrica antes da via venosa), manejo da febre e O2 se SatO₂ ≤ 92% persistente ou esforço persistente.1
- Não usar de rotina: broncodilatador, adrenalina, corticoide, salina hipertônica, montelucaste e antibiótico. Internação obrigatória se < 2 meses, apneia, SatO₂ < 92% persistente, desidratação ou recusa alimentar.1
- Prevenção no SUS: vacina VSR na gestante ≥ 28 semanas e nirsevimabe em dose única (50 mg se < 5 kg; 100 mg se ≥ 5 kg) para prematuros ≤ 36s6d e crianças < 24 meses com comorbidades.2,3
Neste artigo
- Definição, etiologia e fatores de risco
- Quadro clínico e diagnóstico
- Classificação de gravidade (MS 2026)
- Conduta: suporte, oxigênio e ventilação
- O que não fazer de rotina
- Internação, alta e seguimento
- Prevenção: nirsevimabe, palivizumabe e vacina materna
- Pegadinhas de prova
- Como o tema cai na prova
- Perguntas frequentes
- Referências
1Definição, etiologia e fatores de risco
O guia do Ministério da Saúde define BVA como síndrome clínica de dificuldade respiratória em menores de 2 anos, provocada por infecção viral aguda que inflama as vias aéreas inferiores. O VSR responde por até 80% dos casos, seguido do rinovírus; parainfluenza, metapneumovírus, influenza, adenovírus, coronavírus e bocavírus são menos frequentes, e cerca de um terço dos internados tem dois ou mais vírus detectados.1
A circulação do VSR no Brasil se concentra de fevereiro a agosto. A fisiopatologia é de inflamação, edema e descamação epitelial, com obstrução das pequenas vias aéreas por muco, e não de broncoespasmo, o que explica a falta de resposta ao broncodilatador.1
Fatores de risco para forma grave: prematuridade (< 37 semanas), baixo peso ao nascer, idade < 12 meses (sobretudo < 6 meses), displasia broncopulmonar, erros inatos da imunidade, anomalias de vias aéreas, cardiopatia com repercussão hemodinâmica, doença neuromuscular, trissomia do 21 e fibrose cística; tabagismo passivo, poluição e desmame precoce também contribuem.1 O UpToDate aponta a idade < 6 meses como o fator mais forte.4
2Quadro clínico e diagnóstico
Rinorreia, obstrução nasal e tosse são seguidas, no 2º ou 3º dia, de sibilância, esforço respiratório e crepitações difusas, com pico entre o 3º e o 5º dia; a febre é baixa ou ausente. A duração é de cerca de 10 dias, e a tosse se resolve em até 3 semanas em 90% das crianças. Apneia é mais frequente em prematuros e menores de 2 meses.1
- Radiografia de tórax: não é rotina, pois leva a condutas desnecessárias (atelectasia lida como pneumonia). Reservada a casos graves, evolução desfavorável ou suspeita de complicação, sobretudo em cardiopatas.1
- Exames de sangue: não são rotina; hemograma e marcadores de fase aguda nos casos graves ou de dúvida diagnóstica, eletrólitos e função renal se houver desidratação, gasometria quando há indicação de ventilação.1
- Pesquisa viral (RT-PCR): recomendada à admissão nos casos graves e na Srag hospitalizada, pela vigilância, pelo isolamento e para reduzir antibiótico.1
- Lactente febril ≤ 28 dias com bronquiolite ainda precisa de avaliação para infecção bacteriana invasiva.4
- Diferenciais: sibilância recorrente ou asma (sobretudo > 12 meses com atopia), pneumonia bacteriana, coqueluche, corpo estranho, aspiração, cardiopatia congênita e anomalias de vias aéreas.1,4
3Classificação de gravidade (MS 2026)
| Leve | Moderada | Grave | |
|---|---|---|---|
| Consciência | Normal | Normal ou irritabilidade leve | Irritabilidade ou letargia |
| Padrão respiratório | Sem desconforto ou taquipneia leve | Taquipneia e/ou desconforto moderado (retrações, sem gemência nem balanço) | Desconforto grave: retrações, gemência, batimento de asas, balanço tóraco-abdominal ou da cabeça |
| SatO₂ em ar ambiente | > 92% | 90–92% | < 90% |
| Apneia | Não | Não | Episódios frequentes ou prolongados |
| Alimentação | Normal | Normal ou com dificuldade | Recusa alimentar |
| Local | Ambulatório; internar se < 2 meses | Observação; internar se não responder às medidas iniciais | Leito de terapia intensiva |
Quadro 3 e Figura 9 do guia do MS, adaptados de Manti et al. (2023). Qualquer critério de um nível mais grave classifica o caso nesse nível. Taquipneia: > 60 irpm (< 2 meses), > 50 (2 meses a 1 ano), > 40 (1 a 5 anos), contada em 1 minuto com a criança calma.1
4Conduta: suporte, oxigênio e ventilação
BVA leve: tratamento domiciliar, salvo cuidado insuficiente (insegurança familiar, dificuldade de acesso). Orientar higiene nasal com SF 0,9%, alimentação e hidratação, antitérmico se necessário, higiene das mãos, evitar tabagismo passivo, descongestionantes e antitussígenos, e retorno se surgirem sinais de alerta, lembrando a piora possível entre o 3º e o 5º dia.1
- Monitorização: FR, FC e oximetria intermitentes na enfermaria (a cada 2–3 h depois de estabilizar); contínuas em CNAF, VNI, VMI e nos com risco de apneia (prematuros e < 2 meses). Registrar ingestão e diurese em todos.1
- Higiene nasal: SF 0,9% e aspiração superficial pontual quando há secreção com desconforto ou dificuldade alimentar; aspiração profunda não é rotina.1
- Hidratação e nutrição: manter via oral se o padrão respiratório permitir (CNAF não contraindica); a sonda gástrica é preferível à hidratação venosa, qualquer que seja o suporte ventilatório; via venosa na desidratação ou intolerância à dieta, sem fluidos hipotônicos (risco de hiponatremia por ADH).1
- Febre: tratar com antitérmico, pois piora a taquipneia e a perda insensível.1
- Oxigênio: considerar com SatO₂ ≤ 92% persistente e/ou esforço persistente, umidificado, por cânula nasal (1–3 L/min) ou máscara. Esforço que persiste com saturação no alvo é sinal para escalonar.1
- CNAF: na BVA moderada/grave com necessidade de O₂, iniciada o mais cedo possível; reduz falha terapêutica e escalonamento. Não usar se houver insuficiência respiratória iminente, letargia, má perfusão ou apneias.1
- VNI (CPAP, BiPAP, CPAP de bolhas): na bronquiolite grave; o guia sugere VNI como primeira linha nas formas mais graves, com CPAP inicial de 7 cmH₂O.1
- VMI: esforço grave ou falência respiratória sem resposta à VNI, FiO₂ ≥ 60% para manter SatO₂ ≥ 90%, apneias persistentes ou rebaixamento de consciência. Antecipar instabilidade hemodinâmica na intubação.1
As fontes divergem: Limiar de saturação para o oxigênio
O guia do MS considera O₂ com SatO₂ ≤ 92% persistente e exige > 92% em ar ambiente para a alta.1 O UpToDate e a AAP (2014) usam alvo ≥ 90%; um ensaio com 615 lactentes mostrou menos tempo de O₂ e de internação com alvo de 90% do que de 94%, e um ensaio recente, destacado pelo UpToDate em junho de 2026, sugere que ≤ 88% pode ser seguro, embora o tópico mantenha 90%.5,6 A diretriz SBP de 2017 já registrava 90% nos EUA e 92% no Reino Unido.7
As fontes divergem: CNAF ou VNI no quadro mais grave
O guia do MS indica CNAF precoce na BVA moderada/grave, mas sugere a VNI como primeira linha nas formas mais graves.1 O UpToDate sugere CNAF como modalidade inicial no desconforto moderado a grave, em vez de VNI (grau 2C), por eficácia semelhante, boa tolerância e uso mais simples, reservando CPAP ou BiPAP para quem segue com muito esforço na CNAF.5
5O que não fazer de rotina
| Intervenção | Guia do MS (2026) | Por quê |
|---|---|---|
| Beta-2-agonista (salbutamol, inalatório ou IV) | Não recomendado; sem prova terapêutica de rotina se o diagnóstico é claro | Broncoespasmo não é o mecanismo principal; sem melhora de gravidade, internação ou tempo de internação |
| Ipratrópio | Não recomendado | Cochrane sem benefício em saturação, internação ou resolução |
| Adrenalina inalatória | Não recomendada | Sem redução de gravidade nem de internação; risco de hipertensão e arritmia |
| Corticoide sistêmico ou inalatório | Não recomendado | Cochrane com 17 ensaios e 2.596 crianças < 2 anos sem benefício |
| Salina hipertônica nebulizada (≥ 3%) | Não recomendada de rotina | Evidência de baixa certeza e heterogênea; eventos como tosse, broncoespasmo e dessaturação |
| Montelucaste | Não recomendado | Sem benefício no episódio agudo nem na sibilância pós-VSR |
| Antibiótico | Só com infecção bacteriana confirmada ou forte suspeita | Risco de infecção bacteriana secundária baixo; sem ganho em internação ou UTI |
| Fisioterapia respiratória | Individualizar: comorbidade que dificulte eliminar secreção ou VM em UTI | Sem benefício na bronquiolite não complicada |
Seção 17 do guia do MS de 2026.1 Descongestionantes e antitussígenos também devem ser evitados.
As fontes divergem: Prova terapêutica com broncodilatador
O guia do MS não recomenda prova terapêutica de rotina quando o diagnóstico é claro.1 O UpToDate sugere não usar no primeiro episódio não grave (2B), mas sugere um teste com salbutamol no desconforto grave com sibilância (2C), suspenso se não houver resposta.5 A diretriz SBP de 2017 admitia o uso conforme a resposta, mantido só com melhora imediata, e notava benefício em crianças maiores com sibilância recorrente.7
As fontes divergem: Salina hipertônica
O MS não recomenda a salina hipertônica nebulizada de rotina.1 A diretriz SBP de 2017 a classificava como "considerar" (3%, sobretudo em internados por mais de 3 dias),7 e a página da SBP para famílias de 2026 diz que alguns internados podem se beneficiar.8 O UpToDate não a usa de rotina, mas cita centros que a empregam no moderado a grave refratário.5
6Internação, alta e seguimento
Critérios de internação (MS 2026)
- Apneia
- Comprometimento do estado geral (hipoatividade, prostração, sonolência)
- Desconforto respiratório: gemência, retração, taquipneia, cianose e/ou SatO₂ < 92% persistente, balanço da cabeça ou tóraco-abdominal
- Desidratação
- Recusa alimentar ou ingestão reduzida
- Idade < 2 meses
- Fatores de risco para forma grave
- Vulnerabilidade social
- Dificuldade de acesso ao serviço se piorar
- Cuidadores incapazes de reconhecer sinais de alerta
Quadros 4 e 5 do guia do MS.1
Alta: estabilidade clínica por pelo menos 12 horas, SatO₂ > 92% em ar ambiente, melhora do padrão respiratório e ingestão oral suficiente, com cuidador apto a reconhecer sinais de alerta. Primeira reavaliação ambulatorial em até 48 horas; tosse por mais de 4 semanas vai para investigação de tosse crônica.1
As fontes divergem: Idade que obriga a internar
O guia do MS de 2026 coloca idade < 2 meses entre os critérios absolutos de internação.1 A diretriz SBP de 2017 usava < 3 meses e prematuridade, especialmente < 32 semanas, além de FR > 60 e diurese ausente por 12 horas.7 O UpToDate não fixa idade: indica internação por toxemia, desconforto moderado a grave, apneia, hipoxemia com necessidade de O₂, má aceitação ou desidratação.5
Notificação: todo caso hospitalizado que preencha a definição de Srag, inclusive a BVA, é notificado no Sivep-Gripe em até 24 horas; BVA leve atendida só no ambulatório não é de notificação compulsória.1
7Prevenção: nirsevimabe, palivizumabe e vacina materna
O nirsevimabe é um anticorpo monoclonal de meia-vida longa contra a proteína F do VSR, em dose única para toda a sazonalidade. No ensaio HARMONIE, com mais de 8 mil lactentes, reduziu em 83,2% as hospitalizações por infecção respiratória baixa pelo VSR. Foi incorporado ao SUS em 2025 e está na Rede de Imunobiológicos Especiais desde fevereiro de 2026.1,3
| Situação | Dose (IM, vasto lateral) | Fonte |
|---|---|---|
| Nirsevimabe, 1ª sazonalidade, < 5 kg | 50 mg (0,5 mL), dose única | MS, SBP, Lexidrug |
| Nirsevimabe, 1ª sazonalidade, ≥ 5 kg | 100 mg (1,0 mL), dose única | MS, SBP, Lexidrug |
| Nirsevimabe, 2ª sazonalidade (comorbidade, < 24 meses) | 200 mg, em duas injeções de 1,0 mL em locais distintos, independentemente do peso | MS, SBP, Lexidrug |
| Palivizumabe (transição 2026) | 15 mg/kg/dose, mensal, até 5 doses na sazonalidade | MS |
| Vacina VSR A e B (gestante) | Dose única de 0,5 mL a partir da 28ª semana, sem limite superior (exceto trabalho de parto ativo), a cada gestação | MS |
Doses do Quadro 3 da estratégia do MS de 2026 e da nota 18 do calendário SBP 2025-2026, conferidas no Lexidrug.3,9,10 Não somar duas seringas de 0,5 mL para fazer 1,0 mL. Vacina: estratégia do MS para gestantes.2
- Público do SUS (desde fevereiro de 2026): prematuros ≤ 36 semanas e 6 dias, com menos de 6 meses, de qualquer peso e independentemente da vacina materna, o ano todo, de preferência na maternidade; e crianças < 24 meses com cardiopatia congênita com repercussão, displasia broncopulmonar, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular grave ou anomalia congênita de vias aéreas, de fevereiro a agosto.3
- Transição: quem começou palivizumabe na sazonalidade termina o esquema com ele; o PNI não permite trocar para nirsevimabe na mesma temporada.3
- Circulação extracorpórea ou ECMO depois da dose: o Lexidrug orienta dose adicional assim que o paciente estabilizar (50 mg, 100 mg ou 200 mg conforme o peso, a temporada e o tempo desde a dose).10
- Vacina materna: no ensaio MATISSE, reduziu em 81,8% a doença respiratória grave por VSR até 90 dias e em 69,4% até 180 dias.1
- Nirsevimabe e palivizumabe previnem; não tratam a bronquiolite instalada.1,7
As fontes divergem: Quem deve receber nirsevimabe
A SBP recomenda, para todo lactente, a vacina materna ou o nirsevimabe ao nascer, independentemente da sazonalidade, e a combinação se a mãe for imunodeprimida, se a vacina tiver sido feita há menos de 14 dias do parto ou se a criança tiver risco ampliado (DPCP, erro inato da imunidade, fibrose cística, cardiopatia, Down).9 O SUS restringe o nirsevimabe a prematuros e comorbidades.3 O UpToDate recomenda uma dose a todo lactente < 8 meses na 1ª temporada (1B), salvo mãe vacinada há pelo menos 14 dias, e a 2ª dose só de 8 a 19 meses com risco aumentado.10,11
8Pegadinhas de prova
- Bronquiolite típica com sibilos e tiragem: a resposta é O₂ se hipoxemia e hidratação, não broncodilatador, corticoide, radiografia ou pesquisa viral para "definir conduta".1
- Nirsevimabe não trata o episódio agudo; é profilaxia.1
- Mãe vacinada 7 dias antes do parto: pela SBP, o recém-nascido deve receber nirsevimabe, porque menos de 14 dias não garantem a passagem de anticorpos.9
- Lactente em VNI com ingestão baixa e perda de peso: dieta enteral por sonda com progressão gradual, e não jejum, parenteral ou só soro.1
- Soro venoso na bronquiolite: isotônico. Hiponatremia por ADH é comum no quadro grave.1,7
- Bronquiolite por adenovírus grave e evolução arrastada: pensar em bronquiolite obliterante.1
9Como o tema cai na prova
Perguntas frequentes
Qual o critério de oxigênio na bronquiolite pelo Ministério da Saúde?
O guia de 2026 indica considerar O2 umidificado por cânula nasal (1 a 3 L/min) ou máscara com SatO2 menor ou igual a 92% persistente e/ou esforço respiratório persistente. A alta exige SatO2 acima de 92% em ar ambiente. O UpToDate e a AAP usam alvo de 90% ou mais.
Corticoide ou salbutamol são indicados na bronquiolite?
Não de rotina. O guia do MS de 2026 não recomenda beta-2-agonista, ipratrópio, adrenalina, corticoide sistêmico ou inalatório, montelucaste nem salina hipertônica de rotina. O UpToDate admite um teste de salbutamol no desconforto grave com sibilância, suspenso se não houver resposta.
Quais os critérios de internação na bronquiolite?
Pelo MS, apneia, comprometimento do estado geral, desconforto respiratório com SatO2 menor que 92% persistente, desidratação, recusa alimentar e idade menor que 2 meses. Fatores de risco, vulnerabilidade social e dificuldade de acesso são critérios relativos.
Qual a dose do nirsevimabe?
Dose única intramuscular: 50 mg para menos de 5 kg e 100 mg para 5 kg ou mais, na primeira sazonalidade; na segunda, 200 mg (duas injeções de 100 mg) para crianças com comorbidade e menos de 24 meses, segundo o MS, a SBP e o Lexidrug.
Quem recebe nirsevimabe no SUS em 2026?
Prematuros nascidos com até 36 semanas e 6 dias, com menos de 6 meses, o ano todo, e crianças com menos de 24 meses com cardiopatia com repercussão, displasia broncopulmonar, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular grave ou anomalia congênita de vias aéreas, de fevereiro a agosto.
Precisa de radiografia de tórax na bronquiolite?
Não de rotina. A radiografia se associa a condutas desnecessárias, como antibiótico por atelectasia lida como pneumonia. Fica para casos graves, evolução desfavorável, suspeita de complicação ou diagnóstico diferencial, sobretudo em cardiopatas.
Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.
Referências
- Ministério da Saúde. Guia de manejo clínico: bronquiolite viral aguda. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, 1ª edição. Brasília, 2026 (com participação da SBP). bvsms.saude.gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Estratégia de vacinação contra o vírus sincicial respiratório em gestantes. 1ª edição. Brasília, 2026. gov.br ↗
- Ministério da Saúde. Estratégia de imunização contra o vírus sincicial respiratório para crianças prematuras e com comorbidades: anticorpo monoclonal. 1ª edição revisada. Brasília, 2026. gov.br ↗
- Nicholson E, Schroeder A. Bronchiolitis in infants and children: Clinical features and diagnosis. UpToDate, tópico atualizado em 10 de março de 2026. uptodate.com ↗
- Schroeder A, Nicholson E. Bronchiolitis in infants and children: Treatment, outcome, and prevention. UpToDate, tópico atualizado em 30 de julho de 2026. uptodate.com ↗
- Ralston SL, Lieberthal AS, Meissner HC, et al. Clinical practice guideline: the diagnosis, management, and prevention of bronchiolitis. American Academy of Pediatrics. Pediatrics. 2014;134(5):e1474-e1502. doi.org ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 2017. Departamentos Científicos de Cardiologia, Imunizações, Infectologia, Neonatologia e Pneumologia. sbp.com.br ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Pediatria para Famílias: Bronquiolite aguda. Departamento Científico de Pneumologia, publicado/atualizado em janeiro de 2026. sbp.com.br ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Calendário de Vacinação da SBP: Atualização 2025-2026 (nota 18, anticorpo monoclonal contra VSR). Departamentos Científicos de Imunizações e de Infectologia, divulgado em 3 de novembro de 2025. sbp.com.br ↗
- Lexidrug. Nirsevimab: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Graham BS, Ramilo O. Respiratory syncytial virus infection in infants and children: Prevention. UpToDate, tópico atualizado em 26 de julho de 2026. uptodate.com ↗
Questões comentadas sobre o tema
Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.