Pontos-chave
- Roma IV (uso clínico): lactente com menos de 5 meses no início e no fim dos sintomas, com períodos recorrentes e prolongados de choro ou irritabilidade sem causa aparente, que os cuidadores não conseguem prevenir nem resolver, com ganho de peso normal e sem febre ou outra doença. O limiar de 3 h/dia fica para a pesquisa.1,2
- Diagnóstico clínico, sem exames na ausência de sinais de alarme; menos de 5% dos lactentes com choro inconsolável têm causa orgânica.1
- Conduta: tranquilizar e apoiar os pais, manter o aleitamento e evitar medicamentos e trocas de fórmula. Antiflatulentos, como a simeticona, não têm eficácia comprovada.1,3,4
- Choro excessivo é fator de risco para trauma craniano abusivo: pergunte o que os pais fazem quando o bebê chora e oriente a pausa segura.1,5
Neste artigo
- Definição e critérios diagnósticos
- Causas propostas
- Avaliação: sinais de alarme e diagnóstico diferencial
- Conduta: o apoio à família é o tratamento
- Dieta, fórmulas e suspeita de APLV
- Probióticos, simeticona e outras intervenções
- Choro, depressão materna e trauma craniano abusivo
- Quando investigar, internar ou encaminhar
- Pegadinhas de prova
- Perguntas frequentes
- Referências
1Definição e critérios diagnósticos
A cólica do lactente é um distúrbio gastrointestinal funcional: o intestino funciona normalmente, e os sintomas refletem a imaturidade da adaptação digestiva e neurológica. Os princípios da "regra dos 3" de Wessel, da década de 1950, foram mantidos, mas o Roma IV (2016) separou dois cenários, a prática clínica e a pesquisa.1,2,6
| Cenário | Critérios |
|---|---|
| Roma IV, prática clínica (todos) | Idade < 5 meses no início e no término dos sintomas · períodos prolongados e recorrentes de choro, desconforto ou irritabilidade, sem causa evidente, que os cuidadores não conseguem prevenir nem resolver · ganho de peso normal, sem febre ou outra doença |
| Roma IV, pesquisa (acrescentar) | Relato de choro ou irritabilidade por > 3 h/dia em ≥ 3 dias nos últimos 7 dias · registro prospectivo (diário) de pelo menos 24 h |
| Wessel (1954), histórico | ≥ 3 h/dia, ≥ 3 dias/semana, por ≥ 3 semanas, em lactente saudável e bem alimentado |
Tabela 4 do guia da SBP de 2022, que reproduz Benninga et al., 2016; critério de Wessel conforme o UpToDate.1,2,5
Choro normal. Todo lactente chora mais nos três primeiros meses. Em metanálise de 28 estudos com diário (8.690 lactentes), a média foi de 117 a 133 min/dia nas primeiras 6 semanas e de 68 min/dia com 10 a 12 semanas; o percentil 95 ficou entre 225 e 250 min/dia nas primeiras 6 semanas.5
O que distingue a cólica do choro habitual: paroxismos com início e fim claros, sem relação com o que o bebê fazia, concentrados no fim da tarde e à noite; choro mais alto, agudo e disfônico; sinais de hipertonia (rubor facial, palidez perioral, abdome tenso, flexão das coxas, punhos cerrados, arqueamento do tronco); e dificuldade de consolo, às vezes com alívio após flatos ou evacuação.5
Epidemiologia e evolução. A SBP estima prevalência de até 20%.1 Com a definição de ≥ 3 h/dia em ≥ 3 dias numa semana, a metanálise encontrou 17 a 25% abaixo de 6 semanas, 11% com 8 a 9 semanas e 0,6% com 10 a 12 semanas, sem diferença entre sexos nem entre amamentados e alimentados com fórmula.5 O pico é por volta de 6 a 8 semanas, com melhora até os 3 ou 4 meses.6
As fontes divergem: Roma IV, UpToDate e Roma V
A SBP adota o Roma IV, sem duração mínima de choro na prática clínica e com limite de 5 meses.1 O UpToDate usa, para fins clínicos, uma definição ampla: choro sem causa aparente por ≥ 3 h/dia em ≥ 3 dias/semana, em lactente saudável com menos de 3 meses.5 O Roma V (2026) substituiu "infantile colic" por "infant distress syndrome" (ainda sem tradução oficial em português).7 Segundo o UpToDate, o critério clínico do Roma V exige início antes dos 5 meses, e o de pesquisa passou a usar > 3 h/dia até 6 semanas de vida e > 2,5 h/dia depois, em ≥ 3 dias/semana, ou impacto grave relatado pelo cuidador.5
2Causas propostas
A etiologia é desconhecida e provavelmente multifatorial. A SBP destaca a instalação da microbiota intestinal, dentro de um contexto biopsicossocial, e uma hipótese de neurodesenvolvimento: lactentes com cólica regulam pior o próprio choro e respondem menos ao efeito calmante da sacarose, o que sugere alteração transitória do sistema opioide endógeno e do controle inibitório cortical por volta dos 2 meses.1
Outros fatores associados: técnica alimentar inadequada, tabagismo materno na gestação ou no pós-parto (9,4% contra 7,3%; OR ajustado 1,3), ansiedade e depressão parentais. O papel da intolerância à lactose não está estabelecido: os ensaios com lactase são conflitantes.5
3Avaliação: sinais de alarme e diagnóstico diferencial
História e exame físico detalhados bastam na grande maioria dos casos e, por si sós, tranquilizam a família; exames laboratoriais e de imagem ficam para quem tem sinais de alarme. Se possível, marque a consulta no horário do choro, para observar o bebê e as técnicas de consolo dos pais.1,5
| Achado | Pensar em |
|---|---|
| Perda de peso ou ganho ponderal insuficiente | Ingestão inadequada, má absorção, doença orgânica; afasta o diagnóstico de cólica |
| Febre, letargia, fontanela abaulada, alteração de tônus | Infecção grave (sepse, meningite), doença neurológica |
| Vômitos biliosos ou em jato | Obstrução: estenose hipertrófica de piloro, volvo |
| Sangue nas fezes | Proctocolite alérgica (leite de vaca ou soja), fissura anal, invaginação intestinal |
| Abdome tenso, doloroso ou sem ruídos | Abdome agudo: invaginação, volvo |
| Equimoses, petéquias, dor à mobilização, hemorragia retiniana | Trauma, inclusive abusivo; artrite séptica, osteomielite |
| Taquicardia, taquipneia, má perfusão | Insuficiência cardíaca, taquicardia supraventricular |
| Exame físico completo | Torniquete de cabelo, hérnia inguinal, torção testicular, otite média, candidíase oral, abrasão de córnea, glaucoma infantil, anquiloglossia |
Sinais de alarme do fluxograma da SBP (Figura 3, adaptada de Vandenplas) e diagnósticos diferenciais do UpToDate.1,5
História dirigida. Pergunte quando o choro ocorre (logo após a mamada sugere aerofagia ou refluxo), quanto dura, o que e como o bebê come, o que os pais fazem quando o bebê chora (a resposta pode revelar que sacodem o bebê) e como eles se sentem: inadequação, culpa ou medo de machucar o filho.5
Disquesia não é cólica. Pelo Roma IV, disquesia é esforço ou choro por pelo menos 10 minutos antes de evacuar, com ou sem sucesso, antes dos 9 meses e sem outros problemas de saúde. Ocorre em cerca de 4% dos lactentes, dura 10 a 20 minutos e não exige tratamento, supositório nem laxante.1
4Conduta: o apoio à família é o tratamento
O tratamento se baseia na tranquilização dos pais, e o choro frequente é justamente o que torna essa conduta difícil. A meta é ajudar a família a responder ao choro e proteger a relação entre o bebê e quem cuida dele.1,4
- Explicar que a cólica é comum, benigna e autolimitada, que o bebê não está doente e que ninguém a causou.4
- Reconhecer o esforço dos pais e validar cansaço, frustração e raiva como reações normais.4
- Técnicas de consolo (colo, embalar, passeio, banho morno, massagem abdominal, enrolar com espaço para flexão do quadril, ruído branco em volume baixo e à distância): testar cada uma por alguns minutos e manter as que funcionam. A evidência é limitada, mas são baratas e seguras (grau 2C).3,4
- Técnica alimentar: na mamadeira, posição mais vertical e eructação frequente; na amamentação, avaliar pega e manejo. Não suspender o aleitamento e, na fórmula, evitar hiperalimentação.1,4
- Pausas e rede de apoio: revezamento no período crítico e um "plano de socorro" com alguém de confiança.4
Orientar os pais funciona. Em metanálise de três ensaios abertos, o treinamento parental reduziu o choro em 1,9 h/dia (IC 95% 1,4 a 2,4) e, em outro ensaio, o aconselhamento foi superior à mudança dietética (de 3,2 para 1,1 h/dia, contra 3,2 para 2,0 h/dia).4
Seguimento individualizado, às vezes semanal ou quinzenal.4 O fluxograma da SBP indica ajuda e apoio psicológico aos pais quando há ansiedade, depressão materna, desequilíbrio na relação mãe-bebê ou risco de abuso.1
5Dieta, fórmulas e suspeita de APLV
A alergia à proteína do leite de vaca raramente causa cólica e costuma trazer outros sinais (sangue nas fezes, vômitos, eczema, sibilância). Nunca se interrompe o aleitamento exclusivo para tratar cólica, e as trocas sucessivas de fórmula são, em geral, injustificadas.3,4
- Em aleitamento materno, se houver suspeita de APLV e o choro persistir: exclusão do leite de vaca e derivados da dieta materna, sempre seguida de reintrodução (desencadeamento). Outros alimentos da dieta da mãe praticamente nunca se relacionam com a cólica, e excluí-los não se justifica.1,3
- Em fórmula: a SBP admite considerar fórmula específica para distúrbios funcionais; se o choro intenso persistir, fórmula extensamente hidrolisada para afastar APLV, seguida de desencadeamento com proteína íntegra.1,3
- Prazo do teste: o fluxograma da SBP propõe exclusão e desencadeamento em 2 a 4 semanas; o texto do mesmo guia situa o desencadeamento 4 a 12 semanas após o afastamento.1
- Fórmula de soja e fórmula com fibras não são indicadas para cólica.4
As fontes divergem: Dieta materna e duração do teste
A SBP restringe a exclusão materna às proteínas do leite de vaca e desaconselha cortar outros alimentos.3 O UpToDate admite, nos amamentados sem resposta às medidas iniciais e cujos pais têm dificuldade de lidar com o choro, dieta materna hipoalergênica mais ampla (sem leite, ovo, castanhas e trigo), mais útil se a mãe é atópica ou o bebê tem sinais de APLV. Na fórmula, propõe teste de uma semana com hidrolisado extenso (resposta em geral em 48 h) e volta à fórmula original se nada mudar.4 A SBP trabalha com 2 a 4 semanas de exclusão.1
As fontes divergem: Fórmulas "para cólica"
O guia da SBP de 2022 admite considerar fórmula infantil específica para sintomas gastrointestinais funcionais no lactente que já usa fórmula.1 O UpToDate não recomenda fórmula de soja nem fórmula enriquecida com fibras e só considera o hidrolisado extenso, como teste por tempo limitado, pela possibilidade de APLV.4
6Probióticos, simeticona e outras intervenções
| Intervenção | O que dizem as fontes | Dose, se usada |
|---|---|---|
| L. reuteri DSM 17938 | Reduz o tempo de choro em amamentados, de forma inconsistente; sem benefício em fórmula. UpToDate: não de rotina, razoável em amamentados após decisão compartilhada | 10⁸ UFC/dia (dose dos ensaios) |
| Outros probióticos | SBP cita evidência de B. longum CECT 7894 + P. pentosaceus CECT 8330 em lactentes com fórmula. UpToDate: dados limitados, não sugere | — |
| Simeticona | Sem eficácia comprovada na cólica; não sugerida | Lexidrug (gases, < 2 anos e < 10,9 kg): 20 mg VO até 4×/dia, após as mamadas e ao deitar; máx. 240 mg/dia |
| Lactase, sacarose | Não sugeridas: ensaios conflitantes (lactase), efeito de minutos (sacarose) | — |
| Chás, ervas, gripe water, homeopatia | Não sugeridos: benefício não provado, risco de contaminação e de álcool, menor ingestão de leite | — |
| Quiropraxia, osteopatia, acupuntura, massagem infantil | Não sugeridas: sem benefício demonstrado em ensaios de baixa qualidade | — |
SBP (guia de 2022 e Pediatria para Famílias) e UpToDate (2026). A dose da simeticona é a do Lexidrug para gases, citada como referência, não como indicação na cólica.1,3,4,8
L. reuteri em números. Na metanálise de dados individuais de quatro ensaios (345 lactentes), 10⁸ UFC/dia reduziram o choro no 21º dia em 25 minutos em relação ao placebo (IC 95% 4 a 47), com benefício restrito aos amamentados e variável entre países; nenhum ensaio relatou efeito adverso. Para prevenção da cólica, o UpToDate não sugere probióticos.4
As fontes divergem: Probióticos: SBP e UpToDate
A SBP afirma que apenas duas cepas específicas reduzem a duração do choro e aceleram a resolução, e o guia de 2022 cita evidência em amamentados e em lactentes com fórmula.1,3 O UpToDate não sugere probiótico de rotina em nenhum dos grupos, admite apenas L. reuteri DSM 17938 em amamentados após discussão de benefícios e incertezas e lembra que a FDA não avalia a qualidade dos produtos comerciais.4
7Choro, depressão materna e trauma craniano abusivo
O choro da cólica não faz mal ao bebê, mas o lactente com choro excessivo corre mais risco de violência, inclusive a síndrome do bebê sacudido.1,5 Em inquérito com pais de 3.259 lactentes, 2,2% (com 1 mês) e 3,7% (com 3 meses) relataram ter abafado, batido ou sacudido o bebê ao menos uma vez por causa do choro, mais quando julgavam o choro excessivo, independentemente da quantidade real de choro.5
A cólica também se associa a depressão pós-parto e a desmame precoce. Pergunte como os pais se sentem e oriente de forma explícita: no limite, o cuidador deve deixar o bebê de barriga para cima num berço seguro, afastar-se por alguns minutos e pedir ajuda; sacudir pode causar lesão cerebral grave e morte.5,9
8Quando investigar, internar ou encaminhar
- Investigar, e internar conforme o achado, se houver sinal de alarme: perda de peso, letargia, vômitos biliosos, febre, irritabilidade excessiva ou sinais neurológicos.1
- Avaliação imediata: suspeita de trauma, inclusive abusivo, cuidador com medo de machucar o bebê ou relato de que alguém o sacudiu.5,9
- Suspeita de maus-tratos: comunicar ao Conselho Tutelar ou ao Disque 100.10
- Gastroenterologia pediátrica: sem melhora depois das medidas do fluxograma, inclusive do teste de exclusão.1
- Saúde mental ou pediatria do desenvolvimento: pais muito ansiosos ou que precisam de apoio adicional.4
9Pegadinhas de prova
- O Roma IV não exige 3 horas de choro na prática clínica; > 3 h/dia em ≥ 3 dias da última semana é critério de pesquisa.1
- O limite de idade é 5 meses, para o início e o fim dos sintomas, e o ganho de peso tem de ser normal.1,2
- Diagnóstico clínico: pedir exames sem sinal de alarme é distrator clássico.1
- Simeticona, troca de fórmula e suspensão do aleitamento são alternativas erradas típicas.3,4
- Choro com sangue nas fezes tira o caso da cólica: pense em proctocolite alérgica, fissura ou invaginação intestinal.5
- Disquesia (≥ 10 min de esforço antes de evacuar, antes dos 9 meses) se trata com orientação, sem laxante nem supositório.1
Perguntas frequentes
Quais são os critérios de Roma IV para cólica do lactente?
Para uso clínico, os três: início e término dos sintomas antes dos 5 meses; períodos recorrentes e prolongados de choro, desconforto ou irritabilidade sem causa evidente, que os cuidadores não conseguem prevenir nem resolver; e ganho de peso normal, sem febre ou outra doença. Para pesquisa, somam-se choro por mais de 3 horas em 3 ou mais dos últimos 7 dias e um diário prospectivo de 24 horas.
Simeticona funciona na cólica do lactente?
Não há evidência de benefício. A SBP afirma que os medicamentos para gases não tiveram eficácia comprovada, e o UpToDate não sugere a simeticona, com base em revisões sistemáticas de ensaios pequenos e conflitantes.
Qual probiótico tem evidência na cólica?
O Lactobacillus reuteri DSM 17938 (10⁸ UFC/dia) reduziu o choro em lactentes amamentados, de forma inconsistente, sem benefício nos alimentados com fórmula. A SBP também cita a combinação de Bifidobacterium longum CECT 7894 e Pediococcus pentosaceus CECT 8330. O uso deve ser decidido com a família.
Quando suspeitar de APLV no lactente com cólica?
Quando o choro vem com sangue nas fezes, vômitos, eczema, sibilância ou ganho ponderal ruim, ou persiste apesar das medidas iniciais. O teste é a exclusão do leite de vaca, da dieta materna ou com fórmula extensamente hidrolisada, sempre seguida de desencadeamento.
O que mudou no Roma V?
Publicado em 2026, o Roma V trocou o termo "infantile colic" por "infant distress syndrome". Segundo o UpToDate, os critérios de pesquisa passaram a variar com a idade: mais de 3 horas de choro por dia até 6 semanas e mais de 2,5 horas depois disso.
Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.
Referências
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Distúrbios gastrointestinais funcionais no lactente e na criança abaixo de 4 anos: um guia para a prática diária. Departamento Científico de Gastroenterologia, abril de 2022. sbp.com.br ↗
- Benninga MA, Faure C, Hyman PE, St James Roberts I, Schechter NL, Nurko S. Childhood Functional Gastrointestinal Disorders: Neonate/Toddler (Roma IV). Gastroenterology. 2016;150(6):1443-1455.e2. doi.org ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Pediatria para Famílias: Cólica do lactente. Departamento Científico de Gastroenterologia Pediátrica, julho de 2023. sbp.com.br ↗
- Turner TL, Palamountain S. Infantile colic: Management and outcome. UpToDate, tópico atualizado em 13 de fevereiro de 2026. uptodate.com ↗
- Turner TL, Palamountain S. Infantile colic: Clinical features and diagnosis. UpToDate, tópico atualizado em 29 de julho de 2026. uptodate.com ↗
- Carvalho SR. Pediatria para Famílias: Perguntas complementares sobre cólica do lactente. Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Gastroenterologia, setembro de 2025. sbp.com.br ↗
- Di Lorenzo C, Saps M, Chumpitazi BP, et al. Lower and Biliary Disorders of Gut-Brain Interaction: Child and Adolescent (Roma V). Gastroenterology. 2026;170(6):1367-1387. doi.org ↗
- Lexidrug. Simethicone: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Turner TL, Palamountain S. Patient education: Colic (excessive crying) in infants (Beyond the Basics). UpToDate, tópico atualizado em 13 de fevereiro de 2026. uptodate.com ↗
- Ministério da Saúde. Caderneta da Criança: Passaporte da Cidadania. 7ª edição. Brasília, 2024. bvsms.saude.gov.br ↗
Questões comentadas sobre o tema
Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.