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Dengue na criança: grupos A a D e hidratação

Estadiamento e conduta pela 6ª edição do manual do Ministério da Saúde, antitérmicos pela SBP 2025, as vacinas em 2026 e onde o UpToDate diverge.

Equipe editorial Pediatrando Atualizado em 12 min de leitura
Ministério da SaúdeSBPUpToDate

Pontos-chave

  • Caso suspeito na criança: febre aguda de 2 a 7 dias sem foco aparente, em área com transmissão. Todo caso suspeito é de notificação compulsória.1
  • Estadiamento dinâmico em grupos A a D: sinais de alarme definem o grupo C; choque, sangramento grave ou disfunção de órgão, o D. Lactente com menos de 24 meses é condição especial (grupo B).1
  • Hidratação oral (A e B): 130, 100 e 80 mL/kg/dia até 10 kg, de 10 a 20 kg e acima de 20 kg; 1/3 em SRO e 1/3 do volume nas primeiras 4 a 6 horas.1
  • Venosa: grupo C, SF 0,9% 10 mL/kg na 1ª hora; grupo D, 20 mL/kg em até 20 minutos, até 3 vezes. Antitérmico: paracetamol ou dipirona, sem AINE, AAS ou corticoide.1,2
Neste artigo
  1. Caso suspeito, notificação e fases da doença
  2. Sinais de alarme e sinais de choque
  3. Estadiamento: grupos A, B, C e D
  4. Hidratação oral (grupos A e B)
  5. Hidratação venosa (grupos C e D)
  6. Antitérmicos e medicamentos proibidos
  7. Exames e prova do laço
  8. Quando internar e critérios de alta
  9. Vacinas contra a dengue no Brasil
  10. Pegadinhas de prova
  11. Como o tema cai na prova
  12. Perguntas frequentes
  13. Referências

1Caso suspeito, notificação e fases da doença

Caso suspeito: pessoa que vive em área com dengue, ou que viajou nos últimos 14 dias para área com transmissão, com febre (em geral de 2 a 7 dias) e duas ou mais manifestações entre náuseas, vômitos, exantema, mialgia, artralgia, cefaleia, dor retro-orbital, petéquias, prova do laço positiva e leucopenia. Na criança, basta quadro febril agudo de 2 a 7 dias sem foco de infecção aparente, em área com transmissão. A notificação é compulsória.1

FaseQuandoO que vigiar
Febril2 a 7 dias; febre alta (39–40 °C), de início abruptoExantema maculopapular em cerca de 50%, inclusive palmas e plantas; diarreia de 3 a 4 evacuações pastosas por dia
CríticaCom a defervescência, entre o 3º e o 7º diaSinais de alarme por aumento da permeabilidade vascular; o choque ocorre em geral no 4º ou 5º dia, e o extravasamento dura de 24 a 48 h
RecuperaçãoApós a fase críticaReabsorção do extravasado com risco de hiper-hidratação; diurese normal ou aumentada; bradicardia, exantema pruriginoso, infecção bacteriana

Capítulo 2 do manual do Ministério da Saúde, 6ª edição (2024).1

Na criança, o quadro pode ser inespecífico: adinamia, sonolência, recusa alimentar e de líquidos, vômitos, diarreia. Abaixo de 2 anos, a dor aparece como choro persistente e irritabilidade. O quadro grave pode ser a primeira manifestação, e o agravamento costuma ser súbito.1

2Sinais de alarme e sinais de choque

Grupo C ou grupo D?

Sinais de alarme (grupo C)
  • Dor abdominal intensa e contínua, referida ou à palpação
  • Vômitos persistentes
  • Acúmulo de líquidos: ascite, derrame pleural ou pericárdico
  • Hipotensão postural ou lipotimia
  • Hepatomegalia > 2 cm do rebordo costal
  • Sangramento de mucosa
  • Letargia ou irritabilidade
  • Aumento progressivo do hematócrito
Choque e gravidade (grupo D)
  • Taquicardia, extremidades frias, pulso fraco e filiforme
  • Enchimento capilar > 2 segundos
  • Pressão arterial convergente (diferencial < 20 mmHg)
  • Taquipneia; oligúria (< 1,5 mL/kg/h)
  • Hipotensão e cianose (fase tardia)
  • Sangramento grave; disfunção grave de órgão (AST/ALT > 1.000, alteração de consciência, miocardite)

Fluxograma e itens 6.3, 6.4 e 10.3 do manual do Ministério da Saúde.1

Hipotensão na criança: PAS abaixo de 2 desvios-padrão do normal para a idade ou queda maior que 40 mmHg; até 10 anos, o 5º percentil da PAS é estimado por 70 + (idade × 2) mmHg. O choque instala-se rápido e pode levar ao óbito em 12 a 24 horas.1

3Estadiamento: grupos A, B, C e D

Grupo (cor)Quem entraExamesConduta e local
A (azul)Sem sinais de alarme, sem condição especial, sem risco social e sem comorbidadeA critério médicoHidratação oral; paracetamol e/ou dipirona; domicílio, com retorno no dia da defervescência ou no 5º dia
B (verde)Sem sinais de alarme, com sangramento de pele espontâneo ou induzido (prova do laço), condição especial, risco social ou comorbidadeHemograma obrigatório, com resultado em até 2 h (no máximo 4 h)Hidratação oral em observação até o resultado. Ht normal: ambulatorial, reavaliação diária até 48 h após a queda da febre. Hemoconcentração ou alarme: grupo C
C (amarelo)Algum sinal de alarme, sem sinais de gravidadeHemograma, albumina e transaminases; radiografia de tórax e USG de abdome recomendadosSF 0,9% 10 mL/kg na 1ª hora, em qualquer ponto de atenção; internação por no mínimo 48 h
D (vermelho)Choque, sangramento grave ou disfunção grave de órgãoOs mesmos do grupo CSF 0,9% 20 mL/kg em até 20 min, até 3 vezes; UTI por no mínimo 48 h

Quadro 2 e fluxograma do manual do Ministério da Saúde. O paciente pode mudar de grupo em pouco tempo e deve ser reestadiado a cada reavaliação.1

Condições especiais (grupo B): lactentes (< 24 meses), gestantes, adultos > 65 anos, hipertensão ou outra doença cardiovascular grave, diabetes, DPOC, asma, obesidade, doenças hematológicas crônicas, doença renal crônica, doença ácido-péptica, hepatopatias e doenças autoimunes.1

As fontes divergem: Lactente e seguimento ambulatorial

Pelo MS, o lactente com menos de 24 meses sem sinais de alarme é grupo B: hemograma e, com hematócrito normal, tratamento ambulatorial com reavaliação diária; no grupo A, os exames ficam a critério médico.1 O UpToDate interna, já na fase febril, lactentes de 1 ano ou menos e crianças com sobrepeso ou obesidade, além de quem tem plaquetas ≤ 100.000/mm³, aumento do hematócrito ≥ 20% sobre o basal ou transaminases > 200 U/L; e, no ambulatório, faz avaliação clínica e hemograma no 1º dia e diariamente a partir do 3º, até 24 h sem febre.3

4Hidratação oral (grupos A e B)

Peso (criança < 13 anos)Volume diário
Até 10 kg130 mL/kg/dia
Acima de 10 kg até 20 kg100 mL/kg/dia
Acima de 20 kg80 mL/kg/dia

Quadro 3 do manual do MS: regra de Holliday-Segar acrescida de reposição de perdas de 3%. No adulto, 60 mL/kg/dia.1

  • 1/3 em SRO e os 2/3 restantes em água, sucos e chás.1
  • 1/3 do volume nas primeiras 4 a 6 horas do atendimento; a hidratação começa ainda na sala de espera.1
  • Volume por escrito na receita ou no cartão de acompanhamento. Exemplo: criança de 15 kg, 100 mL/kg/dia = 1.500 mL/dia, cerca de 500 mL nas primeiras 4 a 6 horas.1
  • Manter a alimentação conforme a aceitação e estimular a amamentação; hidratar durante toda a fase febril e por 24 a 48 h após a defervescência.1
As fontes divergem: SRO ou líquidos caseiros

O MS aceita 2/3 do volume em água, sucos e chás.1 O UpToDate usa solução de reidratação oral, e não água, porque a água isolada pode agravar a hiponatremia; na falta de SRO, sugere suco de fruta, sopa ou leite, e evita alimentos e bebidas escuros ou vermelhos, que podem ser confundidos com hematêmese.3 A SBP cita água, SRO e sucos naturais.2

5Hidratação venosa (grupos C e D)

  1. Grupo C: expansãoSF 0,9% 10 mL/kg na 1ª hora, iniciado em qualquer ponto de atenção e mesmo sem exames. Reavaliar após 1 hora (sinais vitais, PA, diurese, desejável 1 mL/kg/h) e manter 10 mL/kg/h na 2ª hora até o hematócrito, colhido em 2 horas. Máximo de 20 mL/kg em 2 horas por fase.1
  2. Grupo C: sem melhoraRepetir a fase de expansão até três vezes, com reavaliação clínica em 1 hora e hematócrito em 2 horas após cada etapa. Sem resposta, conduzir como grupo D.1
  3. Grupo C: manutençãoCom melhora clínica e laboratorial: SF 0,9% 25 mL/kg em 6 horas e, se a melhora se mantém, 25 mL/kg em 8 horas.1
  4. Grupo D: expansão rápidaSF 0,9% 20 mL/kg em até 20 minutos, repetível até três vezes, com reavaliação clínica a cada 15 a 30 minutos e hematócrito a cada 2 horas. Com melhora, voltar à fase de expansão do grupo C.1
  5. Grupo D: choque persistenteHematócrito em ascensão: albumina 0,5 a 1 g/kg (solução a 5%: 25 mL de albumina a 20% e 75 mL de SF 0,9% para cada 100 mL) ou, na falta, coloide sintético 10 mL/kg/h. Hematócrito em queda: investigar hemorragia e coagulopatia.1
  • Hemorragia: concentrado de hemácias 10 a 15 mL/kg/dia. Coagulopatia: avaliar plasma fresco 10 mL/kg, vitamina K IV e crioprecipitado (1 U para cada 5 a 10 kg).1
  • Plaquetas: só com sangramento persistente não controlado depois de corrigidos a coagulação e o choque, com trombocitopenia e INR acima de 1,5 vez o normal.1
  • Reduzir ou suspender o soro quando cessa o extravasamento: PA, pulso e perfusão normais, hematócrito em queda sem sangramento, diurese normalizada e sintomas abdominais resolvidos.1
As fontes divergem: Volume no choque: MS e UpToDate

O MS faz 20 mL/kg de SF em até 20 minutos em todo paciente do grupo D, adulto ou criança, e usa albumina no choque persistente com hematócrito em alta.1 O UpToDate, em linha com a OMS, separa o choque compensado, em que começa com cristaloide a 10 mL/kg/h na criança para não precipitar sobrecarga, do descompensado, com um a dois bolus de 10 mL/kg em 15 a 30 minutos; no choque refratário por extravasamento, sugere coloide hiperoncótico, como a dextrana 40.4

6Antitérmicos e medicamentos proibidos

SBP (2025)Ministério da Saúde (2024)
Paracetamol10–15 mg/kg, intervalo mínimo de 4–6 h; máximo de 60 mg/kg/dia10 mg/kg/dose até de 6/6 h; respeitar a dose máxima para peso e idade (doses altas são hepatotóxicas)
Dipirona10 mg/kg de 6/6 h (conferir a bula por peso e idade)10 mg/kg/dose até de 6/6 h (respeitar a dose máxima por peso e idade)
AINE, AAS, corticoideAINE, incluindo ibuprofeno, e AAS contraindicadosNão usar salicilatos, anti-inflamatórios não esteroides nem corticosteroides

Apresentações listadas pelo MS: paracetamol gotas 200 mg/mL e dipirona gotas 500 mg/mL, ambas com 1 mL = 20 gotas; dipirona solução oral 50 mg/mL.1,2

AINE e AAS aumentam o risco de sangramento e de insuficiência renal no extravasamento plasmático, mesmo em infecção ainda não confirmada.2 A hemorragia digestiva grave é mais frequente em quem usou AAS, AINE ou anticoagulante e pode ocorrer sem plaquetopenia nem hemoconcentração.1

As fontes divergem: Paracetamol: dose e escolha do fármaco

A SBP admite 10–15 mg/kg a cada 4–6 h, com máximo de 60 mg/kg/dia; o MS indica 10 mg/kg até de 6/6 h.1,2 O UpToDate usa só paracetamol (10–15 mg/kg/dose, máximo de 60 mg/kg/dia), sem dipirona, limita o adulto a 2 g/dia na dengue pelo risco hepático e associa banho morno; a SBP não recomenda métodos físicos na febre de rotina.2,3

7Exames e prova do laço

  • Inespecíficos: hemograma obrigatório nos grupos B, C e D; nos grupos C e D, também albumina e transaminases; glicemia, ureia, creatinina, eletrólitos, gasometria, TTPa e ecocardiograma conforme o caso.1
  • Específicos: até o 5º dia, NS1, RT-PCR ou isolamento viral; a partir do 6º dia, sorologia IgM. Obrigatórios nos grupos C e D, mas não essenciais para a conduta; nos grupos A e B, seguem a situação epidemiológica local.1

Prova do laço: insuflar o manguito na PA média, (PAS + PAD)/2, por 3 minutos na criança (5 no adulto) e contar as petéquias num quadrado de 2,5 cm de lado no antebraço; é positiva com 10 ou mais na criança (20 no adulto). Costuma ser negativa na obesidade e no choque.1

As fontes divergem: Prova do laço: obrigatória ou de pouco valor?

A 6ª edição do manual clínico do MS registra que uma revisão sistemática da OPAS/OMS de 2022, com 217 estudos, encontrou baixo valor preditivo da prova do laço para formas graves e para indicar internação.1 O manual de enfermagem do MS, revisado em 2026, mantém a prova obrigatória na triagem de todo suspeito sem sinal de alarme, choque ou sangramento espontâneo, repetida só se antes negativa.5 Para a prova, ela continua no critério de caso suspeito e na entrada do grupo B.1

8Quando internar e critérios de alta

Internação e alta pelo Ministério da Saúde

Indicações de internação
  • Sinais de alarme ou de choque, sangramento grave ou disfunção de órgão (grupos C e D)
  • Recusa de alimentos e líquidos
  • Comprometimento respiratório: dor torácica, dificuldade respiratória, murmúrio vesicular diminuído
  • Impossibilidade de seguimento ou de retorno, por razão clínica ou social
  • Comorbidade descompensada, como diabetes, crise asmática ou anemia falciforme
Critérios de alta (todos)
  • Estabilização hemodinâmica por 48 h
  • Ausência de febre por 24 h
  • Melhora visível do quadro clínico
  • Hematócrito normal e estável por 24 h
  • Plaquetas em elevação

Itens 6.9 e 6.10 do manual do MS; depois da alta, o retorno segue o do grupo B.1

9Vacinas contra a dengue no Brasil

VacinaSituação em outubro de 2026
Takeda (Qdenga, TAK-003), atenuada, 2 dosesSUS: 10 a 14 anos em todos os municípios desde a NT nº 4/2026, de janeiro de 2026, com 3 meses entre as doses. SBP: a partir de 4 anos, independentemente de dengue prévia; sem restrição após a suspensão da vacina do Butantan
Instituto Butantan (Butantan-DV), atenuada, dose únicaSUS: 15 a 59 anos (piloto em janeiro e ampliação nacional em fevereiro de 2026). Descontinuada em junho de 2026 (NT nº 58/2026) por sinal de segurança: 42 eventos com sinais de alarme e 3 de dengue grave em 501.044 doses até 30/05/2026, causalidade em investigação

Notas Técnicas do Ministério da Saúde, nota da SBP e UpToDate.6,7,8,9

Vacinado com a Butantan-DV que apresente quadro compatível com dengue até 21 dias após a dose (pico de viremia vacinal perto do 9º dia) é caso em monitoramento prioritário: manejo pelos protocolos de dengue, notificação de ESAVI no e-SUS Notifica (em até 24 h nos casos graves).7,8

10Pegadinhas de prova

  • Lactente com menos de 24 meses sem alarme é grupo B, não A: hemograma obrigatório.1
  • Grupo C começa com 10 mL/kg na 1ª hora; grupo D, com 20 mL/kg em até 20 minutos, ambos em qualquer nível de atenção, sem esperar exames.1
  • Choque persistente com hematócrito subindo pede albumina; com hematócrito caindo, investigar sangramento e transfundir hemácias.1
  • Exame específico não muda a conduta inicial: NS1 ou RT-PCR até o 5º dia; IgM a partir do 6º.1
  • A alta exige plaquetas em elevação, além de Ht estável por 24 h, 24 h sem febre e 48 h de estabilidade hemodinâmica.1

11Como o tema cai na prova

Perguntas frequentes

Qual a hidratação oral da dengue na criança pelo Ministério da Saúde?

130 mL/kg/dia até 10 kg, 100 mL/kg/dia acima de 10 até 20 kg e 80 mL/kg/dia acima de 20 kg (regra de Holliday-Segar mais 3% de perdas), com 1/3 em soro de reidratação oral e 1/3 do volume nas primeiras 4 a 6 horas.

Qual a diferença entre os grupos B e C da dengue?

O grupo B não tem sinais de alarme, mas tem sangramento de pele espontâneo ou induzido, condição especial (como lactente com menos de 24 meses), risco social ou comorbidade,. O grupo C tem ao menos um sinal de alarme e recebe soro fisiológico 10 mL/kg na primeira hora, com internação.

Qual o volume de expansão no grupo D da dengue?

Soro fisiológico 0,9% 20 mL/kg em até 20 minutos, repetível até três vezes, com reavaliação clínica a cada 15 a 30 minutos e hematócrito a cada 2 horas. Se o choque persiste com hematócrito em ascensão, albumina 0,5 a 1 g/kg.

Qual antitérmico usar na dengue em criança?

Paracetamol ou dipirona. A SBP indica paracetamol 10 a 15 mg/kg com intervalo mínimo de 4 a 6 horas (máximo de 60 mg/kg/dia) e dipirona 10 mg/kg de 6/6 horas; o MS indica 10 mg/kg/dose de cada um até de 6/6 horas. AINE, AAS e corticoide são contraindicados.

Qual vacina da dengue está disponível para crianças no SUS?

A vacina atenuada da Takeda (Qdenga), para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos em todos os municípios, em duas doses com 3 meses de intervalo. A SBP recomenda a mesma vacina a partir de 4 anos. A vacina do Butantan, oferecida de 15 a 59 anos, foi descontinuada em junho de 2026.

Equipe editorial Pediatrando

Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.

Referências

  1. Ministério da Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e criança. 6ª edição. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Brasília, 2024. gov.br ↗
  2. Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 206: Abordagem da Febre Aguda em Pediatria e Reflexões sobre a febre nas arboviroses. Departamentos Científicos de Pediatria Ambulatorial e de Infectologia, 15 de maio de 2025. sbp.com.br ↗
  3. Dengue virus infection: Management of outpatients and indications for hospitalization. UpToDate, tópico atualizado em 17 de setembro de 2026. uptodate.com ↗
  4. Dengue virus infection: Management of hospitalized patients. UpToDate, tópico atualizado em 7 de maio de 2026. uptodate.com ↗
  5. Ministério da Saúde. Dengue: manual de enfermagem. 3ª edição revisada. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Brasília, 2026. mosquito.saude.es.gov.br ↗
  6. Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 4/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS: ampliação da estratégia de vacinação contra a dengue em todos os municípios do país para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. 15 de janeiro de 2026. gov.br ↗
  7. Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 58/2026-DPNI/SVSA/MS: sinal de segurança da vacina dengue do Instituto Butantan e condutas frente a vacinados. 8 de junho de 2026. gov.br ↗
  8. Sociedade Brasileira de Pediatria. Suspensão temporária da vacina da dengue do Butantan motiva nota de esclarecimento da SBP. Departamento Científico de Imunizações, 12 de junho de 2026. sbp.com.br ↗
  9. Dengue virus infection: Prevention. UpToDate, tópico atualizado em 22 de junho de 2026. uptodate.com ↗

Questões comentadas sobre o tema

Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.

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