Pular para o conteúdo
PediatrandoBlog
Remédios · Para profissionais

Paracetamol em pediatria: dose, dose máxima e intoxicação

Doses pelo Quadro 1 da SBP, o erro de concentração entre 100, 200 e 32 mg/mL, e a conduta na intoxicação, com as diferenças entre SBP, Ministério da Saúde e UpToDate.

Equipe editorial Pediatrando Atualizado em 10 min de leitura
SBPLexidrugMinistério da SaúdeUpToDate

Pontos-chave

  • Dose: 10–15 mg/kg a cada 4–6 h, máximo de 50–75 mg/kg/dia (SBP); o Lexidrug limita a 5 doses em 24 h e a 4 g/dia.1,2
  • Único antitérmico recomendado no menor de 1 mês, com dose ajustada à idade gestacional. Na dengue, máximo de 60 mg/kg/dia.1
  • No Brasil há 100 mg/mL (bebê, seringa), 32 mg/mL (criança, copo) e 200 mg/mL (gotas, RENAME): prescreva em mg e em mL para a apresentação certa.3,4
  • Dose tóxica de 120 mg/kg pela SBP 2025. Antídoto: N-acetilcisteína, mais eficaz até 8 h da ingestão aguda.1,5
Neste artigo
  1. O que é e como age
  2. Doses por idade, via e situação
  3. Apresentações no Brasil e o erro de concentração
  4. Intoxicação: padrões, dose tóxica e quadro clínico
  5. Avaliação, nomograma e N-acetilcisteína
  6. Quando encaminhar e internar
  7. Pegadinhas de prova
  8. Perguntas frequentes
  9. Referências

1O que é e como age

Derivado do para-aminofenol, o paracetamol tem ação analgésica e antitérmica, sem efeito anti-inflamatório. Reduz a produção hipotalâmica de PGE2 pela inibição da ciclo-oxigenase, mecanismo comum aos três antitérmicos usados no Brasil.1

É absorvido quase totalmente no trato gastrintestinal, com pico plasmático em 30 a 60 minutos. Cerca de 90% é conjugado no fígado com glicuronídeo ou sulfato; uma fração pequena é oxidada pelo citocromo P-450 a NAPQI, metabólito reativo inativado pela glutationa. Na superdosagem, a glutationa se esgota e o NAPQI causa necrose hepática.6

Num estudo de dose-resposta citado pela SBP, 5 mg/kg baixaram a temperatura menos de 0,5 °C; 10 mg/kg, cerca de 1,5 °C por 5 a 6 horas. Em ensaio com 628 crianças, a normalização da temperatura foi de 68% com paracetamol, contra 82% com dipirona e 78% com ibuprofeno.1

2Doses por idade, via e situação

SituaçãoDoseMáximo diário
SBP, Quadro 1 (neonatos e > 3 kg)10–15 mg/kg a cada 4–6 h50–75 mg/kg/dia1
Lactente, criança e adolescente, VO (Lexidrug)10–15 mg/kg a cada 4–6 h, até 5 doses/24 h75 mg/kg/dia, até 4 g/dia2
RN a termo ≥ 10 dias, VO10–15 mg/kg a cada 4–6 h, até 5 doses/24 h75 mg/kg/dia2
IG 33–36 sem. ou RN a termo < 10 dias, VO10–15 mg/kg a cada 6–8 h60 mg/kg/dia2
IG 28–32 sem., VO10–15 mg/kg a cada 6–12 h40 mg/kg/dia2
IV, ≥ 2 anos e < 50 kg15 mg/kg a cada 6 h ou 12,5 mg/kg a cada 4 h (máx. 750 mg/dose)75 mg/kg/dia, até 3.750 mg2
IV, < 2 anos (bula, febre)15 mg/kg a cada 6 h60 mg/kg/dia2
Dengue (SBP)10–15 mg/kg, intervalo mínimo de 4–6 h60 mg/kg/dia1

Doses neonatais e IV do Lexidrug, com dados limitados no prematuro. A SBP não detalha a dose neonatal, apenas que ela deve ser ajustada à idade gestacional.1,2

Calculadora rápida

Dose de antitérmico pelo peso

Faixas do Quadro 1 da SBP (2025). Confira sempre a concentração do produto.

Digite o peso para ver a faixa de dose em mg e em mL.

Ferramenta de apoio para profissionais. Não substitui a prescrição nem a bula do produto. No app, a dose sai na receita, com a apresentação escolhida. Abrir o Pediatrando →

  • Sem dose de ataque na rotina: o UpToDate não recomenda a dose inicial de 30 mg/kg, pelo risco de confusão de dose.7
  • Prescreva em mg e em mL e confira a concentração do produto; o Lexidrug pede que a dose seja apresentada claramente em mg.2,3
  • Some todas as fontes (prescrição, venda livre, associações) no cálculo do máximo diário.2
  • Hepatopatia crônica: a SBP prioriza o paracetamol em dose ajustada entre os antitérmicos; o Lexidrug recomenda cautela e evitar uso crônico.1,2
  • Doença renal: sem ajuste para cursos curtos por via oral ou retal, segundo o Lexidrug.2
  • Vacinas: sem uso profilático de rotina, porque pode reduzir a imunogenicidade, sobretudo nas primeiras doses.1,2
  • Convulsão febril: o antitérmico profilático não reduz a recorrência (metanálise com 540 crianças; OR 0,9).1
As fontes divergem: Neonato e lactente com menos de 3 meses

A SBP indica o paracetamol como único antitérmico no menor de 1 mês, com dose pela idade gestacional, sem fixar valores.1 O Lexidrug traz doses por idade gestacional, com teto de 40 a 75 mg/kg/dia.2 A AAP e o UpToDate sugerem não usar antes dos 3 meses sem avaliação médica, porque a febre pode ser o único sinal de infecção bacteriana grave.7

As fontes divergem: Dose na dengue: SBP e Ministério da Saúde

A SBP mantém 10–15 mg/kg com intervalo mínimo de 4–6 h e reduz o teto para 60 mg/kg/dia.1 O manual do Ministério da Saúde (6ª ed., 2024) indica 10 mg/kg/dose até de 6/6 h, respeitando a dose máxima por peso e idade, e lembra que doses elevadas são hepatotóxicas.8

3Apresentações no Brasil e o erro de concentração

ApresentaçãoConcentraçãoObservação
Suspensão oral "bebê"100 mg/mLEm geral com seringa dosadora3
Suspensão oral "criança"32 mg/mLCom copo medidor3
Solução oral (gotas)200 mg/mLRENAME, componente básico; o MS considera 1 mL = 20 gotas4,8
Comprimido500 mgRENAME, componente básico4

O mesmo volume de 200 mg/mL tem o dobro do princípio ativo de 100 mg/mL e 6,25 vezes o de 32 mg/mL. A Anvisa emitiu alerta sobre erros de dose da suspensão oral em bebês e crianças.3

Gotejadores. Num estudo brasileiro com 575 cuidadores, 43,3% das crianças recebiam subdose e 8,0% superdose. As concentrações dos produtos não variavam, mas os gotejadores liberavam volumes diferentes, em geral menores; a subdose de paracetamol foi o erro mais frequente.1

Nos Estados Unidos, a formulação infantil de 100 mg/mL foi retirada em 2011, e o UpToDate cita a variedade de concentrações como causa de superdose não intencional. Também é causa conhecida a troca da apresentação infantil por comprimido de adulto.9

As fontes divergem: Prescrever em gotas ou em mL

A Anvisa orienta administrar em mL, com o dispositivo do produto.3 O manual de dengue do MS converte a solução de 200 mg/mL em gotas (1 mL = 20 gotas),8 mas a SBP mostra que os gotejadores variam entre marcas e defende a padronização.1 Em gotas, a prescrição só é segura se indicar a marca e a concentração.

4Intoxicação: padrões, dose tóxica e quadro clínico

Abaixo dos 6 anos, a maioria das ingestões agudas é exploratória e de baixo risco; a criança pequena parece menos suscetível à hepatotoxicidade na ingestão aguda (mais sulfatação e glutationa, mais vômitos). Já a superdose repetida dada pelo cuidador é a causa mais frequente de toxicidade grave e de morte nessa faixa.9

O perfil de maior risco é a criança doente, com menos de 2 anos, que recebe mais de 90 mg/kg/dia por mais de um dia (só 20% acima do máximo de 75 mg/kg/dia), doses repetidas de apresentação de adulto ou supositórios. Jejum e desnutrição esgotam a glutationa hepática, e a doença febril também aumenta o risco.9

FonteLimiar de toxicidade na criança
SBP, DC nº 206 (2025)Dose tóxica de 120 mg/kg; no adulto, 6,5 g1
SBP, DC de Toxicologia (2018)150–200 mg/kg; adolescentes e adultos, 6 a 10 g6
UpToDate, ingestão agudaMínimo de 150 mg/kg; provável acima de 250 mg/kg; acima de 350 mg/kg, hepatotoxicidade grave quase universal sem tratamento9
UpToDate, ingestão repetida150–175 mg/kg/dia por 2 a 4 dias, sobretudo com febre e pouca ingestão oral9
As fontes divergem: Dose tóxica: 120, 150 ou 200 mg/kg?

O documento de febre da SBP de 2025 adota 120 mg/kg como dose tóxica na criança.1 O guia de Toxicologia da SBP (2018) usa 150–200 mg/kg,6 e o UpToDate define 150 mg/kg como dose mínima tóxica na ingestão aguda e recomenda avaliação na emergência acima de 200 mg/kg no menor de 6 anos.9 Na prova, a resposta esperada costuma seguir a fonte citada no enunciado.

Tempo após a ingestãoQuadro (SBP, Toxicologia)
30 min a 24 hAnorexia, vômitos, mal-estar; exames normais, exceto o nível sérico
24 a 48 hDor no hipocôndrio direito, aumento de transaminases (AST > ALT), alteração do TP
3 a 5 diasPico das transaminases, falência hepática e de outros sistemas, morte ou início da recuperação
4 dias a 2 semanasResolução da função hepática

Em casos raros e de ingestão maciça, alteração de consciência e acidose metabólica precoces.6,9

5Avaliação, nomograma e N-acetilcisteína

Ingestão aguda: dosar o paracetamol sérico a partir de 4 horas da ingestão e lançar no nomograma de Rumack-Matthew (até 24 h). Completar com transaminases, função renal, coagulação, eletrólitos com ânion gap, glicose e bilirrubinas.6,9

Ingestão repetida: o nomograma não se aplica. A avaliação usa paracetamol sérico, AST, ALT, TP/INR e bilirrubinas; ALT/AST elevadas ou paracetamol acima de 10 mcg/mL indicam risco de hepatotoxicidade. A história precisa ser ativa: o cuidador nem sempre lembra do remédio de venda livre.9

  • Concentração acima da linha de tratamento do nomograma, na ingestão aguda.5
  • Suspeita de ingestão única acima de 150 mg/kg (ou 7,5 g) quando o resultado só sairá depois de 8 h.5
  • Ingestão repetida acima de 150 mg/kg/dia em 24–48 h ou de 100 mg/kg/dia por mais de 48 h, com paracetamol ≥ 20 mcg/mL ou transaminases elevadas.5
  • História não confiável com paracetamol > 10 mcg/mL ou transaminases elevadas; ou qualquer lesão hepática com exposição ao paracetamol.5

A N-acetilcisteína (NAC) é o antídoto e é mais eficaz quando iniciada até 8 horas após a ingestão aguda; na insuficiência hepática fulminante, reduz mortalidade e necessidade de transplante.5 Pela SBP, sem nível sérico disponível, a NAC deve começar o mais cedo possível; o benefício diminui, mas não desaparece, após 12 a 16 horas.6

Esquema de NACDoses
Oral (SBP, 2018)Ataque de 140 mg/kg; manutenção de 70 mg/kg a cada 4 h (protocolo norte-americano de 17 doses em 72 h)6
Endovenoso (SBP, 2018)150 mg/kg em 40–60 min; 50 mg/kg em 4 h; 100 mg/kg em 16 h6
Endovenoso (UpToDate, 2026)Sugere o regime de duas bolsas, 300 mg/kg em 20 h, com eficácia semelhante e menos eventos adversos (grau 2C)5

Reação anafilactoide não alérgica ocorre em 10–20% dos pacientes com NAC endovenosa; no rubor isolado, pausar por 15 minutos e reiniciar.5

  • Carvão ativado: 1 g/kg (máx. 50 g) VO se a ingestão potencialmente tóxica tiver ocorrido há até 4 h, pelo UpToDate; a SBP admite de 60 a 120 minutos após a ingestão.5,6
  • Vômitos: tratar com ondansetrona, para não atrasar o antídoto oral ou o carvão.6
  • Quando parar a NAC: paracetamol < 10 mcg/mL, INR < 2, transaminases normais ou em queda de 25–50% do pico e paciente clinicamente bem.5
  • Hemodiálise: paracetamol ≥ 900 mcg/mL com alteração de consciência ou acidose metabólica, junto com a NAC.5
As fontes divergem: Esquema de NAC e janela do carvão

O guia de Toxicologia da SBP (2018) descreve o esquema oral de 72 h e o endovenoso de 21 h em três fases, e o carvão até 60–120 minutos.6 O UpToDate (2026) prefere o regime endovenoso de duas bolsas em 20 h, usa critérios clínicos e laboratoriais para suspender a NAC e estende o carvão até 4 horas da ingestão.5

As fontes divergem: Quando tratar a ingestão repetida

A SBP (2018) indica NAC na ingestão crônica acima de 200 mg/kg em 24 h, 150 mg/kg em 48 h ou 100 mg/kg em 72 h ou mais, ou com transaminases elevadas, paracetamol detectável ou alto risco.6 O UpToDate exige, além da dose (150 mg/kg/dia em 24–48 h ou 100 mg/kg/dia por mais de 48 h), paracetamol ≥ 20 mcg/mL ou transaminases elevadas.5

6Quando encaminhar e internar

  • Ingestão aguda acima de 200 mg/kg no menor de 6 anos (ou 10 g, o que for menor): avaliação na emergência.9
  • Ingestão intencional, criança sintomática ou dose desconhecida.9
  • Produto combinado (com opioide ou anti-histamínico) ou de liberação prolongada: discutir com o centro de toxicologia.9
  • Indicação de NAC pelos critérios acima, para tratamento e seguimento de transaminases e TP.5,6
  • Sinais de insuficiência hepática fulminante (encefalopatia, acidose metabólica, hipoglicemia, TP em piora progressiva): considerar transplante hepático de urgência.6

Na criança febril em uso de paracetamol que piora, fica prostrada, vomita ou tem dor abdominal, pergunte ativamente a dose, a apresentação, o intervalo e os remédios de venda livre: os sinais da intoxicação repetida imitam a doença de base.9

7Pegadinhas de prova

  • Paracetamol não é anti-inflamatório. Analgésico e antitérmico apenas.1
  • Menor de 1 mês: paracetamol é o único antitérmico recomendado pela SBP; dipirona a partir de 3 meses e 5 kg, ibuprofeno a partir de 6 meses.1
  • Dengue: paracetamol ou dipirona; AINE e AAS contraindicados; teto do paracetamol de 60 mg/kg/dia.1,8
  • Criança assintomática nas primeiras 24 h não exclui intoxicação: a hepatotoxicidade aparece depois.6,9
  • Nomograma só para ingestão aguda única, com nível colhido a partir de 4 h; não serve para a ingestão repetida.9
  • Alternar antitérmicos: não recomendado pela SBP.1

Perguntas frequentes

Qual a dose de paracetamol por kg em criança?

Pela SBP (2025), 10 a 15 mg/kg por dose, a cada 4 a 6 horas, com máximo de 50 a 75 mg/kg/dia. O Lexidrug limita a 5 doses em 24 horas e a 4 g/dia.

Qual a dose máxima diária de paracetamol na dengue?

60 mg/kg/dia pela SBP, com 10 a 15 mg/kg por dose e intervalo mínimo de 4 a 6 horas. O manual do Ministério da Saúde indica 10 mg/kg/dose até de 6/6 horas.

Qual a dose tóxica de paracetamol em criança?

120 mg/kg pelo Documento Científico de febre da SBP (2025); 150 a 200 mg/kg pelo guia de Toxicologia da SBP (2018). O UpToDate considera 150 mg/kg a dose mínima tóxica na ingestão aguda e indica emergência acima de 200 mg/kg no menor de 6 anos.

Paracetamol pode ser usado em recém-nascido?

Sim. Pela SBP, é o único antitérmico recomendado no menor de 1 mês, com dose ajustada à idade gestacional. O Lexidrug traz doses por idade gestacional, com teto de 40 a 75 mg/kg/dia.

Quais concentrações de paracetamol líquido existem no Brasil?

Suspensão oral de 100 mg/mL (bebê, com seringa), suspensão de 32 mg/mL (criança, com copo) e solução oral em gotas de 200 mg/mL, que é a apresentação líquida da RENAME.

Quando indicar N-acetilcisteína?

Na ingestão aguda com nível acima da linha de tratamento do nomograma, na ingestão suspeita acima de 150 mg/kg sem resultado em 8 horas, na ingestão repetida com nível ≥ 20 mcg/mL ou transaminases elevadas e em qualquer lesão hepática com exposição ao paracetamol, segundo o UpToDate.

Equipe editorial Pediatrando

Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.

Referências

  1. Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 206: Abordagem da Febre Aguda em Pediatria e Reflexões sobre a febre nas arboviroses. Departamentos Científicos de Pediatria Ambulatorial e de Infectologia, 15 de maio de 2025. sbp.com.br ↗
  2. Lexidrug. Acetaminophen (paracetamol): Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
  3. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Anvisa alerta sobre o uso incorreto de paracetamol. Publicado em 10 de dezembro de 2021, atualizado em 1º de agosto de 2026. gov.br ↗
  4. Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 2024. Brasília, 2024. bvsms.saude.gov.br ↗
  5. Acetaminophen (paracetamol) poisoning: Management in adults and children. UpToDate, tópico atualizado em 8 de abril de 2026. uptodate.com ↗
  6. Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 1: Intoxicações agudas por medicamentos de uso comum em pediatria. Departamento Científico de Toxicologia, fevereiro de 2018. sbp.com.br ↗
  7. Wallace SS. Fever in infants and children: Pathophysiology and management. UpToDate, tópico atualizado em 9 de agosto de 2026. uptodate.com ↗
  8. Ministério da Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e criança. 6ª edição. Brasília, 2024. Apêndice H: uso de medicamentos para dengue. bvsms.saude.gov.br ↗
  9. Clinical manifestations and diagnosis of acetaminophen (paracetamol) poisoning in children and adolescents. UpToDate, tópico atualizado em 30 de julho de 2025. uptodate.com ↗

Questões comentadas sobre o tema

Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.

Treine o tema com questões comentadas

Intoxicação por paracetamol, N-acetilcisteína e o uso correto dos antitérmicos caem nas provas de residência e no TEP. No Pediatrando, cada alternativa é explicada.