Pontos-chave
- A maioria das infecções é assintomática ou oligossintomática; o impacto está na carga parasitária: espoliação nutricional, anemia ferropriva (ancilostomídeos, T. trichiura maciço) e complicações obstrutivas do Ascaris.1,2
- Diagnóstico: EPF com pelo menos 3 amostras em 10 dias; Graham para Enterobius; Baermann-Moraes/Rugai para Strongyloides; antígeno fecal (ELISA) para Giardia.1
- Albendazol 400 mg dose única (200 mg em menores de 2 anos) para ascaridíase e ancilostomíase; na enterobíase, repetir em 2 semanas; ivermectina na estrongiloidíase.1
- Larva migrans: tiabendazol 5% tópico nas lesões localizadas; albendazol ou ivermectina nas múltiplas.3
Neste artigo
- Agentes e epidemiologia
- Quadro clínico por agente
- Diagnóstico laboratorial
- Tratamento das helmintíases
- Idade e peso mínimos (Lexidrug)
- Giardíase e amebíase
- Complicações e quando internar
- Larva migrans cutânea (bicho geográfico)
- Controle coletivo e desparasitação periódica
- Pegadinhas de prova
- Como o tema cai na prova
- Perguntas frequentes
- Referências
1Agentes e epidemiologia
As helmintíases transmitidas pelo solo (A. lumbricoides, T. trichiura, N. americanus e A. duodenale) dependem de contaminação fecal do solo e se concentram onde falta saneamento. A SBP estimava 9,3 milhões de pré-escolares e escolares brasileiros candidatos à quimioterapia preventiva e registra que o país, desde 2016, saiu da situação endêmica e está em vigilância, sem necessidade de administração em massa.1
O Ministério da Saúde descreve queda das geo-helmintíases no Sul e no Sudeste, com prevalências ainda elevadas no Norte e no Nordeste (inquéritos de 2005 a 2016). A Giardia é o parasita intestinal mais prevalente no mundo, inclusive em famílias de renda média e alta, e se dissemina em creches.1,2
2Quadro clínico por agente
| Agente | Transmissão | Quadro que orienta |
|---|---|---|
| Ascaris lumbricoides | Ingestão de ovos (mãos, água, alimentos, geofagia) | Síndrome de Löffler na migração; suboclusão ou obstrução com > 30–100 vermes; migração biliar, pancreática, apendicular |
| Ancilostomídeos | Larva L3 penetra a pele | Dermatite larvária; anemia hipocrômica e microcítica, hipoproteinemia e edema, sopro |
| Trichuris trichiura | Ingestão de ovos | Leve na maioria; na forma maciça, disenteria crônica, anemia, desnutrição e prolapso retal |
| Enterobius vermicularis | Ânus–mão–boca, roupas, poeira | Prurido anal noturno, insônia; nas meninas, vulvovaginite |
| Strongyloides stercoralis | Pele e autoinfecção | Síndrome pseudoulcerosa, má absorção; hiperinfecção e disseminação no imunossuprimido |
| Giardia lamblia | Cistos na água e em alimentos; creches | Diarreia aguda ou arrastada, esteatorreia, má absorção semelhante à doença celíaca |
Resumo do Guia Prático de Atualização da SBP de 2020.1
Cada A. duodenale adulto causa perda de 0,05 a 0,3 mL de sangue por dia, e cada N. americanus, 0,01 a 0,04 mL. Na estrongiloidíase disseminada, as larvas carregam enterobactérias, com bacteremia, sepse ou meningite por gram-negativos, e a eosinofilia costuma estar ausente na forma grave.1,4
3Diagnóstico laboratorial
| Método | Princípio | Principal indicação |
|---|---|---|
| Hoffman, Pons e Janer (Lutz) | Sedimentação espontânea | Ovos e larvas de helmintos, cistos de protozoários |
| Willis | Flutuação espontânea | Ovos leves (ancilostomídeos) |
| Faust | Centrifugação e flutuação | Cistos e oocistos de protozoários |
| Baermann-Moraes e Rugai | Cultura | Larvas de Strongyloides |
| Kato-Katz | Filtração e contagem | Quantificação de ovos (carga parasitária) |
| Graham (fita adesiva) | Adesão perianal | Enterobius e Taenia |
Tabela 2 do Guia Prático da SBP de 2020.1
- Amostras: pelo menos 3, colhidas em até 10 dias, de preferência entregues ao laboratório em até 1 hora.1
- Eosinofilia (> 600/mm³ ou > 6%) sugere helmintíase: ocorre em cerca de 47% das ascaridíases, 78% das tricuríases, 82% das estrongiloidíases e até 60% das ancilostomíases. Giardíase não dá eosinofilia.1
- Enterobíase: fita adesiva em 3 manhãs seguidas, ao acordar, antes da higiene; o EPF raramente é positivo.1,5
- Estrongiloidíase: EPF seriado (até 7 amostras) e cultura de larvas; a sorologia é mais sensível que o EPF. O UpToDate prefere sorologia associada a PCR fecal, quando disponível.1,4
- Giardíase: ELISA ou imunofluorescência fecal, com sensibilidade de até 95% e especificidade de 98% a 100% com 1 ou 2 amostras, superior à microscopia com 3.1
4Tratamento das helmintíases
| Helmintíase | 1ª linha (SBP 2020) | Alternativas |
|---|---|---|
| Ascaridíase | Albendazol 400 mg dose única (200 mg < 2 anos) ou mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 dias | Ivermectina 150–200 mcg/kg dose única; nitazoxanida 7,5 mg/kg/dose (máx. 500 mg) 12/12 h por 3 dias |
| Ancilostomíase | Albendazol 400 mg dose única (200 mg < 2 anos) ou mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 dias | Nitazoxanida, como acima |
| Tricuríase | Albendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg, 1×/dia por 3 a 7 dias | Ivermectina 200 mcg/kg por 3 dias (sinergismo com albendazol); nitazoxanida |
| Enterobíase | Albendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg dose única, repetir em 2 semanas | Nitazoxanida, como acima |
| Estrongiloidíase | Ivermectina 200 mcg/kg por 1 a 2 dias | Albendazol 400 mg 12/12 h por 7 dias |
| Teníase | Praziquantel 5–10 mg/kg dose única | Controle de cura com EPF em 1 e 3 meses |
Tabela 4 e texto do Guia Prático da SBP de 2020. Albendazol com alimento; ivermectina em jejum, segurança não estabelecida abaixo de 15 kg.1 Na RENAME 2024 constam albendazol (suspensão 40 mg/mL e comprimido mastigável de 400 mg), ivermectina 6 mg, metronidazol e praziquantel; mebendazol e nitazoxanida não constam.6
- Mebendazol praticamente não é absorvido: é de primeira linha em dose única só para ascaridíase e enterobíase; o albendazol se distribui nos tecidos e é a escolha para toxocaríase e cisticercose.1
- Nitazoxanida tem bula na Anvisa a partir de 12 meses, por idade: 100 mg (12–47 meses), 200 mg (4–11 anos) ou 500 mg (> 11 anos), 12/12 h por 3 dias.1
- Enterobíase: a segunda dose atinge os vermes que eclodem depois da primeira. Tratar todo o domicílio quando há mais de um infectado ou recorrência; unhas curtas e roupas lavadas em água quente.1,5
- Tricuríase maciça: repetir o tratamento 3 vezes, com intervalo de 15 dias.1
- Ancilostomíase com anemia: o ferro isolado corrige a hemoglobina, mas a anemia volta sem o anti-helmíntico; a SBP indica ferro oral após o tratamento.7,8
As fontes divergem: Ancilostomíase e tricuríase: dose única ou 3 dias
A SBP trata a ancilostomíase com albendazol em dose única.1 O UpToDate sugere albendazol 400 mg/dia por 3 dias (grau 2B), por ser mais eficaz.7 Na tricuríase, o UpToDate sugere albendazol associado a ivermectina por 3 dias e contraindica a dose única de albendazol ou mebendazol isolados, por eficácia insuficiente; a SBP mantém a monoterapia por 3 a 7 dias.1,5
As fontes divergem: Posologia do mebendazol
A tabela da SBP traz mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 dias para ascaridíase e ancilostomíase.1 O Ministério da Saúde e o Lexidrug usam 100 mg 2×/dia por 3 dias ou, pelo Lexidrug, 500 mg em dose única.2,9 Na enterobíase, há acordo: 100 mg em dose única, repetida em 2 a 3 semanas.1,9
5Idade e peso mínimos (Lexidrug)
| Fármaco | Faixa | Esquema pelo Lexidrug |
|---|---|---|
| Albendazol | < 2 anos | Ascaridíase: 200–400 mg dose única (dados limitados) |
| Albendazol | 2 meses a 2 anos | Larva migrans: 15 mg/kg/dia por 3 dias, máx. 200 mg/dose (dados muito limitados) |
| Albendazol | ≥ 2 anos | Giardíase (alternativa): 10–15 mg/kg/dia por 5 dias, máx. 400 mg/dose |
| Mebendazol | Dados limitados < 2 anos | Ascaridíase e ancilostomíase: 100 mg 12/12 h por 3 dias ou 500 mg dose única |
| Ivermectina | ≥ 15 kg | Estrongiloidíase: 200 mcg/kg/dia por 1 a 2 dias; larva migrans: 200 mcg/kg dose única |
As fontes divergem: Ivermectina abaixo de 15 kg
A SBP considera a segurança da ivermectina não estabelecida abaixo de 15 kg.1 O Lexidrug registra uso limitado nessa faixa por risco teórico no SNC, mas sem relato de eventos adversos graves, e pede excluir Loa loa em quem vem de área endêmica.11 O guia de Dermatologia da SBP de 2025 faz a mesma ressalva e cita literatura limitada com aparente segurança.3
6Giardíase e amebíase
| Parasita | Fármaco | Dose (SBP 2020) |
|---|---|---|
| Giardia lamblia | Metronidazol | 15 mg/kg/dia, 8/8 h, por 5 a 7 dias |
| Albendazol | 400 mg/dia por 5 dias | |
| Tinidazol (≥ 3 anos) | 50 mg/kg dose única | |
| Secnidazol | 30 mg/kg dose única | |
| Nitazoxanida (≥ 1 ano) | 7,5 mg/kg/dose, 12/12 h, por 3 dias | |
| E. histolytica assintomática | Etofamida ou teclosan | 500 mg 12/12 h por 3 dias ou 100 mg 8/8 h por 5 dias |
| E. histolytica invasiva | Metronidazol, depois amebicida luminal | 35–50 mg/kg/dia em 3 doses por 10 dias |
Tabela 5 do Guia Prático da SBP de 2020.1
Na giardíase, a SBP não recomenda tratar o portador assintomático, salvo no domicílio de paciente com hipogamaglobulinemia, fibrose cística ou outra imunodeficiência; a recorrência sugere reinfecção, imunodeficiência, tratamento insuficiente ou resistência, e a giardíase resistente pede outra classe de fármaco. Na amebíase, o metronidazol não age sobre cistos: o amebicida luminal é obrigatório depois do tecidual.1
As fontes divergem: Giardíase: escolha do fármaco e assintomáticos
O UpToDate sugere tinidazol em dose única a partir de 3 anos, nitazoxanida de 1 a 3 anos e metronidazol abaixo de 12 meses, e sugere tratar o assintomático em creche, o manipulador de alimentos e os contatos de imunodeprimidos e de gestantes (grau 2C).12 A SBP lista os cinco fármacos como de escolha e restringe o tratamento do assintomático aos contatos de imunodeficientes.1 Para a volta à creche, o UpToDate pede 48 horas sem sintomas; a SBP, fezes contidas e frequência de evacuações não superior ao dobro da habitual.1,12
7Complicações e quando internar
- Suboclusão ou obstrução por Ascaris (cólica, distensão, vômitos biliosos, massa palpável, eliminação de vermes pela boca ou nariz): internar, hidratação venosa e sonda nasogástrica por 48 a 72 h, óleo mineral 15 a 30 mL a cada 2 h. Não dar ascaricida na fase aguda, pela morte maciça dos vermes; cirurgia se houver sangramento retal, toxemia ou falha clínica.1
- Ascaridíase biliar ou pancreática: jejum, hidratação, analgesia e antibiótico, com o anti-helmíntico após a fase aguda; a colangite exige drenagem biliar urgente.1,13
- Estrongiloidíase disseminada ou hiperinfecção: suspender ou reduzir a imunossupressão, ivermectina 200 mcg/kg/dia por pelo menos 2 semanas até exames negativos e antibiótico empírico para gram-negativos entéricos.1,4
- Antes de corticoide em dose alta ou prolongada: rastrear Strongyloides e tratar com ivermectina antes de imunossuprimir.1
- Amebíase: colite necrosante (febre alta, toxemia, choque, peritonite) e abscesso hepático pedem internação.1
8Larva migrans cutânea (bicho geográfico)
Causada pela penetração de larvas de Ancylostoma braziliense e, mais raramente, A. caninum, de cães e gatos, em pele exposta a areia ou solo contaminado. A larva não ultrapassa a epiderme nem atinge a circulação, mas pode haver eosinofilia e IgE elevada. Formas serpiginosa, bolhosa, papulosa e edematosa; avança 1 a 2 cm por dia, em mãos, dorso dos pés e nádegas (onde é mais papulosa), e é mais frequente após os 5 anos. Evolução autolimitada em 1 a 2 meses, podendo persistir até 6.3
| Situação | Tratamento (SBP 2025) |
|---|---|
| Lesão única ou pouco extensa | Tiabendazol 5% pomada |
| Lesões múltiplas ou extensas | Albendazol 400 mg/dia por 3 a 7 dias, ou ivermectina 0,2 mg/kg/dia por 1 a 2 dias, ou tiabendazol 30–50 mg/kg dose única |
Guia Prático de Atualização nº 187 da SBP, de 2025. Com tratamento específico há cura sem lesão residual.3
As fontes divergem: Larva migrans: via e velocidade
O UpToDate sugere tratamento sistêmico com ivermectina, com albendazol como alternativa, e deixa os tópicos como opção de difícil obtenção e uso (grau 2C); descreve avanço de alguns milímetros por dia.14 A SBP prefere o tiabendazol tópico nas lesões localizadas e cita 1 a 2 cm por dia.3 Pelo Lexidrug, o albendazol tem dados a partir de 2 meses e a ivermectina, a partir de 15 kg.10,11
9Controle coletivo e desparasitação periódica
| Prevalência de geo-helmintos | Risco | Tratamento coletivo |
|---|---|---|
| ≥ 50% | Alto | 2 vezes por ano |
| ≥ 20% e < 50% | Moderado | 1 vez por ano |
| < 20% | Baixo | Individualizado (só os casos positivos) |
Critérios da OMS adotados pela SBP (Tabela 1) e pelo Ministério da Saúde (Tabela 2), com albendazol 400 mg ou mebendazol 500 mg em dose única; 200 mg de albendazol de 12 a 24 meses.1,2,15
A OMS não recomenda o rastreamento individual nas áreas endêmicas, que custa de 4 a 10 vezes mais que o tratamento.1 O guia do Ministério da Saúde de 2018 prevê a dose supervisionada de albendazol 400 mg para escolares de 5 a 14 anos, com periodicidade definida pela prevalência local.2
As fontes divergem: Desparasitação empírica: os dois documentos da SBP
O Guia Prático de Gastroenterologia e Infectologia (novembro de 2020) registra que o Brasil saiu da situação endêmica em 2016 e não precisa mais de administração em massa.1 O Documento Científico de Pediatria Ambulatorial (setembro de 2020) admite, em áreas endêmicas, um antiparasitário de amplo espectro empírico 2 a 3 vezes por ano.16 A OMS reserva o tratamento periódico às áreas com prevalência de pelo menos 20%.1,15
10Pegadinhas de prova
- Prurido anal noturno é enterobíase: o exame é a fita adesiva, não o EPF; dose repetida em 2 semanas e tratamento do domicílio.1
- Anemia ferropriva em criança que anda descalça é ancilostomíase; Ascaris e Enterobius não são hematófagos.1
- Giardíase não causa eosinofilia: diante de eosinofilia, pense em helminto.1
- Obstrução por áscaris: não dar albendazol na fase aguda; a piperazina saiu do mercado brasileiro.1,16
- Larva migrans não responde a corticoide tópico; trata-se com tiabendazol tópico ou anti-helmíntico oral.3
- Entamoeba coli e Endolimax nana no EPF não pedem tratamento.8
11Como o tema cai na prova
Perguntas frequentes
Qual a dose de albendazol para verme em criança?
Pela SBP (2020), 400 mg em dose única na ascaridíase e na ancilostomíase, 200 mg em menores de 2 anos; na enterobíase, 400 mg repetidos após 2 semanas; na tricuríase, 400 mg/dia por 3 a 7 dias; na giardíase, 400 mg/dia por 5 dias.
Como tratar oxiúrus (enterobíase)?
Albendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg em dose única, repetida em 2 semanas, pela SBP. Tratar todo o domicílio quando há mais de um infectado ou recorrência, com unhas curtas e roupas de cama lavadas em água quente. O diagnóstico é pela fita adesiva perianal (Graham).
Ivermectina pode ser usada em criança com menos de 15 kg?
A SBP considera a segurança não estabelecida abaixo de 15 kg. O Lexidrug registra uso limitado nessa faixa, por risco teórico no sistema nervoso central, sem relatos de eventos adversos graves.
Qual o tratamento da larva migrans cutânea em criança?
Pela SBP (2025), tiabendazol 5% em pomada nas lesões localizadas; nas múltiplas, albendazol 400 mg/dia por 3 a 7 dias ou ivermectina 0,2 mg/kg/dia por 1 a 2 dias. O UpToDate prefere a ivermectina oral.
Deve-se dar vermífugo a cada 6 meses?
Não de rotina no Brasil. A SBP (2020) registra que o país saiu da situação endêmica em 2016; pela OMS, o tratamento coletivo é anual com prevalência de 20% a 50% e semestral acima de 50%, e individualizado abaixo de 20%.
Como conduzir a obstrução intestinal por Ascaris?
Internação, hidratação venosa, sonda nasogástrica por 48 a 72 horas e óleo mineral 15 a 30 mL a cada 2 horas, sem ascaricida na fase aguda; cirurgia se houver sangramento retal, toxemia ou falha do tratamento clínico.
Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.
Referências
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 7: Parasitoses intestinais: diagnóstico e tratamento. Departamentos Científicos de Gastroenterologia e de Infectologia, novembro de 2020. sbp.com.br ↗
- Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia Prático para o Controle das Geo-helmintíases. Brasília, 2018. bvsms.saude.gov.br ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 187: Infecções cutâneas parasitárias: aspectos clínicos e atualização terapêutica. Departamento Científico de Dermatologia, 23 de janeiro de 2025. sbp.com.br ↗
- Strongyloidiasis. UpToDate, tópico atualizado em 29 de junho de 2026. uptodate.com ↗
- Enterobiasis (pinworm) and trichuriasis (whipworm). UpToDate, tópico atualizado em 5 de fevereiro de 2026. uptodate.com ↗
- Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 2024. Brasília, 2024. bvsms.saude.gov.br ↗
- Hookworm infections. UpToDate, tópico atualizado em 27 de março de 2026. uptodate.com ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Pediatria para Famílias: Parasitoses intestinais. Departamento Científico de Gastroenterologia, junho de 2023. sbp.com.br ↗
- Lexidrug. Mebendazole: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Lexidrug. Albendazole: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Lexidrug. Ivermectin (systemic): Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
- Giardiasis: Treatment and prevention. UpToDate, tópico atualizado em 12 de dezembro de 2024. uptodate.com ↗
- Ascariasis. UpToDate, tópico atualizado em 18 de junho de 2025. uptodate.com ↗
- Hookworm-related cutaneous larva migrans. UpToDate, tópico atualizado em 11 de junho de 2025. uptodate.com ↗
- Organização Mundial da Saúde. Soil-transmitted helminth infections (nota descritiva), 18 de janeiro de 2023. who.int ↗
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 4: Parasitoses intestinais. Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial, setembro de 2020. sbp.com.br ↗
Questões comentadas sobre o tema
Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.