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Infecções · Para profissionais

Parasitoses intestinais: tratamento por agente e larva migrans

O Guia Prático da SBP de 2020 por agente, comparado ao UpToDate e ao Lexidrug, com a larva migrans cutânea pelo guia de Dermatologia de 2025.

Equipe editorial Pediatrando Atualizado em 11 min de leitura
SBPMinistério da SaúdeUpToDateLexidrugOMS

Pontos-chave

  • A maioria das infecções é assintomática ou oligossintomática; o impacto está na carga parasitária: espoliação nutricional, anemia ferropriva (ancilostomídeos, T. trichiura maciço) e complicações obstrutivas do Ascaris.1,2
  • Diagnóstico: EPF com pelo menos 3 amostras em 10 dias; Graham para Enterobius; Baermann-Moraes/Rugai para Strongyloides; antígeno fecal (ELISA) para Giardia.1
  • Albendazol 400 mg dose única (200 mg em menores de 2 anos) para ascaridíase e ancilostomíase; na enterobíase, repetir em 2 semanas; ivermectina na estrongiloidíase.1
  • Larva migrans: tiabendazol 5% tópico nas lesões localizadas; albendazol ou ivermectina nas múltiplas.3
Neste artigo
  1. Agentes e epidemiologia
  2. Quadro clínico por agente
  3. Diagnóstico laboratorial
  4. Tratamento das helmintíases
  5. Idade e peso mínimos (Lexidrug)
  6. Giardíase e amebíase
  7. Complicações e quando internar
  8. Larva migrans cutânea (bicho geográfico)
  9. Controle coletivo e desparasitação periódica
  10. Pegadinhas de prova
  11. Como o tema cai na prova
  12. Perguntas frequentes
  13. Referências

1Agentes e epidemiologia

As helmintíases transmitidas pelo solo (A. lumbricoides, T. trichiura, N. americanus e A. duodenale) dependem de contaminação fecal do solo e se concentram onde falta saneamento. A SBP estimava 9,3 milhões de pré-escolares e escolares brasileiros candidatos à quimioterapia preventiva e registra que o país, desde 2016, saiu da situação endêmica e está em vigilância, sem necessidade de administração em massa.1

O Ministério da Saúde descreve queda das geo-helmintíases no Sul e no Sudeste, com prevalências ainda elevadas no Norte e no Nordeste (inquéritos de 2005 a 2016). A Giardia é o parasita intestinal mais prevalente no mundo, inclusive em famílias de renda média e alta, e se dissemina em creches.1,2

2Quadro clínico por agente

AgenteTransmissãoQuadro que orienta
Ascaris lumbricoidesIngestão de ovos (mãos, água, alimentos, geofagia)Síndrome de Löffler na migração; suboclusão ou obstrução com > 30–100 vermes; migração biliar, pancreática, apendicular
AncilostomídeosLarva L3 penetra a peleDermatite larvária; anemia hipocrômica e microcítica, hipoproteinemia e edema, sopro
Trichuris trichiuraIngestão de ovosLeve na maioria; na forma maciça, disenteria crônica, anemia, desnutrição e prolapso retal
Enterobius vermicularisÂnus–mão–boca, roupas, poeiraPrurido anal noturno, insônia; nas meninas, vulvovaginite
Strongyloides stercoralisPele e autoinfecçãoSíndrome pseudoulcerosa, má absorção; hiperinfecção e disseminação no imunossuprimido
Giardia lambliaCistos na água e em alimentos; crechesDiarreia aguda ou arrastada, esteatorreia, má absorção semelhante à doença celíaca

Resumo do Guia Prático de Atualização da SBP de 2020.1

Cada A. duodenale adulto causa perda de 0,05 a 0,3 mL de sangue por dia, e cada N. americanus, 0,01 a 0,04 mL. Na estrongiloidíase disseminada, as larvas carregam enterobactérias, com bacteremia, sepse ou meningite por gram-negativos, e a eosinofilia costuma estar ausente na forma grave.1,4

3Diagnóstico laboratorial

MétodoPrincípioPrincipal indicação
Hoffman, Pons e Janer (Lutz)Sedimentação espontâneaOvos e larvas de helmintos, cistos de protozoários
WillisFlutuação espontâneaOvos leves (ancilostomídeos)
FaustCentrifugação e flutuaçãoCistos e oocistos de protozoários
Baermann-Moraes e RugaiCulturaLarvas de Strongyloides
Kato-KatzFiltração e contagemQuantificação de ovos (carga parasitária)
Graham (fita adesiva)Adesão perianalEnterobius e Taenia

Tabela 2 do Guia Prático da SBP de 2020.1

  • Amostras: pelo menos 3, colhidas em até 10 dias, de preferência entregues ao laboratório em até 1 hora.1
  • Eosinofilia (> 600/mm³ ou > 6%) sugere helmintíase: ocorre em cerca de 47% das ascaridíases, 78% das tricuríases, 82% das estrongiloidíases e até 60% das ancilostomíases. Giardíase não dá eosinofilia.1
  • Enterobíase: fita adesiva em 3 manhãs seguidas, ao acordar, antes da higiene; o EPF raramente é positivo.1,5
  • Estrongiloidíase: EPF seriado (até 7 amostras) e cultura de larvas; a sorologia é mais sensível que o EPF. O UpToDate prefere sorologia associada a PCR fecal, quando disponível.1,4
  • Giardíase: ELISA ou imunofluorescência fecal, com sensibilidade de até 95% e especificidade de 98% a 100% com 1 ou 2 amostras, superior à microscopia com 3.1

4Tratamento das helmintíases

Helmintíase1ª linha (SBP 2020)Alternativas
AscaridíaseAlbendazol 400 mg dose única (200 mg < 2 anos) ou mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 diasIvermectina 150–200 mcg/kg dose única; nitazoxanida 7,5 mg/kg/dose (máx. 500 mg) 12/12 h por 3 dias
AncilostomíaseAlbendazol 400 mg dose única (200 mg < 2 anos) ou mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 diasNitazoxanida, como acima
TricuríaseAlbendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg, 1×/dia por 3 a 7 diasIvermectina 200 mcg/kg por 3 dias (sinergismo com albendazol); nitazoxanida
EnterobíaseAlbendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg dose única, repetir em 2 semanasNitazoxanida, como acima
EstrongiloidíaseIvermectina 200 mcg/kg por 1 a 2 diasAlbendazol 400 mg 12/12 h por 7 dias
TeníasePraziquantel 5–10 mg/kg dose únicaControle de cura com EPF em 1 e 3 meses

Tabela 4 e texto do Guia Prático da SBP de 2020. Albendazol com alimento; ivermectina em jejum, segurança não estabelecida abaixo de 15 kg.1 Na RENAME 2024 constam albendazol (suspensão 40 mg/mL e comprimido mastigável de 400 mg), ivermectina 6 mg, metronidazol e praziquantel; mebendazol e nitazoxanida não constam.6

  • Mebendazol praticamente não é absorvido: é de primeira linha em dose única só para ascaridíase e enterobíase; o albendazol se distribui nos tecidos e é a escolha para toxocaríase e cisticercose.1
  • Nitazoxanida tem bula na Anvisa a partir de 12 meses, por idade: 100 mg (12–47 meses), 200 mg (4–11 anos) ou 500 mg (> 11 anos), 12/12 h por 3 dias.1
  • Enterobíase: a segunda dose atinge os vermes que eclodem depois da primeira. Tratar todo o domicílio quando há mais de um infectado ou recorrência; unhas curtas e roupas lavadas em água quente.1,5
  • Tricuríase maciça: repetir o tratamento 3 vezes, com intervalo de 15 dias.1
  • Ancilostomíase com anemia: o ferro isolado corrige a hemoglobina, mas a anemia volta sem o anti-helmíntico; a SBP indica ferro oral após o tratamento.7,8
As fontes divergem: Ancilostomíase e tricuríase: dose única ou 3 dias

A SBP trata a ancilostomíase com albendazol em dose única.1 O UpToDate sugere albendazol 400 mg/dia por 3 dias (grau 2B), por ser mais eficaz.7 Na tricuríase, o UpToDate sugere albendazol associado a ivermectina por 3 dias e contraindica a dose única de albendazol ou mebendazol isolados, por eficácia insuficiente; a SBP mantém a monoterapia por 3 a 7 dias.1,5

As fontes divergem: Posologia do mebendazol

A tabela da SBP traz mebendazol 100 mg 1×/dia por 3 dias para ascaridíase e ancilostomíase.1 O Ministério da Saúde e o Lexidrug usam 100 mg 2×/dia por 3 dias ou, pelo Lexidrug, 500 mg em dose única.2,9 Na enterobíase, há acordo: 100 mg em dose única, repetida em 2 a 3 semanas.1,9

5Idade e peso mínimos (Lexidrug)

FármacoFaixaEsquema pelo Lexidrug
Albendazol< 2 anosAscaridíase: 200–400 mg dose única (dados limitados)
Albendazol2 meses a 2 anosLarva migrans: 15 mg/kg/dia por 3 dias, máx. 200 mg/dose (dados muito limitados)
Albendazol≥ 2 anosGiardíase (alternativa): 10–15 mg/kg/dia por 5 dias, máx. 400 mg/dose
MebendazolDados limitados < 2 anosAscaridíase e ancilostomíase: 100 mg 12/12 h por 3 dias ou 500 mg dose única
Ivermectina≥ 15 kgEstrongiloidíase: 200 mcg/kg/dia por 1 a 2 dias; larva migrans: 200 mcg/kg dose única

Lexidrug, consultado em 4 de outubro de 2026.9,10,11

As fontes divergem: Ivermectina abaixo de 15 kg

A SBP considera a segurança da ivermectina não estabelecida abaixo de 15 kg.1 O Lexidrug registra uso limitado nessa faixa por risco teórico no SNC, mas sem relato de eventos adversos graves, e pede excluir Loa loa em quem vem de área endêmica.11 O guia de Dermatologia da SBP de 2025 faz a mesma ressalva e cita literatura limitada com aparente segurança.3

6Giardíase e amebíase

ParasitaFármacoDose (SBP 2020)
Giardia lambliaMetronidazol15 mg/kg/dia, 8/8 h, por 5 a 7 dias
Albendazol400 mg/dia por 5 dias
Tinidazol (≥ 3 anos)50 mg/kg dose única
Secnidazol30 mg/kg dose única
Nitazoxanida (≥ 1 ano)7,5 mg/kg/dose, 12/12 h, por 3 dias
E. histolytica assintomáticaEtofamida ou teclosan500 mg 12/12 h por 3 dias ou 100 mg 8/8 h por 5 dias
E. histolytica invasivaMetronidazol, depois amebicida luminal35–50 mg/kg/dia em 3 doses por 10 dias

Tabela 5 do Guia Prático da SBP de 2020.1

Na giardíase, a SBP não recomenda tratar o portador assintomático, salvo no domicílio de paciente com hipogamaglobulinemia, fibrose cística ou outra imunodeficiência; a recorrência sugere reinfecção, imunodeficiência, tratamento insuficiente ou resistência, e a giardíase resistente pede outra classe de fármaco. Na amebíase, o metronidazol não age sobre cistos: o amebicida luminal é obrigatório depois do tecidual.1

As fontes divergem: Giardíase: escolha do fármaco e assintomáticos

O UpToDate sugere tinidazol em dose única a partir de 3 anos, nitazoxanida de 1 a 3 anos e metronidazol abaixo de 12 meses, e sugere tratar o assintomático em creche, o manipulador de alimentos e os contatos de imunodeprimidos e de gestantes (grau 2C).12 A SBP lista os cinco fármacos como de escolha e restringe o tratamento do assintomático aos contatos de imunodeficientes.1 Para a volta à creche, o UpToDate pede 48 horas sem sintomas; a SBP, fezes contidas e frequência de evacuações não superior ao dobro da habitual.1,12

7Complicações e quando internar

  • Suboclusão ou obstrução por Ascaris (cólica, distensão, vômitos biliosos, massa palpável, eliminação de vermes pela boca ou nariz): internar, hidratação venosa e sonda nasogástrica por 48 a 72 h, óleo mineral 15 a 30 mL a cada 2 h. Não dar ascaricida na fase aguda, pela morte maciça dos vermes; cirurgia se houver sangramento retal, toxemia ou falha clínica.1
  • Ascaridíase biliar ou pancreática: jejum, hidratação, analgesia e antibiótico, com o anti-helmíntico após a fase aguda; a colangite exige drenagem biliar urgente.1,13
  • Estrongiloidíase disseminada ou hiperinfecção: suspender ou reduzir a imunossupressão, ivermectina 200 mcg/kg/dia por pelo menos 2 semanas até exames negativos e antibiótico empírico para gram-negativos entéricos.1,4
  • Antes de corticoide em dose alta ou prolongada: rastrear Strongyloides e tratar com ivermectina antes de imunossuprimir.1
  • Amebíase: colite necrosante (febre alta, toxemia, choque, peritonite) e abscesso hepático pedem internação.1

8Larva migrans cutânea (bicho geográfico)

Causada pela penetração de larvas de Ancylostoma braziliense e, mais raramente, A. caninum, de cães e gatos, em pele exposta a areia ou solo contaminado. A larva não ultrapassa a epiderme nem atinge a circulação, mas pode haver eosinofilia e IgE elevada. Formas serpiginosa, bolhosa, papulosa e edematosa; avança 1 a 2 cm por dia, em mãos, dorso dos pés e nádegas (onde é mais papulosa), e é mais frequente após os 5 anos. Evolução autolimitada em 1 a 2 meses, podendo persistir até 6.3

SituaçãoTratamento (SBP 2025)
Lesão única ou pouco extensaTiabendazol 5% pomada
Lesões múltiplas ou extensasAlbendazol 400 mg/dia por 3 a 7 dias, ou ivermectina 0,2 mg/kg/dia por 1 a 2 dias, ou tiabendazol 30–50 mg/kg dose única

Guia Prático de Atualização nº 187 da SBP, de 2025. Com tratamento específico há cura sem lesão residual.3

As fontes divergem: Larva migrans: via e velocidade

O UpToDate sugere tratamento sistêmico com ivermectina, com albendazol como alternativa, e deixa os tópicos como opção de difícil obtenção e uso (grau 2C); descreve avanço de alguns milímetros por dia.14 A SBP prefere o tiabendazol tópico nas lesões localizadas e cita 1 a 2 cm por dia.3 Pelo Lexidrug, o albendazol tem dados a partir de 2 meses e a ivermectina, a partir de 15 kg.10,11

9Controle coletivo e desparasitação periódica

Prevalência de geo-helmintosRiscoTratamento coletivo
≥ 50%Alto2 vezes por ano
≥ 20% e < 50%Moderado1 vez por ano
< 20%BaixoIndividualizado (só os casos positivos)

Critérios da OMS adotados pela SBP (Tabela 1) e pelo Ministério da Saúde (Tabela 2), com albendazol 400 mg ou mebendazol 500 mg em dose única; 200 mg de albendazol de 12 a 24 meses.1,2,15

A OMS não recomenda o rastreamento individual nas áreas endêmicas, que custa de 4 a 10 vezes mais que o tratamento.1 O guia do Ministério da Saúde de 2018 prevê a dose supervisionada de albendazol 400 mg para escolares de 5 a 14 anos, com periodicidade definida pela prevalência local.2

As fontes divergem: Desparasitação empírica: os dois documentos da SBP

O Guia Prático de Gastroenterologia e Infectologia (novembro de 2020) registra que o Brasil saiu da situação endêmica em 2016 e não precisa mais de administração em massa.1 O Documento Científico de Pediatria Ambulatorial (setembro de 2020) admite, em áreas endêmicas, um antiparasitário de amplo espectro empírico 2 a 3 vezes por ano.16 A OMS reserva o tratamento periódico às áreas com prevalência de pelo menos 20%.1,15

10Pegadinhas de prova

  • Prurido anal noturno é enterobíase: o exame é a fita adesiva, não o EPF; dose repetida em 2 semanas e tratamento do domicílio.1
  • Anemia ferropriva em criança que anda descalça é ancilostomíase; Ascaris e Enterobius não são hematófagos.1
  • Giardíase não causa eosinofilia: diante de eosinofilia, pense em helminto.1
  • Obstrução por áscaris: não dar albendazol na fase aguda; a piperazina saiu do mercado brasileiro.1,16
  • Larva migrans não responde a corticoide tópico; trata-se com tiabendazol tópico ou anti-helmíntico oral.3
  • Entamoeba coli e Endolimax nana no EPF não pedem tratamento.8

11Como o tema cai na prova

Perguntas frequentes

Qual a dose de albendazol para verme em criança?

Pela SBP (2020), 400 mg em dose única na ascaridíase e na ancilostomíase, 200 mg em menores de 2 anos; na enterobíase, 400 mg repetidos após 2 semanas; na tricuríase, 400 mg/dia por 3 a 7 dias; na giardíase, 400 mg/dia por 5 dias.

Como tratar oxiúrus (enterobíase)?

Albendazol 400 mg ou mebendazol 100 mg em dose única, repetida em 2 semanas, pela SBP. Tratar todo o domicílio quando há mais de um infectado ou recorrência, com unhas curtas e roupas de cama lavadas em água quente. O diagnóstico é pela fita adesiva perianal (Graham).

Ivermectina pode ser usada em criança com menos de 15 kg?

A SBP considera a segurança não estabelecida abaixo de 15 kg. O Lexidrug registra uso limitado nessa faixa, por risco teórico no sistema nervoso central, sem relatos de eventos adversos graves.

Qual o tratamento da larva migrans cutânea em criança?

Pela SBP (2025), tiabendazol 5% em pomada nas lesões localizadas; nas múltiplas, albendazol 400 mg/dia por 3 a 7 dias ou ivermectina 0,2 mg/kg/dia por 1 a 2 dias. O UpToDate prefere a ivermectina oral.

Deve-se dar vermífugo a cada 6 meses?

Não de rotina no Brasil. A SBP (2020) registra que o país saiu da situação endêmica em 2016; pela OMS, o tratamento coletivo é anual com prevalência de 20% a 50% e semestral acima de 50%, e individualizado abaixo de 20%.

Como conduzir a obstrução intestinal por Ascaris?

Internação, hidratação venosa, sonda nasogástrica por 48 a 72 horas e óleo mineral 15 a 30 mL a cada 2 horas, sem ascaricida na fase aguda; cirurgia se houver sangramento retal, toxemia ou falha do tratamento clínico.

Equipe editorial Pediatrando

Conteúdo conferido em 4 de outubro de 2026 nas fontes abaixo, na ordem de prioridade: Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UpToDate e Lexidrug. Quando as fontes discordam, seguimos a SBP e mostramos a diferença.

Referências

  1. Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 7: Parasitoses intestinais: diagnóstico e tratamento. Departamentos Científicos de Gastroenterologia e de Infectologia, novembro de 2020. sbp.com.br ↗
  2. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia Prático para o Controle das Geo-helmintíases. Brasília, 2018. bvsms.saude.gov.br ↗
  3. Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização nº 187: Infecções cutâneas parasitárias: aspectos clínicos e atualização terapêutica. Departamento Científico de Dermatologia, 23 de janeiro de 2025. sbp.com.br ↗
  4. Strongyloidiasis. UpToDate, tópico atualizado em 29 de junho de 2026. uptodate.com ↗
  5. Enterobiasis (pinworm) and trichuriasis (whipworm). UpToDate, tópico atualizado em 5 de fevereiro de 2026. uptodate.com ↗
  6. Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 2024. Brasília, 2024. bvsms.saude.gov.br ↗
  7. Hookworm infections. UpToDate, tópico atualizado em 27 de março de 2026. uptodate.com ↗
  8. Sociedade Brasileira de Pediatria. Pediatria para Famílias: Parasitoses intestinais. Departamento Científico de Gastroenterologia, junho de 2023. sbp.com.br ↗
  9. Lexidrug. Mebendazole: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
  10. Lexidrug. Albendazole: Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
  11. Lexidrug. Ivermectin (systemic): Pediatric drug information. Consultado em 4 de outubro de 2026. uptodate.com ↗
  12. Giardiasis: Treatment and prevention. UpToDate, tópico atualizado em 12 de dezembro de 2024. uptodate.com ↗
  13. Ascariasis. UpToDate, tópico atualizado em 18 de junho de 2025. uptodate.com ↗
  14. Hookworm-related cutaneous larva migrans. UpToDate, tópico atualizado em 11 de junho de 2025. uptodate.com ↗
  15. Organização Mundial da Saúde. Soil-transmitted helminth infections (nota descritiva), 18 de janeiro de 2023. who.int ↗
  16. Sociedade Brasileira de Pediatria. Documento Científico nº 4: Parasitoses intestinais. Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial, setembro de 2020. sbp.com.br ↗

Questões comentadas sobre o tema

Material de apoio para profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico, a bula nem as diretrizes originais.

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