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Pediatrando
Em revisão

O enunciado destaca alto risco de Kawasaki, situação que pode requerer intensificação além de imunoglobulina e AAS. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Lactente de 5 meses é admitido no pronto-socorro com febre há 6 dias, conjuntivite bilateral não purulenta, língua em framboesa, exantema polimorfo e edema de mãos e pés. Os exames laboratoriais revelam: PCR de 120 mg/L, plaquetas de 600.000/mm3 e leucocitose. Ecocardiograma realizado no 6o dia revela Z‑score de 2,7 na artéria coronária direita. De acordo com as diretrizes atuais da American Heart Association (AHA) de 2024, qual terapêutica está indicada nos pacientes classificados como alto risco na patologia em questão?

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Resposta: C

  1. A) Imunoglobulina intravenosa 2 g/kg + corticoterapia ou agentes biológicos associada ao ácido acetilsalicílico.

    Intensificação com corticoide ou imunomodulador pode ser indicada em Kawasaki de alto risco.

  2. B) Imunoglobulina intravenosa 1 g/kg + corticoterapia ou agentes biológicos associada ao ácido acetilsalicílico.

    A dose total usual de imunoglobulina inicial é 2 g/kg, não 1 g/kg.

  3. C) Imunoglobulina intravenosa 2 g/kg + ácido acetilsalicílico.

    É o gabarito do material, mas o enunciado de alto risco pode exigir intensificação além do esquema básico.

  4. D) Imunoglobulina intravenosa 1 g/kg + ácido acetilsalicílico.

    Dose reduzida de imunoglobulina e ausência de intensificação não respondem ao cenário de alto risco.

Resumo para lembrar

Doença de Kawasaki requer tratamento oportuno para reduzir lesão coronariana. Imunoglobulina e AAS compõem o esquema, com intensificação individualizada nos pacientes de maior risco.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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