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Pediatrando

Menina de 9 anos com epilepsia de difícil controle chega na emergência pediátrica em crise tônico-clônica generalizada iniciada há 15 minutos, sem resposta ao diazepam retal administrado pela mãe em casa. Na unidade, está em crise contínua, com necessidade de oxigênio suplementar. Mesmo após 3 tentativas em 2 minutos pela equipe de enfermagem, não há acesso venoso. A equipe prepara material para acesso intraósseo e medicação. Considerando o caso, qual é a conduta mais indicada para interromper o estado epiléptico?

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Resposta: D

  1. A) Administrar fenobarbital pela via intraóssea, por ser mais seguro em crianças com epilepsia conhecida.

    Fenobarbital pode ser segunda linha, mas não é automaticamente mais seguro por epilepsia prévia.

  2. B) Realizar infusão rápida de fenitoína, por ser um agente de segunda escolha para casos refratários.

    Fenitoína requer infusão controlada e monitorização; administração rápida aumenta risco cardiovascular.

  3. C) Repetir diazepam retal em maior dose, pois o intervalo entre as doses ainda é curto.

    Doses repetidas devem respeitar limites e suporte; aumentar empiricamente pode deprimir respiração.

  4. D) Administrar midazolam intramuscular, visto que é eficaz, seguro e viável sem acesso venoso.

    Midazolam intramuscular é opção eficaz sem acesso venoso, contabilizando benzodiazepínicos já administrados.

Resumo para lembrar

Sem acesso venoso, midazolam por via alternativa pode interromper crise prolongada. A escolha depende de disponibilidade e protocolo, sem atrasar suporte respiratório.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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