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Pediatrando

No tratamento da cetoacidose diabética, em crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, para evitar complica-ções, após monitoração e a coleta de exames, deve ser iniciada imediatamente a

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Resposta: B

  1. A) aplicação de insulina humana regular na dose habitual ou se o diagnóstico é feito na primodescompen-sação, 0,15 UI/kg.

    Insulina deve seguir a reposição inicial e a avaliação de potássio; evitar bolus rotineiro.

  2. B) reposição de fluídos com soro fisiológico ou Ringer--lactato 20 mL/kg em 20 minutos.

    Cristaloide isotônico é a etapa inicial, com volume e velocidade ajustados à perfusão.

  3. C) reposição de fluídos com soro fisiológico e soro glicosado 5%, na proporção 3:1, 150 mL/kg em 24 horas.

    Volume fixo elevado e mistura arbitrária não individualizam déficit e manutenção.

  4. D) punção de 2 acessos venosos para infusão concomitante de soro fisiológico 10 mL/kg em 20 minutos, repetidos 3 vezes, até diurese clara e infusão de insulina regular 0,05 a 0,1 UI/kg/ hora.

    Repetir expansões até diurese clara e iniciar insulina concomitantemente não é estratégia padronizada.

  5. E) punção de 2 acessos venosos para infusão concomitante de soro fisiológico 10 mL/kg/hora e soro fisiológico e soro glicosado 5%, na proporção de 1:1, com cloreto de potássio 19,1%, 20 mEq/L, 0,5 mEq/kg/hora.

    Potássio exige avaliação renal e laboratorial; o esquema simultâneo fixo é inadequado.

Resumo para lembrar

Na cetoacidose, a reposição inicial com cristaloide precede a insulina. Volume, velocidade e potássio precisam ser ajustados à perfusão, aos eletrólitos e à evolução clínica.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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