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Pediatrando

Um escolar de 9 anos de idade chegou à sala de emergência em parada cardiorrespiratória, recebendo ressuscitação pela equipe que o resgatou, com compressões torácicas e ventilação com bolsa-máscara. No momento, o paciente prontamente é monitorizado e estabelecido dois acessos venosos periféricos e administrada adrenalina endovenosa. Ao eletrocardiograma, se evidencia ritmo desorganizado, sem onda p, com complexo QRS alargado, monomórfico, com frequência de 120/min. O paciente continua sem pulso, arresponsivo e sem movimentos respiratórios. Qual a conduta adequada para esse paciente nesse momento?

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Resposta: A

  1. A) Desfibrilação com 2 J/kg.

    Ritmo ventricular sem pulso exige choque não sincronizado integrado à RCP.

  2. B) Cardioversão sincronizada 0,5 J/kg.

    Sincronização é usada em taquiarritmia com pulso selecionada, não na parada descrita.

  3. C) Amiodarona 5 mg/kg.

    Antiarrítmico não deve atrasar a primeira desfibrilação de ritmo chocável.

  4. D) Atropina 0,5 mg.

    Atropina não trata fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso.

  5. E) Bicarbonato de sódio 1 mEq/kg.

    Bicarbonato não é tratamento rotineiro dessa parada sem indicação específica.

Resumo para lembrar

Fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso são ritmos chocáveis. Desfibrilação deve ser integrada à RCP de qualidade, com dose pediátrica conforme o algoritmo vigente.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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