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Pediatrando

Um lactente de 2 meses, filho de mãe portadora de HIV positivo em tratamento, não amamentado ao seio materno, chega para vacinação. A melhor conduta vacinal para esse bebê é:

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Resposta: C

  1. A) Suspender todas as vacinas.

    Exposição ao HIV não justifica suspender indiscriminadamente vacinação.

  2. B) Contraindicar BCG.

    BCG não é automaticamente contraindicada em criança apenas exposta e sem sinais de imunodeficiência.

  3. C) Vacinar conforme calendário de rotina, incluindo BCG.

    Criança exposta e assintomática segue orientações de vacinação, com avaliação específica se infecção confirmada.

  4. D) Aguardar sorologia negativa para iniciar vacinas.

    Sorologia materna transferida não deve atrasar todo o calendário infantil.

  5. E) Adiar vacinas com vírus vivos até os 12 meses.

    Adiamento universal até doze meses deixa proteção inadequada e não segue avaliação individual.

Resumo para lembrar

Exposição ao HIV não equivale a imunodeficiência confirmada. A indicação de BCG e outras vacinas vivas depende do estado clínico e das regras específicas do PNI.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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