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Pediatrando

Um menino de 6 anos é trazido ao consultório por apresentar episódios recorrentes de tosse seca, especialmente à noite, e sibilância ocasional há cerca de seis meses. Nas últimas semanas, os sintomas se intensificaram, com dispneia leve aos esforços. Nega febre e refere expectoração mucosa eventual. Há histórico familiar de asma. Ao exame, notam-se sibilos expiratórios bilaterais. Considerando o manejo clínico dessa criança, qual dos critérios a seguir é mais útil para avaliar, a longo prazo, o controle e a eficácia do tratamento?

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Resposta: A

  1. A) Frequência de uso de broncodilatadores de curta ação.

    Necessidade frequente de resgate sugere controle insuficiente e orienta reavaliação.

  2. B) Monitoramento quinzenal da função pulmonar com espirometria.

    Espirometria é útil, mas não costuma ser necessária quinzenalmente.

  3. C) Medição da frequência respiratória e do pulso durante as crises.

    Sinais durante crise avaliam gravidade aguda, não todo o controle longitudinal.

  4. D) Realização de exames de imagem torácica a cada dois meses.

    Imagem seriada não é instrumento rotineiro de acompanhamento da asma.

Resumo para lembrar

Uso frequente de medicação de alívio sinaliza possível controle inadequado. Sintomas noturnos, limitação e exacerbações também precisam ser avaliados.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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