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Pediatrando
Em revisão

O painel sorológico indicado não é uma escolha universal para adenomegalia persistente; há alternativas etiológicas relevantes omitidas. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Lactente de 1 ano e 5 meses é levado pela mãe ao pediatra com queixa de que, há aproximadamente 1 mês, apresentou quadro febril em que houve aumento de nodulações no pescoço e na virilha. A febre melhorou, mas as nodulações persistem. No exame físico é identificada a presença de linfonodomegalia difusa, incluindo cadeias axilares, sem outros achados. A criança não apresenta comorbidades prévias, ainda se encontra em aleitamento materno e com boa evolução na introdução alimentar. Para a investigação das possíveis causas infecciosas, quais sorologias deveriam ser incluídas na solicitação?

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Resposta: D

  1. A) Epstein Barr, Toxoplasmose e HIV.

    EBV, toxoplasmose e HIV integram diferenciais de linfonodomegalia generalizada persistente.

  2. B) HIV, Parvovirus e Citomegalovirus.

    HIV e CMV são pertinentes; parvovírus depende de outros achados clínicos.

  3. C) Toxoplasmose, Parvovirus e Dengue.

    Dengue e parvovírus não constituem painel preferencial universal para adenomegalia persistente.

  4. D) Sífilis, Epstein Barr e Dengue.

    O gabarito não se sustenta como painel obrigatório; a seleção deve seguir história e epidemiologia.

Resumo para lembrar

Adenopatia generalizada tem causas infecciosas e não infecciosas. A investigação deve considerar duração, exposições, exame físico e sinais de alarme, sem painel sorológico universal.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.