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Pediatrando

Lactente de 3 meses, nascido prematuro de 32 semanas, com história de displasia broncopulmonar, é admitido no pronto-socorro em abril com quadro de tosse seca, febre baixa e desconforto respiratório progressivo há 48h. Ao exame físico: FC = 170 bpm, FR = 78 ipm, SAT = 88% em aa, gemência audível sem esteto, MV+ com sibilos difusos e roncos e TSC importante. Diante desse quadro, assinale a alternativa correta.

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Resposta: B

  1. A) O uso de antibióticos deve ser iniciado precocemente, pois a coinfecção bacteriana ocorre em mais de 50% dos casos de bronquiolite.

    Coinfecção bacteriana não ocorre nessa proporção universal e antibiótico não é rotina.

  2. B) O suporte ventilatório não invasivo com CPAP nasal pode ser considerado em casos refratários ao 02 suplementar por cateter, reduzindo a necessidade de intubação orotraqueal.

    CPAP pode ser escalada em bronquiolite grave com resposta insuficiente ao oxigênio.

  3. C) Corticoterapia sistêmica está indicada em lactentes com bronquiolite grave, pois reduz a resposta inflamatória das vias aéreas e melhora a evolução clínica.

    Gravidade isolada não estabelece benefício de corticoide sistêmico na bronquiolite.

  4. D) O uso de broncodilatadores inalados, mesmo sem resposta inicial, deve ser mantido, pois seu benefício pode surgir tardiamente no curso da doença.

    Não manter broncodilatador sem resposta documentada por expectativa de benefício tardio.

Resumo para lembrar

CPAP pode ser usado em bronquiolite grave com falha do suporte inicial. Monitorizar resposta para não atrasar intubação quando necessária.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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