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Pediatrando

Menina de 10 anos de idade chega a Unidade de Pronto Atendimento acompanhada por sua mãe, apresentando dificuldade intensa para respirar, chiado no peito e sensação de aperto torácico, que piorou nas últimas 48 horas. Desde os 4 anos de idade, houve múltiplas internações por quadros semelhantes. Nos últimos meses, tem apresentado sintomas quase que diariamente, e despertares noturnos frequentes. Tem usado corticosteroide inalatório regularmente, além de medicamentos de resgate. Está ansiosa porque tem sido necessário se afastar de atividades físicas na escola, devido à falta de ar. Ao exame físico, observa-se desconforto respiratório, com FR: 40ipm, SatO2: 88% em ar ambiente, Temp: 36,6°C; sibilos difusos à ausculta pulmonar e uso de musculatura acessória para respirar. Além de oxigenoterapia, o tratamento farmacológico de primeira linha, no momento, para o caso descrito:

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Resposta: D

  1. A) Broncodilatador via endovenosa e corticosteroides inalatórios.

    Broncodilatador intravenoso é resgate especializado, não primeira via habitual.

  2. B) Broncodilatador e corticosteroides inalatórios.

    Corticoide inalatório não substitui o sistêmico na exacerbação grave indicada.

  3. C) Broncodilatador e corticosteroides inalatórios e antibioticoterapia empírica.

    Antibiótico não é rotina em crise asmática sem evidência bacteriana.

  4. D) Broncodilatador inalatório, corticosteroide sistêmico.

    Beta-agonista inalatório e corticoide sistêmico integram tratamento inicial, com ipratrópio conforme gravidade.

Resumo para lembrar

Crise grave requer broncodilatador de ação rápida, corticoide sistêmico e oxigênio quando indicado. Resposta deve ser acompanhada para escalonar suporte.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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