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Pneumonia comunitária: 1ª atualização da diretriz em 15 anos
IDSA e PIDS atualizam a diretriz de PAC em maiores de 3 meses — com o ultrassom de tórax assumindo o derrame parapneumônico.
A diretriz de pneumonia adquirida na comunidade de IDSA/PIDS era de 2011. A atualização de 2026, publicada no Clinical Infectious Diseases, revisita o manejo com foco no derrame parapneumônico — seis recomendações novas — e consagra o ultrassom de tórax como a imagem que responde às perguntas que o raio X não responde.
O que mudou
- Ultrassom de tórax entra como método de escolha para caracterizar derrame parapneumônico (volume, septações), poupando tomografia e radiação.
- Amoxicilina segue primeira linha ambulatorial da PAC típica — a atualização não mexeu no que o consultório já faz bem.
- Derrame pequeno em criança estável: antibiótico e observação; drenagem fica para o derrame volumoso ou em piora.
Na prática
PAC que não melhora em 48–72 h de antibiótico merece ultrassom de tórax antes de tomografia. E a conduta ambulatorial de sempre — amoxicilina, reavaliação marcada — sai reforçada, não substituída.
Referências
- 2026 Guideline Update: Management of Community-Acquired Pneumonia in Infants and ChildrenArtigo em periódico revisado por pares · Clinical Infectious Diseases — IDSA/PIDS · 24/02/2026
Conferir no original ↗ - IDSA/PIDS CAP in Infants and Children — página da diretrizArtigo em periódico revisado por pares · Infectious Diseases Society of America · 2026
Conferir no original ↗ - Community-acquired pneumonia in childrenUpToDate · Tópico em revisão contínua (acesso por assinatura) · revisão 2026
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