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Pediatrando

Em 2024, houve um grande avanço com relação à bronquiolite viral aguda causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Assinale a alternativa que contempla essa recente conquista:

Atenção

Questão desatualizada: em 2025 a vacina VSR materna era só da rede privada (A), mas desde novembro de 2025 ela está no PNI para gestantes a partir de 28 semanas, e desde fevereiro de 2026 o SUS aplica nirsevimabe em prematuros abaixo de 37 semanas e em crianças com comorbidades até 2 anos; A fica como gabarito histórico. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Ver o gabarito comentado

Resposta: A

  1. A) Vacina recombinante bivalente contra o VSR aplicada em gestantes em dose única, disponível apenas no setor privado.

    Em 2024 a Anvisa registrou a vacina VSR bivalente recombinante (RSVpreF, A e B) para gestantes em dose única, e na época ela só existia na rede privada, o que torna esta a alternativa correta na data da prova. Desde a segunda quinzena de novembro de 2025 a vacina está no PNI para todas as gestantes a partir de 28 semanas, sem limite superior, e a parte de exclusividade privada ficou desatualizada.

  2. B) Imunização em lactentes, independentemente da idade gestacional, com vacina de vírus vivo, aos dois, quatro e seis meses de idade corrigida.

    Não há vacina de vírus vivo contra VSR licenciada para lactentes; as candidatas atenuadas intranasais seguem em estudo. A proteção do lactente é passiva, pela vacina materna ou por anticorpo monoclonal, e não por esquema aos 2, 4 e 6 meses.

  3. C) Nirsevimabe, anticorpo monoclonal administrado em dose única, a partir de fevereiro, para lactentes que nasceram com idade gestacional menor que 28 semanas.

    O nirsevimabe é anticorpo monoclonal em dose única, mas é indicado a todos os lactentes na primeira temporada, não só a prematuros abaixo de 28 semanas (critério que lembra o do palivizumabe); em 2024 não estava no SUS. Desde fevereiro de 2026 o SUS o aplica em prematuros abaixo de 37 semanas e em crianças até 2 anos com comorbidades.

  4. D) Evidência para o uso de nebulização com solução hipersalina a 3% a cada 20 minutos na primeira hora. Lactentes que tiveram uso dessa medicação em unidade de emergência têm menor chance de internação.

    A solução salina hipertônica a 3% não é recomendada no pronto-socorro: os estudos não mostraram redução consistente de internação, e SBP e AAP não a indicam de rotina; o uso em internados é opcional e sem esquema a cada 20 minutos.

Resumo para lembrar

A vacina VSR bivalente recombinante (RSVpreF, A e B) em dose única na gestante protege o lactente por anticorpos transplacentários. Registrada no Brasil em 2024, era só privada na época da prova; entrou no PNI em novembro de 2025 (gestantes a partir de 28 semanas). O nirsevimabe, dose única, chegou ao SUS em fevereiro de 2026 para prematuros abaixo de 37 semanas e comorbidades até 2 anos.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

Pediatrando o tema

VSR: a vacina da gestante e o nirsevimabe — uma pediatra ensina o tema da questão na lousa, escrevendo enquanto fala.em validação

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Baseado em: Guia rápido de imunização contra o VSR (SBIm / SBP / FEBRASGO, 2026) · Nota técnica de incorporação da vacina VSR (RSVpreF) para gestantes no PNI e do nirsevimabe no SUS (Ministério da Saúde, 2025–2026) · Respiratory syncytial virus infection in infants and children: Prevention (UpToDate (literatura internacional), 2025–2026). Conteúdo em validação — não é comentário oficial da SBP.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

Comentário atualizado em

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