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Pediatrando

Criança, sexo feminino, 5 meses e duas semanas de vida, compareceu no pronto-socorro, com relato de tosse há cerca de 1 semana. A mãe nega contactantes sintomáticos e não observou coriza ou obstrução nasal. Refere que a criança tem crises de tosse e chegou a ficar com coloração arroxeada, cerca de duas vezes no dia, nos últimos quatro dias. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, anictérica, acianótica. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Apresenta FR de 36 irpm, FC de 120 bpm. Oroscopia com leve hiperemia de orofaringe. Restante do exame clínico sem alterações. Carteira de vacinação e de parto conforme imagens a seguir:

Imagem da questão — USP-SP 2026, questão 49

Considerando o principal agente etiológico envolvido, o quadro atual poderia ter sido prevenido com a vacina

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Resposta: A

  1. A) DTPa para a mãe, às 20 semanas de gestação.

    A vacinação materna com dTpa em cada gestação protege o lactente contra coqueluche.

  2. B) VSR para a mãe, às 20 semanas de gestação.

    Vacina contra VSR não previne Bordetella pertussis e tem indicação gestacional própria.

  3. C) VPC10 aos 4 meses para a paciente (2ª dose).

    Pneumocócica não protege contra o agente da coqueluche.

  4. D) INF3 aos 5 meses para a paciente (1ª dose).

    Vacina influenza não previne coqueluche; a rotina infantil começa aos seis meses.

Resumo para lembrar

A vacinação materna com dTpa em cada gestação reduz o risco de coqueluche nos primeiros meses. Ela complementa o esquema da criança e não o substitui.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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