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Pediatrando

Menina de 1 ano e 10 meses é levada ao serviço de urgência com quadro de tosse e dispneia há 4 días. A mãe refere que aumentou a frequência de salbutamol, que usa rotineiramente, porém não observou melhora, com piora da dispnela hå 6 horas. Relata frequentes exacerbações da asma nos últimos 3 meses, apesar da utilização de prednisolona. História familiar: pai e mãe asmáticos. Ao exame físico, lactente no colo da mãe, afebril, sonolenta, taquidispneica, choro entrecortado, saturação 94% em ar ambiente, retração de musculatura acessória. Além da internação da criança, a conduta adequada é prescrever

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Resposta: A

  1. A) metilprednisolona endovenoso.

    Corticoide sistêmico integra tratamento da exacerbação relevante, considerando via e tolerância.

  2. B) ventilação não invasiva (VNI) com sedação.

    VNI com sedação não é intervenção automática e exige vigilância especializada.

  3. C) salbutamol endovenoso em infusão continua.

    Salbutamol intravenoso é resgate selecionado, com riscos e monitorização.

  4. D) sulfato de magnésio em infusão intravenosa contínua.

    Magnésio é adjuvante em crise grave refratária; infusão contínua não é primeira medida universal.

Resumo para lembrar

Exacerbação grave com sonolência exige suporte imediato e escalonamento monitorizado. Corticoide sistêmico é parte do manejo, mas não substitui broncodilatação nem suporte ventilatório necessário.

Explicação

Uma pediatra explica a questão em voz alta e vai anotando, alternativa por alternativa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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