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Pediatrando

Qual situação exige cardioversão sincronizada imediata?

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Resposta: C

  1. A) TSV estável

    Na TSV estável, a conduta começa com manobras vagais e, se falharem, adenosina 0,1 mg/kg, máximo 6 mg, em bolus rápido com flush; a segunda dose é 0,2 mg/kg, máximo 12 mg. A cardioversão fica reservada à falha dessas medidas ou à deterioração clínica.

  2. B) Taquicardia sinusal com febre

    A taquicardia sinusal é resposta fisiológica à febre, com frequência variável conforme a atividade e onda P normal. O tratamento é da causa, como antitérmico e volume se necessário; chocar um ritmo sinusal não teria efeito e traria riscos.

  3. C) TSV com hipotensão e alteração do estado mental

    Hipotensão e alteração aguda do estado mental definem instabilidade hemodinâmica. Na TSV instável, a AHA indica cardioversão sincronizada com 0,5 a 1 J/kg, aumentando até 2 J/kg se necessário, com sedação quando possível. Se já houver acesso venoso, a adenosina pode ser tentada antes, desde que não atrase o choque.

  4. D) Fibrilação atrial com pressão arterial normal

    Fibrilação atrial com pressão normal e sem sinais de má perfusão é estável, o que permite controle de frequência ou cardioversão eletiva com especialista, atento ao risco tromboembólico se a duração for longa ou incerta. Não há indicação de choque imediato.

Resumo para lembrar

Taquicardia com pulso e sinais de instabilidade, como hipotensão, alteração aguda do estado mental, choque ou insuficiência cardíaca, exige cardioversão sincronizada: 0,5 a 1 J/kg, depois até 2 J/kg. Na TSV estável, manobras vagais e adenosina 0,1 mg/kg (máx. 6 mg), depois 0,2 mg/kg (máx. 12 mg). Taquicardia sinusal se trata pela causa.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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