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Pediatrando
Em revisão

Duas crises no mesmo dia não estabelecem automaticamente o critério de duas crises não provocadas separadas por mais de vinte e quatro horas. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Um paciente de oito anos de idade, previamente saudável, foi levado ao hospital em razão de crise tônico-clônica generalizada que dura cerca de três minutos. Recuperou-se bem, porém, no mesmo dia, apresentou novo episódio semelhante. O exame neurológico entre as crises evidenciou-se normal. Não houve febre. A tomografia computadorizada realizada no pronto atendimento mostrou-se normal. O pediatra busca definir conduta inicial. Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?

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Resposta: D

  1. A) Alta hospitalar sem medicações e seguimento ambulatorial tardio

    Crises repetidas exigem investigação e plano de seguimento oportuno.

  2. B) Início imediato de benzodiazepínico de uso contínuo

    Benzodiazepínico contínuo não é manutenção preferida universal.

  3. C) Solicitação de punção lombar para todos os casos de crises repetidas

    Punção depende de suspeita infecciosa ou inflamatória, não de recorrência isolada.

  4. D) Início de anticonvulsivante de manutenção após segunda crise não provocada

    Duas crises no mesmo dia não preenchem automaticamente o critério de epilepsia; decisão deve ser individualizada.

Resumo para lembrar

Duas crises não provocadas separadas por mais de vinte e quatro horas constituem um critério de epilepsia. Duas crises no mesmo dia não satisfazem automaticamente esse critério.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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