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Sarampo em SP: dose zero e multivacinação
O PNI amplia a resposta ao surto paulista: dose zero aos 6–11 meses em São Paulo e Guarulhos e mutirão de multivacinação nos municípios do estado.
A resposta ao sarampo em São Paulo ganhou duas notas técnicas no meio do ano. A nº 71/2026 orienta a dose zero da tríplice viral para lactentes de 6 a 11 meses nos municípios de São Paulo e Guarulhos; a nº 85/2026 organiza a estratégia de multivacinação nos municípios paulistas — a busca ativa de quem está com o cartão atrasado é parte do bloqueio.
O que mudou
- Lactente de 6 a 11 meses de São Paulo e Guarulhos recebe a dose zero da SCR — que não conta para o esquema: as doses de 12 meses e 15 meses continuam valendo.
- Municípios paulistas entram em estratégia de multivacinação, com checagem de caderneta em escolas e serviços.
- Viagem para área com circulação do vírus vira pergunta de consulta — e motivo de antecipação da dose zero.
Na consulta
- Conferir a caderneta de TODA criança do estado de São Paulo, mesmo em consulta por outro motivo.
- Dose zero aplicada? Registrar e manter o esquema habitual de 12 e 15 meses.
- Febre + exantema + tosse/coriza/conjuntivite: notificar na suspeita, sem esperar sorologia.
Na prática
Quem atende em São Paulo passa a ter três perguntas de rotina: caderneta em dia, idade entre 6 e 11 meses (dose zero feita?) e viagem recente. O bloqueio depende mais do consultório do que da campanha.
Referências
- Notas Técnicas nº 71 e nº 85/2026 — sarampo, dose zero e multivacinação em São PauloMinistério da Saúde — Programa Nacional de Imunizações · SVSA/PNI · jun–ago/2026
Conferir no original ↗ - Measles: epidemiology and preventionUpToDate · Tópico em revisão contínua (acesso por assinatura) · revisão 2026
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