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Pediatrando
Em revisão

Uso de álcool não autoriza quebra automática de sigilo. É necessário avaliar risco, discernimento e proteção. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Autonomia, privacidade, sigilo e confidencialidade são aspectos a serem considerados na consulta do adolescente. No entanto, a quebra de sigilo é necessária em algumas situações. Entre os casos apresentados a seguir, qual representa uma situação imperativa para a quebra de sigilo?

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Resposta: B

  1. A) Sexo masculino, 13 anos, conflito com identidade de gênero.

    Identidade de gênero não constitui por si só motivo de quebra de sigilo.

  2. B) Sexo masculino, 15 anos, uso escalonado de álcool.

    Uso de álcool exige avaliar risco e proteção; não autoriza quebra automática sem contexto.

  3. C) Sexo feminino, 13 anos, início de contracepção oral.

    Contracepção exige acolhimento e avaliação de proteção; não implica divulgação indiscriminada.

  4. D) Sexo feminino, 15 anos, início de atividade sexual.

    Atividade sexual aos quinze anos não exige comunicar tudo aos responsáveis por si só.

Resumo para lembrar

Quebra de sigilo exige avaliação concreta de risco e proteção, com comunicação ao adolescente quando possível. Consumo de álcool isoladamente não determina divulgação automática.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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