- A) Manobras vagais
Manobras vagais servem à TSV estável ou podem ser tentadas enquanto se prepara o tratamento definitivo, sem atrasá-lo. Num complexo largo com hipotensão e alteração da consciência há instabilidade, e não se perde tempo com elas.
- B) Administração de adenosina
A adenosina pode ser considerada no complexo largo regular e monomórfico apenas no paciente estável. Aqui há hipotensão e rebaixamento, sinais de instabilidade que exigem cardioversão elétrica sem demora.
- C) Cardioversão sincronizada
Taquicardia com pulso e sinais de instabilidade (hipotensão, rebaixamento da consciência) pede cardioversão sincronizada imediata, com 0,5–1 J/kg, podendo subir até 2 J/kg, com sedação se não atrasar o choque. A sincronização evita descarregar na onda T e induzir FV.
- D) Desfibrilação imediata
Desfibrilação, um choque não sincronizado, é para FV ou TV sem pulso. Esta criança tem pulso, ainda que hipotensa; um choque não sincronizado poderia cair no período vulnerável e desencadear FV.
Resumo para lembrar
Taquicardia com pulso e instabilidade hemodinâmica (hipotensão, rebaixamento da consciência, sinais de choque) é tratada com cardioversão sincronizada imediata: 0,5–1 J/kg, depois até 2 J/kg. Adenosina e manobras vagais ficam para o paciente estável e não podem atrasar o choque. Desfibrilação, sem sincronização, é só para FV e TV sem pulso.