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Pediatrando
Em revisão

Aos onze meses, tríplice viral pode ser dose zero em contexto específico, não dose de rotina válida universalmente. Esta questão está disponível para estudo, sem entrar na taxa de acertos.

Lactente, sexo feminino, com 11 meses de idade é trazida à consulta pediátrica. Os pais, referem que a criança está muito atrasada com seu calendário vacinal e que somente recebeu suas vacinas até os 3 meses de idade, seguindo rigorosamente as orientações do Programa Nacional de Imunizações. A criança está saudável, sem comorbidades conhecidas. Os pais desejam regularizar a situação vacinal da filha o mais rápido possível. Considerando o calendário de vacinação da criança recomendado pelo PNI, o lactente deve receber, entre outras vacinas,

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Resposta: B

  1. A) a segunda dose da vacina contra rotavírus.

    Atualização de rotavírus depende dos limites etários vigentes, ampliados em normas recentes.

  2. B) a primeira dose da vacina tríplice viral.

    Antes de doze meses, tríplice viral é dose zero em situações específicas, não a primeira rotina universal.

  3. C) a segunda dose da vacina pneumocócica-13 valente.

    A formulação deve corresponder ao PNI vigente e ao histórico; não presumir pneumocócica 13.

  4. D) uma dose de antipoliomielite atenuada.

    VOP foi retirada da rotina, que utiliza poliomielite inativada.

  5. E) a segunda dose da tríplice bacteriana acelular com fragmentos de B. pertussis.

    DTP acelular não é o imunobiológico universal de rotina descrito para esse resgate.

Resumo para lembrar

Tríplice viral antes de doze meses corresponde a dose especial quando indicada. Ela não deve ser contada automaticamente como primeira dose de rotina.

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Fontes 1

Comentários atualizados em . Redação própria baseada no caso e nas referências indicadas. Anotações do PDF utilizadas como ponto de partida, sem reprodução literal. Comentário não oficial da banca ou da SBP.

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